Casamento

sábado, 23 de novembro de 2013

Mediador



Mediador

I TIMÓTEO 2

4 Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.

5 Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.

6 O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.

O verso da bíblia acima já diz tudo o que eu precisara escrever Jesus é o nosso mediador (1 Timóteo 2:5).

Mas vamos analisar algo que venho escrevendo há algum tempo sobre uma comparação quase inigualável, entre o Sacerdote e o próprio Cristo.

O sumo sacerdote defendia e representa o povo (ver Lv 16:15,16; Zc 3:1-4). Em harmonia com esse princípio, também os profetas se identificavam com os pecados do povo. 

Embora como mensageiros de Deus repreendessem o povo por suas transgressões, quando oravam, eles se achegavam a Deus como se fossem um com o povo no pecado repreendido.

O caráter representativo do sumo sacerdote precisa ser enfatizado. Ele era o representante, aquele que agia pelo povo em todas as coisas pertinentes ao santuário.

O sumo sacerdote, em sentido especial, como figura de Cristo, era o homem representativo. Ele representava todo o povo de Israel e carregava seus fardos e pecados. 

Quando entrava no santuário, ele o fazia em favor do povo; e, quando se apresentava diante de Deus, era o povo quem se apresentava. Ele representava o povo, era o povo.

Do mesmo modo, Cristo “pelo Seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas” (Hb 9:12), “Ele representava o povo, era o povo”.

Sua morte no Calvário foi essencial – sem ela, nada haveria “para oferecer” (Hb 8:32) Cristo é o cordeiro.

Mas sem o contínuo ministério do sangue no santuário celestial, o sacrifício do calvário seria inoperante. “Cristo o mediador”.

Assim como escrevi ontem Jesus hoje e o nosso mediador entre nós e o Pai, quando um pecador peca e não confessa de imediato o seu erro Jesus intervém entre o homem e Deus, pedindo a misericórdia.

Como o manto da justiça cobrir-se-á, todos os erros de um pecador, mas até quando? Até que algum dia o pecador venha pedir o seu perdão.

Repito apesar de nos conhecemos a verdade da justiça de Cristo e sabendo que ele é o nosso mediador não pode pecar contra o Espirito Santo, aproveitando desta sabedoria.

Todo o ser vivo deve pedir a Deus o seus perdão temos que adquirir o habito de orar pelo menos 3 vezes por dia.

Arsenio

Bibliografia 

Comentário Bíblico Adventista v1 p. 789

Bíblia (ACF)




quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Advogado e Intercessor



Advogado e Intercessor

Deste os dias que o Santuário foi utilizado para rituais cerimonias, ele apontava para um intercessor e esse é o Cristo.

Para um inquirindo quiser dispor de um advogado ele precisará colocar a sua confiança nEle, deverá ser abrir contar toda a verdade para que o advogado possa dar o seu melhor para o seu cliente.

No santuário o pecador deveria trazer o animal (por meio do cordeiro imolado, do bode, das rolinhas, dos pombos), por meio da aspersão do sangue sobre o altar do holocausto, sobre o altar de incenso, junto ao véu ou sobre a arca através do ensino e da mediação do sacerdócio.

Jesus é o nosso advogado superior, mas nos rituais do santuário o animal possuía dois característicos como advogado e como intercessor.

Uma parte essencial e solene do ritual era o ofertante pôr a mão na cabeça da vitima. (Levítico 1:4)

Esse ato de abrir o coração e relatar tudo sem exceção à vítima assume o lugar do pecador passa a conhecer tudo sobre ele somente assim tem como tomar medidas cabíveis até o ponto de sacrificar em seu lugar.

O cristão vê na cerimônia da imposição de mãos e na transferência para a vítima, um tipo de sua própria dependência de Cristo para a salvação. 

Em romanos 8:31-39 demonstra a certeza que o cristão tem que ter de si mesmo e de seu Salvador que é Jesus Cristo, pois Ele conhece as nossas fraquezas as nossas lutas e sabe que o cristão pode cair a qualquer momento, por essa razão se realizava o sacrifício continuo ( Êxodo 29:38-42).

Todos nós devemos ter uma autoestima, pois Cristo tomou seu lugar no altar e que, na verdade, Ele já fez isso ao morrer na cruz. Ele morreu para que pudéssemos viver.

Uma curiosidade que preciso mencionar é o propiciatório, que vem de uma raiz que significa “cobrir”, ou seja, “perdoar” o pecado. O propiciatório representa misericórdia divina, portanto é uma espécie de intercessor. Era de “ouro puro”, indicando que a misericórdia é o mais precioso dos atributos divinos. (Êxodo 25:17)

Arca possuía uma tampa que é propriamente dito como o propiciatório e o mesmo representa ao nosso Senhor Jesus Cristo, pois o sangue era derramado em cima do propiciatório.

Enquanto as tábuas dentro da arca testificavam contra o povo, o propiciatório apontava um meio pelo qual as exigências da lei pudessem ser satisfeitas e o pecador, salvo da morte, o castigo da lei.

A um ponto interessante que devo mencionar é que nem todo o pecador pede perdão, esse o ponto máximo da intercessão de Cristo, e o nosso conforto em saber que Cristo está sempre pronto a “cobrir” os pecadores com Seu manto de justiça até que percebam sua condição e vejam que Ele jamais os abandona ou esquece, e que mesmo antes de irem a Ele a provisão necessária para a salvação já foi feita.

Graça a Deus por essa maravilhosa providência! Mas que ninguém tire disso indevida vantagem e atrase a confissão dos pecados.

Amém

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v1. P. 686,767,769



Bíblia (ACF)

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Nosso Sumo Sacerdote



Nosso Sumo Sacerdote

Hoje quero falar o que tem em comum o sacerdote-rei de Salém com o Sacerdócio de Cristo, o ponto de partido nosso será em Gênesis 14:18 na qual está escrito “18 E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e era este sacerdote do Deus Altíssimo.”

Quem é Melquisedeque. O sacerdote-rei de Salém se uniu ao rei de Sodoma para dar as boas-vindas a Abraão. Nos dias de Abraão, Jerusalém era conhecida como salém, ou shalem, “paz” ou “segurança” a confirmação está Salmos 76: 2, que relata, “E em Salém está o seu tabernáculo, e a sua morada em Sião”.

A cidade de Jerusalém é mencionada pela primeira vez em registros egípcios do século 19 A.C, e era então governada por reis amorreus.

Melquisedeque era um sacerdote de Deus altíssimo, em Gênesis 14:18-21 veja o que está escrito “18 E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e era este sacerdote do Deus Altíssimo.

19 E abençoou-o, e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra;

20 E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.

21 E o rei de Sodoma disse a Abrão: Dá-me a mim as pessoas, e os bens toma para ti.”

Analise o texto bíblico acima e você notará que o rei de Sodoma chegou primeiro, mas permitiu que o rei de Salem que é Melquisedeque dirigisse a palavra primeira, demonstrando assim a preferencia pelo personagem mais ilustre, Melquisedeque.

Só depois que o rei de Sodoma dirigiu a palavra a Abraão e fez o pedido no verso 21.

Uma lição importante sobre o Melquisedeque que é surpreendente encontrar entre os ímpios cananeus e amorreus do tempo de Abraão um governante local que não só era fiel ao verdadeiro Deus, mas também atuava no ofício sacerdotal “E o sacerdote de Midiã tinha sete filhas, as quais vieram tirar água, e encheram os bebedouros, para dar de beber ao rebanho de seu pai.” Êxodo 2:16.

Isso mostra que Deus ainda possuía alguns fiéis naquela terra.

Um ponto importante é o respeito e o reconhecimento de Abraão com sacerdote Melquisedeque, foi quando deu o dízimo dos despojos tirados do inimigo, foi o reconhecimento do divino sacerdócio de Melquisedeque, e prova que Abrão estava familiarizado com a sagrada instituição do dízimo.

O que me chamou atenção foi o que o Salmista escreveu “Jurou o SENHOR, e não se arrependerá: tu és um sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque”. Salmos 110:4

“Ordem de Melquisedeque” em Cristo o sacerdócio e o reinado estão unidos como em Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote de Deus ( ver Gn 14:18; Hb 5:6,10; 6:20; 7:1-3,11,15,17,24,28).

Tanto Cristo e Melquisedeque possuem as mesmas funções, mas devemos lembrar que Cristo é o sacerdote perfeito, um sacerdote eterno.

Ele é sacerdote em virtude de uma promessa de Deus confirmada mediante juramento “Mas este com juramento por aquele que lhe disse: Jurou o Senhor, e não se arrependerá; Tu és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque”,(Hebreus 7:21).

Isto resolve o decreto para além de todo o questionamento, na qual se refere os Salmos 110:4 “Sacerdote para sempre”.



Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v1 p. 306

Comentário Bíblico Adventista v3 p. 988



Bíblia (ACF)

Cristo, nosso Sacerdote



Cristo, nosso Sacerdote

"Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal Sumo Sacerdote, que Se assentou à destra do trono da Majestade nos Céus, como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu não o homem" (Hb 8:1, 2)

Hoje quero falar sobre o Sacerdócio de Cristo algo que todos os cristãos devem conhecer e entender o seu significado, pois esta relacionado com a salvação.

O texto escolhido na Santa bíblia é o de Hebreus 8, aqui o apóstolo Paulo demonstra em resumo o principal papel de Cristo por toda humanidade. 

“Das coisas que tenho dito”, é um ponto fundamental, pois está relacionado com os rituais do santuário que eram realizados pelo povo Hebreus, o próprio santuário testificava que era uma copia do verdadeiro e também apontava para o melhor que é Cristo.

“Possuímos tal Sumo sacerdote”, na vida do povo de Deus, os cristãos viveram uma vida insana, mas Deus tem escolhidos homens para que intercedesse pelo individuo, povo e nação.

Abraão, Moisés, Jó, Daniel e Salomão foram alguns entre tantos que através de sua fé pediam perdão para si e para o povo em atos e pelo sistema sacrifical.

Hoje O melhor do Sumo sacerdote é Cristo, na qual intercede pelos Seus filhos, diante do Pai, "E o SENHOR advertiu a Israel e a Judá, pelo ministério de todos os profetas e de todos os videntes, dizendo: Convertei-vos de vossos maus caminhos, e guardai os meus mandamentos e os meus estatutos, conforme toda a lei que ordenei a vossos pais e que eu vos enviei pelo ministério de meus servos, os profetas." (II Reis 17 : 13)

“Se assentou à destra do trono”, foi após a ressurreição quando Cristo acendeu aos céus, se apresentou o Pai como digno do cumprimento da promessa.

“Verdadeiro tabernáculo”, Embora os hebreus soubessem que Deus não podia habitar numa construção feita por homens ( 1 Reis 8:27; 2 Crônicas 2:6; Isaias 66:1; Jeremias 23:23,24), não parecia apropriado que houvesse culto sem um templo.

O santuário permitia Deus estar perto do Seu povo e tornava real Sua presença. 

O tabernáculo do céu, como o da terra, foi estabelecido para lidar com o problema do pecado. Cristo “entrou em Sua obra mediadora” após Sua ressurreição e antes de Sua ascensão 40 dias mais tarde. Ele estava preparado para assumir Seu ministério sacerdotal em virtude de ter obtido redenção para a humanidade por meio de Seu sangue (Hebreus 9:12).

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v1 p. 684

Desejado de Toda Nações p. 819

Bíblia (ACF)





domingo, 17 de novembro de 2013

Levítico 1: 1 “Da tenda da congregação”



Levítico 1: 1

“Chamou o Senhor a Moisés e, da tenda da congregação, lhe disse:”



Da tenda da congregação

Como resultado do pecado, o homem foi expulso de seu lar no Éden, onde desfrutava plena comunhão com o Criador. Pelo fato de o ser humano não mais estar qualificado a viver na presença divina, Deus concordou em descer e viver com ele. Assim, Ele instruiu Moisés: “ E Me farão um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles” (Êxodo 25:8). 

Num sentido espiritual, Deus sempre buscou habitar com a humanidade e não pode “descansar” até que tenha encontrado essa morada (Salmos 132:13-16), em primeiro lugar no coração de Seu povo individualmente ( 1 Coríntios 3:16,17; 6:19), e no meio de qualquer grupo que se reúna para Lhe adorar (Mateus 18:20).

O sistema cujo centro era o tabernáculo terreno apontava para Cristo, que mais tarde “habitou” entre os homens (João 1:14).

A palavra hebraica Shakan, “habitar”, significa ser um residente e permanente numa comunidade. Ela tem estreita relação com a palavra Shekinah, usada para a manifestação da glória divina sobre o propiciatório.

O Shekinah era o símbolo da presença divina, por meio do qual Deus prometeu “habitar entre eles” (ver Êxodo 25:22).

E assim fez Moisés, e “a glória do Senhor encheu o tabernáculo” (Êxodo 40:34). Maravilhoso amor! 

Com quanta ansiedade o povo deve ter se reunido para contemplar a sagrada estrutura. E enquanto observava com satisfação reverente, a coluna de nuvem flutuou de forma majestosa sobre o santuário, desceu e o envolveu. Assim Deus demonstrou aprovação por tudo que tinha sido feito. O Senhor aceitou a morada preparada para Ele, e entrou nela. Com profunda emoção o povo contemplou o sinal de que a obra de suas mãos havia sido aceita Deus habitava com eles e os acompanharia (Números 9:15-23).

Por não suportar a separação de Seus filhos, Deus concebeu um plano em que pudesse até mesmo morar entre eles. Ele iria acompanha-los para um lado e para outro no deserto e, por fim, os levaria à terra prometida.

O livro de Êxodo finaliza com uma sublime manifestação da glória e do poder de Deus. Ele termina como a história deste mundo irá terminar, com a descida da glória do Senhor para morar com a humanidade (Apocalipse 21:3, 22:5).

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v1 p. 685,743,767

Patriarca e Profetas p. 349,350



segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O Dia da Expiação

O Dia da Expiação

Levítico 16:30  Porque naquele dia se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados perante o SENHOR.

A expiação começa em 29 de Setembro a 30 de Outubro obtendo um período de 30 dias aonde se comemorava o ano novo dos judeus (Yom kippur), e tem por finalidade a purificação do santuário terrestre como o santuário espiritual (que é o nosso corpo).

O dia da Expiação, que era também o dia anual de juízo. O dia anual de juízo mostra que nossas ações são importantes à vista de Deus.

Todos os outonos, em tempos bíblicos, Deus tinha para Seus sacerdotes uma tarefa especial: tocar trombetas para advertir o povo de que deveria preparar-se para o dia da Expiação que advertir o povo de que deveria preparar-se para o dia da Expiação que se aproximava. Esse dia era também o dia anual de juízo.

O trabalho do sumo sacerdote durante o Dia da Expiação/Dia do Juízo relacionava-se primariamente com a purificação do povo de seus pecados.

Uma vez por ano, no ritual hebraico, o sumo sacerdote se apresentava ante a presença de Deus, diante da arca do concerto. Ali, diante do tabernáculo, no final do ano judeu, o povo se reunia para um exame profundo e último de seus corações, para a última purificação da alma, e o último comprometimento com a lealdade e obediência.

Arsenio

Bibliografia

Uma nova era segundo as profecias do Apocalipse p. 166,229,383
Relação de Daniel p. 102

Bíblia (ACF)

sábado, 2 de novembro de 2013

Jeremias 17: 1

Jeremias 17: 1

“O PECADO de Judá está escrito com um ponteiro de ferro, com ponta de diamante, gravado na tábua do seu coração e nas pontas dos vossos altares;”

“Um ponteiro de ferro”. Um estilete (NVI), BJ) ou uma ferramenta para esculpir ( Jó 19:4).

Diamante. Do Hebraico shamir, “esmeril”, “diamante” ou “pederneira”. Não era o diamante como o conhecemos, mas uma pedra afiada colocada no ferro para gravura em metal.

 A palavra é traduzida como “diamante” (Ezequiel 3:9; Zacarias 7:12). Ela é empregada neste versículo para mostrar que “o pecado de Judá” estava profunda e indelevelmente gravado “nas tábuas do coração” (ver 2Co 3:3).

Nas pontas. Muito provavelmente, as pontas dos altares do cultos idólatra (para uma descrição das pontas no antigo altar, ver Êxodo 27:2; 29:12).

Jó 19:4

Embora haja eu, na verdade, errado, comigo ficará o meu erro.”

Haja eu, na verdade, errado.  Não necessariamente uma admissão de culpa moral, mas um reconhecimento de suas limitações humanas.

Comigo ficará. Provavelmente o significado da frase seja: “Isso não prejudica ninguém exceto a mim mesmo.”

Arsenio

Bibliografia v4 p. 456
Comentário bíblico Adventista v.4 p. 456
Comentário bíblico Adventista v.3 . 615


Imposição de mãos


Imposição de mãos

Levítico 4:27-30

 27  E, se qualquer pessoa do povo da terra pecar por ignorância, fazendo contra algum dos mandamentos do SENHOR, aquilo que não se deve fazer, e assim for culpada;
28  Ou se o pecado que cometeu lhe for notificado, então trará pela sua oferta uma cabra sem defeito, pelo seu pecado que cometeu,
29  E porá a sua mão sobre a cabeça da oferta da expiação do pecado, e a degolará no lugar do holocausto.
30  Depois o sacerdote com o seu dedo tomará do seu sangue, e o porá sobre as pontas do altar do holocausto; e todo o restante do seu sangue derramará à base do altar;

Comentário

Levítico 4: 27 = “E, se qualquer pessoa do povo da terra”: O procedimento era o mesmo no caso de um príncipe, com exceção de que o homem comum devia trazer uma fêmea em vez de um macho. A fêmea era de algum modo inferior na escala de valor em relação ao macho e, portanto, era facilmente adquirida. O ritual de sangue e a disposição da gordura eram o mesmos que os dos sacrifícios pelos príncipes que pecavam ( versos 23-26).

Levítico 4: 24 = “ E porá a mão sobre a cabeça”. Segue –se o mesmo padrão das outras ofertas e tem o mesmo significado. Ao pôr as mãos sobre a vítima, o pecador identificava-se com ela, transferia-lhe seus pecados pela confissão e a apresentava como seu substituto.

Levítico 4:4 = “ Porá a mão”. Era a mesa cerimônia de todos os holocaustos, exceto quando aves eram oferecidas. A imposição da mão denotava não apenas a dedicação do animal a Deus. Na verdade, quando o ofertante se inclinava sobre a cabeça da vítima, ele se identificava com ela, e ela se tornava seu substituto (levítico 1:4).

A imposição da mão era acompanhada pela confissão do pecado que havia motivado o ato do sacrifício (Levítico 5:5). Esse princípio se aplicava a todos os sacrifícios pelo pecado, sendo, portanto, um ato significativo. Ao confessar o pecado e inclinar-se sobre a vítima, o pecador declarava sua fé em Deus, que havia provido um substituto para sofrer a penalidade por seu pecado. Trazer o sacrifício não era a penalidade. A penalidade era a morte, e o animal era que pagava.

Vemos que todos os versos citados acima mostram que sem sangue não remissão dos pecados, ao seguir as ordens de Deus, o pecador arrependido podia ter certeza de que a vítima seria aceita em seu lugar. Assim também o crente pode se assegurar de que, ao seguir as orientações de Deus, será aceito em Cristo, o Substituto, sabendo que Ele toma seu lugar no altar e que, na verdade, Ele já fez isso ao morrer na cruz. Ele morreu para que pudéssemos viver.

Arsenio

Bibliografia
Comentário Bíblico Adventista v1 p. 770,788,790,791
Bíblia (ACF)



Pecado e misericórdia

Pecado e misericórdia

Levitico 4:2 Fala aos filhos de Israel, dizendo: Quando uma alma pecar, por ignorância, contra alguns dos mandamentos do SENHOR, acerca do que não se deve fazer, e proceder contra algum deles;

Quando alguém pecar: As ofertas pelo pecado foram mencionadas primeiramente em conexão com a consagração de Arão e de seus filhos (Êxodo 29:14), mas não foram nessa ocasião ordenadas para o povo em geral. 

As palavras “pecado” e “oferta pelo pecado” são traduzidas da mesma palavra hebraica, hatsa´th, o que implica um relacionamento próximo entre elas. “Pecado” requeria uma oferta pelo pecado. Trazer uma oferta pelo pecado significa que um pecado havia sido cometido. Ao trazer a “oferta pelo pecado” ao santuário, a pessoa estava literalmente trazendo o pecado representado por ela e pelo qual devia se fazer expiação.

Por ignorância; Ou seja, “sem intenção (NVI), involuntariamente, inadvertidamente, sem pensar ou descuidadamente”.

Um detalhe importante a mencionar é o que recebeu luz tem mais responsabilidade do que aquele que vive na ignorância.

Contra alguns dos mandamentos: Isso se refere particularmente aos dez mandamentos, mas também inclui outras ordens de Deus.

O mesmo pecado cometido por pessoas diferente não é igualmente pecaminoso. A luz sempre traz responsabilidade. Um pecado idêntico cometido por uma pessoa ignorante e por alguém civilizado ( conhecer toda verdade João 8:32), deve ser considerado e julgado, em cada caso, de um ponto de vista diferente.

Aqui se encontra a misericórdia de Deus  em levar todas as coisas em consideração e mostra, neste capítulo, que faz provisão para isso.

Arsenio

Bibliografia
Comentário Bíblico Adventista v1 p. 786
Bíblia (ACF)