Isaías 14: 4
Então proferirás este provérbio contra o rei de Babilônia, e dirás: Como
já cessou o opressor, como já cessou a cidade dourada!
12 Como
caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por
terra, tu que debilitavas as nações!
13 E tu
dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei
o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte.
14
Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo.
15 E
contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo.
Leia Isaías 14:4,12-15. Que
descrições do rei de Babilônia indicam que o profeta estava falando de alguém
muito maior do que um simples governante humano?
O rei de Babilônia. Ele era o principal responsável pela política babilônica
(sobre “o rei da babilônia” como designação simbólica de Lucífer).
Está confirmação encontramos no
verso 12 e o 15, o nome Lucífer vem do latim e significa “portador de luz”, dai
a comparação com a “estrela da manhã” que se revele o planeta Vênus.. O termo,
conforme usado aqui, foi primeiramente identificado com Satanás por Tertuliano,
Jerônimo e outros pais da igreja primitiva, sendo depois empregado com esse sentido na Idade Média.
Essa descrição se aplica a
Satanás antes da queda, quando , depois de Cristo, era o mais poderoso
(influência) no Céu e Líder das hostes angélicas.
No verso 15 “reino dos mortos”
revela que da elevada posição à qual aspirava, Satanás seria lançado às
profundezas mais baixas, e ali seria esquecido.
Aqui tem uma nota importante não
se refere um lugar eterno literal aonde as pessoas e o próprio Satanás viveram
por toda eternidade sofrendo significa que todas as sua glorias serão apagada
um dos livros do Céu que é o livro da Memórias.
Através dos livros de história
aprendemos com os erros do passado para não cometemos os mesmos erros no
presente e sermos melhores no futuro, no Céu não haverá necessidade de estudarmos
sobre os erros do passado, mas sim pelas vitórias que foram atribuídas a
Cristo.
Arsenio
Bibliografia
Comentário Bíblico Adventista v.4
p. 167,169
Bíblia CAF
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