Casamento

sábado, 2 de novembro de 2013

Imposição de mãos


Imposição de mãos

Levítico 4:27-30

 27  E, se qualquer pessoa do povo da terra pecar por ignorância, fazendo contra algum dos mandamentos do SENHOR, aquilo que não se deve fazer, e assim for culpada;
28  Ou se o pecado que cometeu lhe for notificado, então trará pela sua oferta uma cabra sem defeito, pelo seu pecado que cometeu,
29  E porá a sua mão sobre a cabeça da oferta da expiação do pecado, e a degolará no lugar do holocausto.
30  Depois o sacerdote com o seu dedo tomará do seu sangue, e o porá sobre as pontas do altar do holocausto; e todo o restante do seu sangue derramará à base do altar;

Comentário

Levítico 4: 27 = “E, se qualquer pessoa do povo da terra”: O procedimento era o mesmo no caso de um príncipe, com exceção de que o homem comum devia trazer uma fêmea em vez de um macho. A fêmea era de algum modo inferior na escala de valor em relação ao macho e, portanto, era facilmente adquirida. O ritual de sangue e a disposição da gordura eram o mesmos que os dos sacrifícios pelos príncipes que pecavam ( versos 23-26).

Levítico 4: 24 = “ E porá a mão sobre a cabeça”. Segue –se o mesmo padrão das outras ofertas e tem o mesmo significado. Ao pôr as mãos sobre a vítima, o pecador identificava-se com ela, transferia-lhe seus pecados pela confissão e a apresentava como seu substituto.

Levítico 4:4 = “ Porá a mão”. Era a mesa cerimônia de todos os holocaustos, exceto quando aves eram oferecidas. A imposição da mão denotava não apenas a dedicação do animal a Deus. Na verdade, quando o ofertante se inclinava sobre a cabeça da vítima, ele se identificava com ela, e ela se tornava seu substituto (levítico 1:4).

A imposição da mão era acompanhada pela confissão do pecado que havia motivado o ato do sacrifício (Levítico 5:5). Esse princípio se aplicava a todos os sacrifícios pelo pecado, sendo, portanto, um ato significativo. Ao confessar o pecado e inclinar-se sobre a vítima, o pecador declarava sua fé em Deus, que havia provido um substituto para sofrer a penalidade por seu pecado. Trazer o sacrifício não era a penalidade. A penalidade era a morte, e o animal era que pagava.

Vemos que todos os versos citados acima mostram que sem sangue não remissão dos pecados, ao seguir as ordens de Deus, o pecador arrependido podia ter certeza de que a vítima seria aceita em seu lugar. Assim também o crente pode se assegurar de que, ao seguir as orientações de Deus, será aceito em Cristo, o Substituto, sabendo que Ele toma seu lugar no altar e que, na verdade, Ele já fez isso ao morrer na cruz. Ele morreu para que pudéssemos viver.

Arsenio

Bibliografia
Comentário Bíblico Adventista v1 p. 770,788,790,791
Bíblia (ACF)



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