Casamento

sábado, 15 de fevereiro de 2014

A mulher Samaritana



A mulher Samaritana

Nisto, veio uma mulher samaritana tirar água: Disse-lhe Jesus: Dá-Me de beber.

Isto é uma mulher de linhagem samaritana, não uma mulher de Samaria, que ficava a mais de duas horas de distância.

É confortador saber que Jesus experimentou sensações como sede, fome, cansaço e dor, da mesma forma que nós. 

Ele Se tornou um conosco a fim de nos socorrer em qualquer circunstância (João 1:14).

O processo pela qual a mulher de Samaria foi ganha merece o cuidadoso estudo por parte dos interessados em ganhar pessoas para Cristo. Houve quatro estágio principal:

1. O despertamento de um desejo por algo melhor, verso 7 a 15.

2. O despertamento de uma convicção da própria necessidade verso 4,16 a 20.

3. O chamado a uma decisão para reconhecer Jesus como o Messias, verso 21-26.

4. O estímulo para uma ação adequada à decisão verso 28 a 30 e 39 a 42.

Jesus conquistou a atenção da mulher com o pedido: “Dá – me de Beber”. A reação dela é evidenciada pela pergunta do verso 9: “Como [...]?” Havendo, assim, captado a atenção dela, Jesus despertou seu interesse pelo oferecimento da “água viva” verso 10.

A reação da mulher está na pergunta quanto a “onde” Ele obtinha tal água verso 11 e se Ele professava ser “maior” do que Jacó, que cavava o poço verso 12.

Da atenção e do interesse, Jesus a levou ao desejo pela “água viva”, declarando que aquele que dela beber “nunca mais terá sede” verso 14.

Ela respondeu com um pedido: “Senhor, dá-me dessa água” verso 15, embora ainda tivesse pouca noção do que estava pedindo.

Jesus é uma pessoa fantástica, sabia ir ao encontro das necessidade individuais de cada pessoas possamos cada um de nós ter essa sensibilidade.

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v5 p. 1037

Bíblia ACF

Jesus e os excluídos sociais



Jesus e os excluídos sociais



"Quanto à mulher, deixou o seu cântaro, foi à cidade e disse àqueles homens: Vinde comigo e vede um Homem que me disse tudo quanto tenho feito. Será este, porventura, o Cristo?!" (Jo 4:28, 29).



Usaremos uma frase chave do verso “deixou o seu cântaro”. Porque a mulher deixou o cântaro? O que continha no cântaro não era o seu principal objetivo? Por que então ela o deixou-o?


Pergunta interessante, mas ela tinha um propósito, ela estava para ir embora, já com o cântaro cheio, quando os discípulos voltaram da aldeia, tendo comida para Jesus. 

Ela estava ansiosa para chegar à aldeia contar sobre sua grande descoberta; e, por isso, não quis se atrasar com o cântaro pesado.

Havia experimentado desejo, convicção e decisão, e o passo lógico seguinte era a ação: ela foi contar a outros.

Isso testificou da realidade de sua decisão. O cântaro deixado para trás evidenciava que ela queria voltar logo.


A Segunda palavra chave é: “Tudo”, o anúncio da mulher foi um pouco exagerado.

Ela raciocinou que, se Jesus conhecia os segredo de sua vida, nada mais podia estar oculto a ele.

Existia dúvida dela em relação a Cristo? Acredito que sim o questionamento existiu quando expressou nas palavras, “Será este [....]o Cristo?

A evidência apresentada (o conhecimento sobrenatural de Jesus) levava à conclusão de que Ele devia ser o Cristo. Com tato, a mulher declarou sua descoberta na forma de uma pergunta e convidou os habitantes da aldeia a ir e examinar as evidências por si mesmos.

Assim semelhante tomou Filipe em relação a Natanael: “Vem e vê” João 1:46.


Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v. 5 p. 1042

Bíblia ACF

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Curando o corpo e a mente



Curando o corpo e a mente



Nunca uma verdade foi tão explorada como essa a maioria das doença estão sempre relacionado com a mente.

O apóstolo Paulo escreveu em 2 Coríntios 4:7-10 “Temos, porém este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.

Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.

Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;

Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos;”

A palavra corpo no grego é “sõma” que significa “o corpo como um todo, o instrumento da vida”, e mente no grego “nous” que denota, falando em geral, o local da consciência refletiva, compreendendo as faculdades da percepção e entendimento, e do sentimento, julgamento e determinação.

O principal milagres operado no ministério de Cristo não estava na cura física e sim mental, pois Jesus veio para formar discípulos esse era o principal objetivo todos tinha que testemunhar sobre o poder que um Deus, restauro-o.

O que temos que entender que os problemas existem e sempre existiram ele não existem para ser guardado em nossa psique, mas para serem solucionados.

Arsenio

Bibliografia

Bíblia ACF

Cura do corpo



Cura do corpo



Um dos pontos em questão em Marcos 2:5 que está escrito da seguinte forma, “Vendo –lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Filho, os teus pecados estão perdoados.”

Agora vamos a análise a palavra “Filho”, vem do grego teknon, literalmente, “criança” ou “menino”. Quando utilizado no trato pessoal como aqui, significa “meu filho”.

Considerando que ele havia contraído essa doença como resultado direto de uma vida pecaminosa, parece que a sua história deve ter sido muito semelhante à do filho pródigo (Lc 15:13-14). O mesmo havia aparentemente, ocorrido no caso do paralítico curado em Betesda meses antes (Jo 5:14).

“Teus pecados estão perdoados” palavras tremendamente fortes, pois a aflição lhe havia dado tempo para refletir, e ele compreendeu que seu sofrimento se devia aos seus pecados. Jesus Se referiu aos pecados, que pesavam tanto sobre a mente desse homem. O paralítico fora em busca de saúde espiritual, bem como de cura física. Ele estivera desesperado enquanto não apresentou seu caso a Jesus, o qual lhe providenciou ajuda e esperança.

Por que os escribas não aceitaram quando Jesus disse os “teus pecados estão perdoados”?

Os escribas alegavam que, ao perdoar os pecados do paralíticos, Jesus, um simples homem, como eles O consideravam, haviam usurpado as prerrogativas da divindade. Segundo o ritual cerimonial, o sacerdote presidia a confissão de um homem, porém não pronunciava palavras de perdão. Sua aceitação do sacrifício simplesmente simbolizava que Deus havia aceitado a confissão (ver Hebreus 10:1-12).

A penalidade levítica para a blasfêmia era morte por apedrejamento (Lv 24:16), embora os judeus no tempo de Jesus geralmente não tivessem liberdade para executá-la.

Qual era finalmente o problema do paralítico simples ele parou de viver, quando somos abandonados pelo mundo, a solidão é superável; quando somos abandonados por nós mesmos, a solidão é quase incurável.

Jesus realizou um milagre que todos puderam ver como evidência da realidade de um milagre muito maior que eles não podiam ver que é a cura da mente.

O que temos que entender que os inimigos que não perdoamos dormirão em nossa cama e perturbarão o nosso sono

Pense nisso.

Arsenio

Bibliografia

Comentário bíblico Adventista v.5 p.630-631

Augusto Cury

Bíblia ACF



Gênesis 1



Gênesis 1

Os judeus designam o livro do Gênesis de acordo com a primeira palavra de texto Hebraico bereshith, “no princípio”. Já o Talmude judaico o chama de “Livro da Criação do Mundo”. O nome Gênesis, que significa “origem” ou “fonte”, foi tirado da LXX, onde esse termo foi pela primeira vez usado para designar o conteúdo do livro. Seu subtítulo, “O Primeiro Livro de Moisés”, não fazia parte do texto hebraico original e só foi acrescentado séculos mais tarde.

A principal declaração sobre a criação do mundo se encontra em Gênesis 1. Descreve-se ali a forma como Deus preparou o mundo para seus habitantes, animais e seres humanos. Visto que nenhum ser humano esteve presente na ocasião em que Deus fez isso, dependemos da revelação para ter uma ideia de como o mundo foi formado durante a semana da criação. Deus criou o mundo mediante uma série de atos separados e distintos.

O registro revela que esses atos se estenderam por período escuro e outro claro, conforme são todos os dias até hoje. Na criação, portanto, o criador estabeleceu uma estrutura e depois nos revelou exatamente o que era essa estrutura. O sábado foi separado não somente para um propósito especial, mas também para assinalar o término da criação especial de Deus. Isso serviu de modelo original para a unidade de tempo conhecida como a semana de sete dias.

Arsenio

Bibliografia

Tratado de Teologia p. 468

Comentário Bíblico Adventista v.1 p. 181