Casamento

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Enganados pela evidência

Enganados pela evidência

Gênesis 3:4 Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis.
5 Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.
6 E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.



O princípio fundamental que estava em jogo foi a lealdade a Deus, não foi por falta de conselhos, pois Deus encarregará um anjo para preveni-los.
Não foi a falta da intimidade com Deus ou de afastar de seu marido.
A principio Eva escolheu está lá aonde não deveria, e por não lembrar as orientação do anjo ela transgrediu quatro mandamento que são;
Não cobiçarás Êxodo 10:17
Não Roubarás Êxodo 20:15
Não Matarás Êxodo 20:13
Não terás outro deuses, diante de mim. Êxodo 20:3
Em sua mente ela já era culpada de transgredir o mandamento divino.
O Ato de tomar o fruto e comer dele foi apenas o resultado natural de haver se colocado no caminho da transgressão.
Apesar deste quadro mandamentos sido jogado por terra Deus a perdoaria o seu erro pois é um Deus misericordioso rico em perdoar.
Um fato que devemos lembrar é que a morte que Deus transmitiu ao par do Éden não era pelo fato de tocar ou comer o fruto, mas sim o resultado da desobediência que passaria de uma geração a outra tornando um caos.
Por mais deplorável que fosse a transgressão, cheia de possíveis infortúnios para a família humana, a escolha de Eva não envolvia necessariamente a raça na penalidade dessa transgressão.
Finalmente posso afirmar que Eva é inocente, Adão que é o culpado a escolha deliberada, na plena compreensão de uma ordem expressa de Deus, que tornou o pecado e a morte a sorte inevitável da humanidade.
Eva foi enganada, mas o mesmo não ocorreu com Adão (Romanos 5:12,14; 1 Coríntios 15:21; 1 Timóteo 2:14; 2 Coríntios 11:3).
Em Gênesis 3:6 da a impressão que Adão estava junto do dialogo entre Eva e a serpente, mas não estava veja o verso a seguir: E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.  "e deu também a seu marido" significa que ela lhe deu do fruto quando se encontrou com ele novamente, para que ele pudesse comer "com ela" e, assim, partilhar dos supostos benefícios do fruto.
Um dos maiores erros que cometemos é que oramos pouco, esquecemos de compartilhar os mais intimo desejo para com Deus, se Eva ou mesmo Adão abrir-se um dialogo com o Criador, com certeza teria uma alternativa divina e a história da humanidade seria diferente.

   Arsenio

Bibliografia
Comentário Bíblico Adventista p. 214,215
Bíblico (ACF)


  

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A mulher e a serpente

A mulher e a serpente

Gênesis 3: 2 E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos,
3 Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais.

Vamos analisar como a mulher respondeu a serpente? Que erros ela cometeu?

Do fruto das árvores do jardim comeremos. Eva evidentemente compreendeu a pergunta no segundo sentido já discutido, e, em vez de voltar as costas e correr para o marido, mostrou sinais de vacilação e dúvida e uma disposição para discutir o assunto um pouco mais com a serpente.

Eva só tinha que especificar qual a árvore que não podia comer ou toca-la, o homem não devia comer especificamente da árvore que tinha o nome de “arvore do conhecimento do bem e do mal”.

O fato de não dizer o nome da árvore que não podia comer Eva demonstrou dúvida e quando indica a sua localização que está “no meio do jardim”, ela a colocou quase na mesma categoria das outras árvores do lar edênico.

Outro ponto em que Eva foi pego foi a forma que ela mudou  a certeza de Deus, “no dia em que dela comeres, certamente morrerás” em “para que não morrais”, esta mudança Eva declará que o fato de tocar o fruto resultaria em morte, e foi justamente neste ponto que o diabo percebeu que a obediência estava condicionada ao medo da morte e não no amor natural do bondoso Deus.

Watchman Nee disse uma vez: “Se você ouve uma pessoa, você pode detectar por suas palavras o espírito que está saindo delas”.

Por isso é tão importante colocar uma guarda sobre seus lábios, para que o que sair deles não seja apenas verdadeiro, mas também bom, positivo, edificante e alinhado com a vontade de Deus.

Através da palavras Eva foi derrotada mas você pode mudar sua atitude e comportamento, mas primeiro deve mudar seus pensamento e palavras. E para isso você precisa da ajuda do Espírito Santo.

A atitude determina a ação.

Deus abençoe você.

Arsenio

Bibliografia
Eu e Minha Boca Grande p.190
Comentário Bíblico Adventista p.213,214
Bíblia (ACF)

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Serpente foi mais astuta

Serpente foi mais astuta

Gênesis 3:1 Ora, a serpente era mais astuta que todas as limárias do campo que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvores do jardim?

Temos que primeiro analisar a espécie que é a serpente.
Quando Deus criou os animais inclusive a serpente Ele disse que era bom, baseando no que está escrito na Bíblia a serpente, surge na narrativa uma nova figura que exercerá tremenda influência na história subseqüente do mundo.
A serpente é representada como uma criatura mais sagaz que os outros animais, a palavra "Sagaz", e "no hebraico [`arum], é algumas vezes usada na Bíblia para indicar uma desfavorável tendência de caráter. ( João 5:12; 15:5).
O caráter malévolo das serpentes de hoje é resultado da queda e da subseqüente maldição, e não uma característica desse animal ao ser criado.
Contudo, a Bíblia toda deixa bem claro que o responsável pela queda do homem não foi a serpente em si, mas satanás. (João 8:44; 2 Coríntios 11:3,14; Romanos 16:20).
Neste ponto a descrição mais favorável é sagaz, possui uma fala mansa e amigável, outro ponto que devemos levar em consideração é que a serpente intensifica as suas mentiras sutis, persuadindo os jovens mediante todos os argumentos possíveis e imagináveis de que eles não necessitam ou não devem ou não podem obedecer a Deus. 
Satanás planejou que suas palavras fossem indefinidas e ambíguas, o seus propósito era óbvio ele desejava semear dúvidas no coração da mulher.
Assim como Jesus venceu o diabo dizendo "Esta Escrito" do hebraico [Katub], usando a fé que é o segredo da vitória (1 S. João 5:4), e a fé cresce à medida que estudamos a Palavra de Deus (Romanos 10:17).

Arsenio

Bibliografia

Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse p. 338,408.
Comentário Bíblico Adventista p. 213.
Bíblia (ACF)

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Estilo de Vida e Conduta Cristã

Documento: Estilo de Vida e Conduta Cristã

O que é, e qual é o propósito do Documento
Uma comissão de líderes adventistas de oito países sul-americanos votou, no final de 2012, documento intitulado Estilo de Vida e Conduta Cristã. O objetivo é reafirmar a crença bíblica defendida pela Igreja Adventista do Sétimo Dia quanto ao comportamento de um cristão diante de diferentes situações da sua vida cotidiana como recreação, mídia, vestuário, sexualidade, joias, ornamentos e saúde. A ideia do documento não é substituir a Bíblia e nem criar novas normas.
A intenção foi resumir, em uma linguagem simples mas clara e objetiva, o que Deus estabeleceu em Sua Palavra sobre esses temas no contexto da misericórdia e da graça cristãs. Trata-se de um material que reúne em um só lugar várias declarações que refletem o pensamento adventista sobre o assunto. Como o próprio documento diz, “as recomendações apresentadas neste documento não devem ser usadas como elemento de crítica ou julgamento de outros, mas como apoio para a vida pessoal”.
Segue abaixo o documento na íntegra:
Introdução
A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece a importância do sacrifício de Cristo na cruz como o preço pago pela nossa salvação. Deus, em Seu infinito amor pelo mundo, “deu Seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). Ele “prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5:8), e nos convida a aceitar esse sacrifício de amor, a entregar-Lhe totalmente a vida e a nascermos de novo em Cristo (Jo 3:3-15).
A pessoa que passou por essa experiência com Jesus deve agora andar em “novidade de vida”, entregando-Lhe todo o seu ser e todos os aspectos de sua vida (Rm 6:1-11). “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2Co 5:17). Uma vida renovada leva o cristão a um alto padrão de comportamento através de um estilo de vida que O glorifique e que evidencie publicamente a fé e o compromisso que ele tem com Cristo Jesus. Dois ensinos bíblicos fundamentam a importância do estilo de vida para o cristão adventista: 1) a restauração da imagem de Deus no ser humano; e 2) a missão profética específica da Igreja Adventista no final dos tempos.
A restauração da imagem de Deus. Segundo as Escrituras, o ser humano foi criado à “imagem e semelhança” de Deus (Gn 1:26, 27). Essa realidade foi manchada pelo pecado (Gn 3). Desde a queda, no entanto, Deus tem trabalhado pela restauração plena dessa imagem no ser humano (Rm 8:29; 1Co 15:49; 2Co 3:18; Ef 4:22-24; Cl 3:8-10) através da redenção em Cristo Jesus e da atuação do Espírito Santo na vida e mente daqueles que respondem positivamente ao Seu convite à salvação (Jo 1:12, 13; 3:3-16). Nesse processo de restauração, Deus chama Seus filhos a um reavivamento e reforma através do compromisso com a santidade. “Sede santos porque Eu sou santo” (Lv 11:44, 45; 19:2; 20:26); “sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mt 5:48).
Essas exortações bíblicas são muitas vezes mal-interpretadas e usadas como base de um legalismo exigente e frio, comumente denominado de perfeccionismo. No entanto, no Sermão da Montanha (Mt 5:43-48), Cristo deixou claro que “ser santo” e “ser perfeito” como Deus, é ser um canal divino de Sua graça, amor e bondade aos seres humanos. O cristão torna-se um canal de Deus ao amar sinceramente todos os indivíduos com quem ele se relaciona, orando por eles e ajudando-os, mesmo sendo seus inimigos ou aqueles que o perseguem.
O chamado do cristão é imitar a Deus em todos os aspectos de sua vida (1Pe 1:13-16). Para que isso seja possível, Deus concede aos Seus filhos o Espírito Santo, o Consolador, que opera na mente e coração dos seres humanos, envolvendo o cultivo de atributos internos (amor, bondade, compaixão, justiça, verdade, pureza, honestidade, responsabilidade, altruísmo, etc.) e externos (modéstia, decência, temperança, boas obras, etc.). Esses atributos representam a restauração do caráter divino evidenciado pelo fruto do Espírito na vida dos filhos de Deus (Rm 12:1-13:14; Gl 5:16-26; Ef 4:17-5:21; Cl 3:1-17; 1Ts 4:1-12; 1Tm 2:8-3:13). A missão profética da Igreja Adventista.
O segundo ensino bíblico que realça a importância de um estilo de vida consagrado a Deus é a missão específica da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Desde seus primórdios, os Adventistas do Sétimo Dia se consideram um movimento profético, com a missão especial de preparar um povo para a Segunda Vinda de Jesus. Esse movimento foi profetizado em Isaías 40:1-5, como a “voz do que clama no deserto” preparando o caminho do Senhor; em Isaías 58:12, como o “reparador de brechas e restaurador de veredas” que restabeleceria verdades bíblicas esquecidas, entre as quais a santificação do sábado; em Malaquias 4:4-6, como o Elias que antecederia a vinda do Messias. Seu cumprimento foi predito em Apocalipse 14:6-12, com a tríplice mensagem angélica pregada nos últimos dias da história humana pelos “santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus”.
A missão da Igreja Adventista é a mesma de João Batista — preparar um povo para a vinda de Jesus, e ambos são objetos das profecias específicas de Isaías 40 e Malaquias 4. João Batista é, portanto, um modelo profético da Igreja Adventista, e grande ênfase é dada ao seu estilo de vida, especialmente em relação à comida, bebida e vestimenta (Mt 3:4; Mc 1:6; Lc 1:15). Isso pressupõe que um estilo de vida específico, ordenado por Deus, é um aspecto importante no cumprimento da missão do mensageiro profético que prepara a vinda do Senhor.
Recomendações
Com base nessa percepção das verdades bíblicas, a Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia reafirma seu compromisso com um estilo de vida cristã que represente seu chamado e sua missão diante do mundo e que seja uma resposta de coração à graça e ao amor de Deus. E, com o propósito de aconselhar e incentivar seus membros a crescerem na fé, a aprofundar sua experiência com Deus e a avançar no cumprimento da missão evangélica, faz as seguintes recomendações:
1. Vida de santificação
O cristão é chamado a consagrar a Deus todos os aspectos de sua vida. Como está escrito: “Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo. Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe 1:13-16). Ao fazer a vontade do Mestre, “precisamos chegar ao ponto de reconhecer plenamente o poder e a autoridade da Palavra de Deus, quer ela concorde ou não com nossas opiniões preconcebidas. Temos um perfeito livro-guia. O Senhor nos falou a nós; e, sejam quais forem as consequências, devemos receber Sua Palavra e praticá-la na vida diária. De outro modo estaremos escolhendo nossa própria versão do dever e fazendo exatamente o oposto daquilo que nosso Pai celestial nos mandou fazer” (Ellen G. White, Manuscrito 148, 1902; ver Medicina e Salvação, p. 255, 256).
2. Crescimento espiritual
A santificação implica um contínuo processo de crescimento espiritual pela graça de Deus em Jesus, através da comunhão pessoal com Ele pelo estudo da Bíblia, pela prática da oração e pelo testemunho pessoal. O alvo é chegar “ao pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado ao outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo nAquele que é a cabeça, Cristo” (Ef 4:13-15). “Muitos têm a ideia de que devem fazer sozinhos parte do trabalho. Confiaram em Cristo para o perdão dos pecados, mas agora procuram por seus próprios esforços viver retamente. Mas qualquer esforço como este terá de fracassar. Diz Jesus: ‘Sem Mim nada podereis fazer’ (Jo 15:5). Nosso crescimento na graça, nossa felicidade, nossa utilidade – tudo depende de nossa união com Cristo. É pela comunhão com Ele, todo dia, toda hora – permanecendo nEle – que devemos crescer na graça” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 69).
3. Pureza moral
Todo filho e filha de Deus deve conservar puros o coração e a mente (Sl 24:3, 4; 51:10), seguindo o modelo de Cristo: “E a si mesmo se purifica todo o que nEle tem esta esperança, assim como Ele é puro.” (1Jo 3:3). O cristão deve evitar e rejeitar tudo que possa poluir sua mente e sua vida, levando-o a pecar. Duas exortações de Paulo servem para nortear suas escolhas: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co 10:31); “Finalmente, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é puro, tudo que é amável, tudo que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isto que ocupe o vosso pensamento” (Fp 4:8).
4. Recreação e mídia
Seguindo o princípio da pureza moral, o cristão deve evitar livros e revistas, programas de rádio, televisão, internet ou qualquer outro tipo de mídia, jogos ou equipamentos modernos cujo conteúdo possa poluir sua mente e coração. Deve-se evitar tudo que induza ao mal e promova violência, desonestidade, desrespeito, adultério, pornografia, vícios de toda sorte, descrença, uso de palavrões e linguagem obscena, entre outras coisas. O cristão não pode conformar-se aos valores comuns de um mundo profundamente corrompido pelo pecado, mas deve ser transformado pelo Espírito, renovando sua mente a fim de experimentar “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2; ver também 1Jo 2:15-17). Certos lugares públicos de diversão tais como estádios esportivos, teatros e cinemas, em sua programação habitual, são inapropriados para o cristão adventista. Vários fatores contribuem para essa avaliação negativa por parte da Igreja, dentre eles:
a falta de controle sobre o conteúdo que é apresentado ou o evento que está ocorrendo;
a psicologia de massa que muitas vezes leva alguém a seguir em uma direção que de outro modo não o faria;
o fato de todo o ambiente ser planejado para potencializar o impacto sobre o indivíduo e sua mente, facilitando a aceitação, geralmente imperceptível, de ideias e valores contrários à fé cristã;
o tempo e os recursos financeiros gastos nessas diversões que poderiam ser utilizados para outros fins mais condizentes com a fé e os propósitos de vida de um cristão;
o testemunho negativo que a frequência a esses lugares pode deixar na mente de membros e não membros da igreja. O conselho de Ellen White aos jovens acerca do teatro, no seu tempo, parece ainda mais pertinente hoje para todos os lugares de diversão: “Entre os mais perigosos lugares de diversões, acha-se o teatro. Em vez de ser uma escola de moralidade e virtude, como muitas vezes se pretende, é um verdadeiro foco de imoralidade. Hábitos viciosos e propensões pecaminosas são fortalecidos e confirmados por esses entretenimentos. Canções baixas, gestos, expressões e atitudes licenciosos depravam a imaginação e rebaixam a moralidade. Todo jovem que costuma assistir a essas exibições se corromperá em seus princípios. [...] O amor a essas cenas aumenta a cada condescendência, assim como o desejo das bebidas alcoólicas se fortalece com seu uso. O único caminho seguro é abster-nos de ir ao teatro, ao circo e a qualquer outro lugar de diversão duvidosa” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 380).
A dança e os ambientes sociais como boates e outras casas noturnas são contrários ao princípio da pureza cristã, uma vez que excitam as paixões humanas, a luxúria e sedução. A dança é ainda comumente acompanhada do estímulo ao uso de bebidas alcoólicas, de drogas, da prática de violência e comportamento desenfreado. Sua promoção e prática não se harmonizam com os princípios cristãos adventistas, nem mesmo em um contexto particular, residencial, ou em atividades espirituais e sociais realizadas pela igreja.
A recreação através da música, seja ela religiosa ou não, também deve passar pelos critérios bíblicos da glorificação a Deus e qualidade do material em questão. Uma discussão detalhada desse assunto tão importante aparece nos documentos: “Filosofia Adventista do Sétimo Dia com Relação à Música”; e “Orientações com Relação à Música para a Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul”, que você acessa clicando aqui.
5. Vestuário.
O vestuário cristão é claramente orientado nas Escrituras pelo princípio da modéstia e da beleza interior que implicam bom gosto com decoro. Os Adventistas do Sétimo Dia crêem que os princípios acerca do vestuário que aparecem em 1 Timóteo 2:9 e 10 e 1 Pedro 3:3 e 4, em relação às mulheres cristãs, se aplicam tanto a homens como a mulheres. O cristão deve se vestir com modéstia, decência, bom-senso, evitando a sensualidade provocativa tão comum da moda, e sem ostentação de “ouro, pérolas ou pedras preciosas, ou vestuário dispendioso” (1Tm 2:9).
Esse princípio deve aplicar-se não apenas a roupas, mas a todas as questões que envolvem a aparência pessoal e seus enfeites. Tudo deve evidenciar a riqueza do “homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus” (1Pe 3:4). “O caráter de uma pessoa é julgado pelo aspecto de seu vestuário. Um gosto apurado, um espírito cultivado, revelar-se-ão na escolha de ornamentos simples e apropriados. [...] É justo amar e desejar a beleza; Deus, porém, deseja que amemos e procuremos primeiro a mais alta beleza – aquela que é imperecível. As mais seletas produções da perícia humana não possuem beleza que se possa comparar com a beleza do caráter, que à Sua vista é de grande preço” (Ellen G. White, Educação, p. 248, 249).
6. Jóias e ornamentos
Os princípios bíblicos da modéstia e da beleza interior, que aparecem em 1 Timóteo 2:9 e 1 Pedro 3:3, deixam bem claro que o cristão deve abster-se do uso de jóias e de outros ornamentos, como bijuterias e piercing, e de tatuagens (Lv 19:28). Segundo a exortação bíblica, o cristão deve levar uma vida simples, sem ostentação, evitar despesas desnecessárias e estar livre do espírito de competição tão comum na sociedade. Esses princípios se aplicam às jóias ornamentais. As jóias funcionais, usadas segundo o contexto sociocultural, também devem seguir os mesmos princípios. Para o cristão, a autoestima e a valorização social estão fundamentadas no fato de o ser humano ter sido criado à imagem de Deus (Gn 1:26, 27); de cada individuo ser dotado de dons e talentos que lhes são únicos (Mt 25:14-29); e, sobretudo, por ele ter sido resgatado do pecado pelo mais alto preço possível no Universo, o precioso sangue de Cristo (1Co 6:20).
A busca de autoestima e valorização social por meio do uso de jóias ou ornamentação externa conflita com a profunda experiência cristã que Deus deseja para Seus filhos e filhas (1Tm 2:9, 10; 1Pe 3:3, 4). Apesar de vários personagens bíblicos terem usado jóias, o texto bíblico deixa claro que o seu abandono caracteriza um movimento de total reavivamento e reforma espiritual do povo de Deus (Gn 35:2-4; Êx 33:5, 6). É nesse contexto de reforma e reconsagração que os apóstolos Paulo e Pedro apontam a norma a ser seguida pelos discípulos de Cristo. Para os Adventistas do Sétimo Dia, essa norma deve ser ainda mais relevante, visto que nossa missão como o Elias profético nestes últimos tempos significa também simplicidade no vestuário (Mt 11:7-10; Mc 1:6; Lc 7:24-27). “Trajar-se com simplicidade e abster-se de ostentação de joias e ornamentos de toda espécie está em harmonia com nossa fé” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 366).
7. Sexualidade humana
A sexualidade humana é apresentada na Bíblia como parte da imagem de Deus na humanidade (Gn 1:27), e foi planejada por Deus para ser uma bênção ao gênero humano (Gn 1:28). Desde o princípio, Deus estabeleceu também o contexto em que ela deve ser exercida – o casamento entre um homem e uma mulher (Gn 2:18-25; Hb 13:4). A Bíblia deixa claro que a sexualidade deve ser exercida com respeito, fidelidade, amor e consideração pelas necessidades do cônjuge (Pv 5:15-23; Ef 5:22-33).
O fiel adventista deve evitar também o jugo desigual, relacionando-se afetivamente e unindo-se em matrimônio somente com alguém que compartilhe sua fé (2Co 6:14, 15). As Escrituras claramente classificam como pecado as diferentes formas de sexo fora das diretrizes divinas, como:
o sexo pré-marital e a violência sexual (Dt 22:13-21, 23-29);
o adultério ou sexo extraconjugal (Êx 20:14; Lv 18:20; 20:10; Dt 22:22; 1Ts 4:3-7);
a prostituição, feminina ou masculina (Lv 19:29; Dt 23:17);
a relação com pessoas da mesma família ou crianças (Lv 18:6-17; 20:11, 12, 14, 17, 19-21);
a relação entre pessoas do mesmo sexo (Lv 18:22; Lv 20:13; Rm 1:26, 27);
o travestismo (Dt 22:5);
e a relação sexual com animais (Lv 18:23; Lv 20:15, 16).
As Escrituras também condenam:
o assédio sexual (Gn 39:7-9; 2Sm 13:11-13);
o exibicionismo sensual (Ez 16:16, 25; Pv 7:10, 11);
manter pensamentos e desejos impuros (Mt 5:27-28; Fp 4:8);
a impureza e os vícios secretos, como a pornografia e a masturbação (Ez 16:15-17; 1Co 6:18; Gl 5:19; Ef 4:19; 1Ts 4:7).
O argumento comum de que muitos desses comportamentos sexuais não eram aceitos na antiguidade, quando a Bíblia foi escrita, mas que hoje são socialmente aceitos e, portanto, podem ser até mesmo praticados pelos cristãos, demonstra falta de conhecimento da realidade entre os povos vizinhos do antigo Israel. O próprio texto bíblico é bem claro nessa questão. Levítico 18 diz que essas práticas eram comuns e aceitas no Egito e, mais ainda, na terra de Canaã (Lv 18:3, 24, 25, 27).
Deus condenou essas práticas, apesar de serem aceitas na antiguidade. Os israelitas deveriam viver segundo outro modelo de comportamento sexual, ou seja, o que está explícito nos mandamentos de Deus (Lv 18:4, 5, 26, 30). No entanto, para aqueles que sofrem tentações ou que têm sucumbido em qualquer área do comportamento sexual, a promessa de vitória em Deus é animadora: “Tudo posso nAquele que me fortalece” (Fp 4:13); “não por força nem por poder, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (Zc 4:6). “Os que põem em Cristo a confiança não devem ficar escravizados por nenhuma tendência ou hábito hereditário, ou cultivado. Em lugar de ficar subjugados em servidão à natureza inferior, devem reger todo apetite e paixão. Deus não nos deixou lutar contra o mal em nossa própria, limitada força. Sejam quais forem nossas tendências herdadas ou cultivadas para o erro, podemos vencer mediante o poder que Ele está disposto a nos comunicar” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 175, 176).
8. Saúde
O corpo humano é o templo do Espírito Santo e o cristão deve glorificar a Deus em seu corpo (1Co 3:16, 17; 6:19, 20; 10:31). O cuidado do corpo e da saúde faz parte da restauração da imagem de Deus no homem: “Deus deseja que alcancemos a norma de perfeição que o dom de Cristo nos tornou possível. Ele nos convida a fazer nossa escolha do direito, para nos ligarmos com os instrumentos celestes, adotarmos princípios que hão de restaurar em nós a imagem divina. Na Sua palavra escrita e no grande livro da natureza, Ele revelou os princípios da vida. É nossa obra obter conhecimento desses princípios e, pela obediência, cooperar com Ele na restauração da saúde do corpo bem como da alma” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 114, 115).
Em Sua Palavra, Deus deu orientações claras acerca de comida (Gn 1:29; 3:18; 7:2; 9:3, 4; Lv 11:1-47; 17:10-15; Dt 14:3-21) e bebida (Lv 10:9; Nm 6:3; Pv 20:1; 21:17; 23:20, 29-35; Ef 5:18). A dieta vegetariana é o ideal de Deus para o ser humano (Gn 1-3) e também a abstinência de qualquer tipo de bebida alcoólica e de tudo que seja prejudicial à saúde humana, como bebidas cafeinadas e drogas (Êx 20:13; 1Co 3:17; 6:19; 10:31). As boas coisas que Deus criou para o ser humano devem ser usadas com equilíbrio e sabedoria (Pv 25:16, 27). As coisas más devem ser totalmente evitadas.
Alimentação adequada e abstinência de tudo que é prejudicial à saúde são dois dos oito remédios naturais que Deus prescreveu para a manutenção de uma vida saudável e equilibrada e para a cura de muitas doenças e sofrimento: “Ar puro, luz solar, abstinência, repouso, exercício, regime conveniente, uso de água e confiança no poder divino – eis os verdadeiros remédios. Toda pessoa deve possuir conhecimentos dos meios terapêuticos naturais e da maneira de aplicá-los. [...] Aqueles que perseveram na obediência à suas leis ceifarão galardão em saúde de corpo e de alma” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 127).
Conclusão
As recomendações apresentadas neste documento são conselhos e orientações a serem seguidos com oração, como resultado de profundo relacionamento pessoal com Deus, na busca de Suas verdades e de Sua presença na primeira hora de cada dia. Elas não devem ser usadas como um elemento de crítica ou julgamento de outros, mas como apoio para a vida pessoal. A Palavra de Deus e os conselhos divinos que nos foram transmitidos pelo ministério profético de Ellen G. White nos exortam, como Adventistas do Sétimo Dia, a viver um estilo de vida que seja uma resposta de amor à bondade, à graça e ao infinito amor de Deus por nós. O fruto do Espírito deve permear todas as dimensões do nosso viver, proporcionando equilíbrio entre os aspectos interiores do ser e os exteriores do fazer. O resultado disso será nossa própria felicidade e bem-estar, e o desenvolvimento da nossa salvação em todos os aspectos desejados por Deus. E, por fim, estaremos lançando uma das bases fundamentais para o cumprimento de nossa missão profética, esperando em breve ouvir dos lábios do próprio Jesus: “Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt 25:21).

Criação e queda

     Criação e queda


    "Pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo espírito da Sua boca." Sal. 33:6 e 9. "Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu." "Lançou os fundamentos da Terra, para que não vacile em tempo algum." Sal. 104:5. 

    Quando a Terra saiu das mãos de seu Criador, era extraordinariamente bela. Variada era a sua superfície, contendo montanhas, colinas e planícies, entrecortadas por majestosos rios e formosos lagos; as colinas e montanhas, entretanto, não eram abruptas e escabrosas, tendo em grande quantidade tremendos despenhadeiros e medonhos abismos como hoje elas são; as arestas agudas e ásperas do pétreo arcabouço da terra estavam sepultadas por sob o solo fértil, que por toda parte produzia um pujante crescimento de vegetação. Não havia asquerosos pântanos nem áridos desertos. Graciosos arbustos e delicadas flores saudavam a vista aonde quer que esta se volvesse. As elevações estavam coroadas de árvores mais majestosas do que qualquer que hoje exista. O ar, incontaminado por miasmas perniciosos, era puro e saudável. A paisagem toda sobrepujava em beleza os terrenos ornamentados do mais soberbo palácio. A hoste angélica olhava este cenário com deleite, e regozijava-se com as obras maravilhosas de Deus. 
Nossos primeiros pais não foram deixados sem avisos do perigo que os ameaçava. Mensageiros celestiais expuseam-lhes a história da queda de Satanás, e suas tramas para sua destruição, explicando mais completamente a natureza do governo divino, que o príncipe do mal esta procurando transtornar.
Foi pela desobediência às justas ordens de Deus que Satanás e seu exército caíram.
O que mais magoou a Deus foi a forma que Adão falou percebendo que não podia negar nem desculpar seu pecado; mas, em vez de manifestar arrependimento, esforçou-se por lançar a culpa sobre a esposa, e assim sobre o próprio Deus: "A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e eu comi". Gên. 3:12. 
Começaram então a ver o verdadeiro caráter de seu pecado. Satanás exultou com seu êxito.
Se tivessem saído do teste incólumes o resultado teria sido felicidade eterna,

Arsenio

Bibliografia 
Patriarca e Profetas p. 44,52,54,57
Comentário Bíblico Adventista p. 213
Bíblia (ACF)
 

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Moralidade e responsabilidade

Moralidade e responsabilidade 

Hoje quero escrever sobre Paulo o que ele viu em Atenas em Atos 17:16.
Neste verso Paulo presenciou que a cidade estava mergulhada a idolatria, e uma cena que também reflete em nossos dias.
A visão Familiar, foi construída em uma família feliz e uma sociedade justa, porém o que vemos hoje contradiz o pensamentos anteriores as família vivem ao acaso.
Muitas vezes deixamos de tomar decisões que seriam fundamentais no presente por acreditar que nosso futuro poderá mudar. Porém, com o passar do tempo, percebemos que a situação não mudou e, às vezes, ficou até pior.
O povo a cada dia aprende novas filosofia tais como; o Panteísmo, Empirismo e Agnosticismo são tanto ismo que a pureza da verdade não possuem espaço João 8:32.
A moralidade do Sexo
O retrato afrontoso de um país que fecha os olhos a todo tipo de exploração infantil, a prostituição tem se alastrado de modo espantoso no Brasil, atraindo meninas cada vez mais novas para as ruas. Crianças de 9 anos pode ser encontrada fazendo sexo, que a maioria das vezes é trocado por um prato de comida ou um quarto para dormir.
O CBIA ( Centro Brasileiro para a Infância e Adolescentes) estima em 500 mil o número de meninas prostitutas no País.
Moralidade no Casamento
O IBGE registrou em 2010, 243.224 divorcio.
Moralidade no Vícios
1/4 dos estudantes já experimentou cigarros.
20% dos jovem já consumirão álcool, 73%  é do sexo feminino.
8% dos jovens já usaram drogas ilícita.
Moralidade na Igreja
O reflexo da sociedade tem atingindo também os Cristão.
Moralidade sobre Deus.
IBGE realizou em 2000 pesquisa e foi observado que o numero de ateus, pessoas que afirmam abertamente não crer na existência de algum deus ou de um mundo sobrenatural.

Qual a nossa responsabilidade.
Veja o que Paulo também observou e Atos 17:19 "E tomando-o, o levaram ao Areópago, dizendo: Poderemos nós saber que nova doutrina é essa de que falas?"
Aqui está a questão, mesmo o mundo não venha admitir que precisa de Deus, percebe que o modo em que a sociedade está vivendo atualmente não pode ser a base de um mundo melhor.
Cada vez mais as pessoas procuram a Deus, cabe mais a igreja perceber o clamor das famílias cabe mais a você a realizar o papel que Deus outorgou como ministro da verdade (Mateus 28:19-20), e para isso começando em sua própria família.

Arsenio

Bibliografia
IBGE
CBIA
O seu futuro depende de você p. 18

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O caráter do nosso Criador

O caráter do nosso Criador

Mateus 5:44-48, fala sobre o trato com pessoas que não fazem parte do nosso ciclo de amizade.
Hoje é um assunto importante, porque eu sempre faço a pergunta a mim mesmo, como eu irei apresentar ao meu Salvador.
É inacreditável como a nossa mente cria um auto-defesa,
principalmente com pessoas que tenta nos menosprezar.
Como conquistar essas classes de pessoas que cada vez mais comum no seio da igreja?
A solução está no vs 44 de Mateus 5, é difícil só o tempo poderá dar a resposta.
O desafio da igreja hoje é anular um dos maiores males que temos em nossa igreja. O MEXERICO, desculpe por escrever em letras grande como se eu estivesse gritando, mas eu estou (riso).
O que vou mencionar aqui é algo que devemos quebrar o silêncio e Deus tem um solução. 
O que leva a pessoa a mexericar é a preocupação. Não importa quão puro ou inocente seja o motivo, levantar dúvida a respeito de outras pessoas prejudica da mesma forma a reputação dela.
Temos que tomar cuidado com certas pessoas e atê conosco mesmo. 
O mexeriqueiro promove negativismo, controvérsias e sensacionalismo. 
O mexerico na igreja está se tornando um pecado comum.
E não pense que o mexerico é constituído apenas de palavras.
Provérbios 6:12-14  traça um paralelo declarando que a "a perversidade na boca acena com os pés e faz sinais com os dedos". 
Nossa linguagem corporal pode efetivamente ser um mexerico.
Tais resultado torna a igreja fria, fazem com que os irmão não confiem uns nos outros, obrigado a internalizar as lutas, fazendo parecer que tudo está bem por fora, mas nunca abrindo o coração. 
Se você tem agido como mexeriqueiro confesse seu pecado e peça perdão a Deus, "Arrependa-se", assumindo nova maneira de viver e sujeitando sua língua a Cristo, para nunca mais voltar a falar maledicência contra alguém (1 João 1:9: 1 Coríntios 7:10).
Mantenha fora dos assuntos particulares de outras pessoas. Se não consegue dizer algo bom ou encorajador a respeito delas, mantenha os lábios fechados (Efesios 4:29).
Se você sente que foi atingido pelo mexerico na igreja, lembre-se de quase todos os servos de Deus passaram por isso nas mãos daqueles que acreditavam ser seus irmão: José, Moisés, Jó, Davi, Jeremias, Neemias, Paulo e acima de todos, o próprio Jesus.
Saul quis acusar Davi e Jônatas de serem homossexuais (1 Samuel 20:30).
Evitar o que é negativo em nossa igreja parece missão impossível. Eu desafio a permitir que sua mente vai além do que hoje parece ser impossível acontecer.
lembre-se para Deus nada, absolutamente nada, é impossível.
Tenha isso em mente e acredite dessa forma você terá o caráter do nosso Criador.

Arsenio

Bibliografia

Uma Igreja Positiva em um Mundo Negativo p. 38 a 42
Bíblia (ACF)