Casamento

domingo, 13 de outubro de 2013

Sacrifício

Sacrifício

Não resta dúvida de que o sistema sacrifical foi introduzido imediatamente após a queda de Adão e Eva a fim de manter viva neles e em seus descendentes a esperança do prometido Salvador ( cf. Gênesis 4:4, Hebreus 11:4).

Os sacríficos também forneciam os meios simbólicos pelos quais o pecado podia ser perdoado com base na fé do ofertante em Deus (Hebreus 9:22), que enviaria o verdadeiro Cordeiro para sofrer morte expiatória pelo pecado humano (cf. Hebreus 10:4, João 1:29).

Os singelos sacrifícios patriarcais ( Gênesis 8:20;Jó 1:5) acabaram se ampliando para um sistema sacrifical plenamente desenvolvido, com sacerdotes credenciados e um santuário (primeiro, um tabernáculo, depois, um templo permanente). As informações bíblicas mostram que o sistema de adoração no santuário hebraico (bem como no sistema patriarcal que o precedeu) foi projetado para ensinar, por tipo e símbolo, “o evangelho” ou o plano da salvação, conforme inicialmente estabelecido pela Divindade.

Como observa o escritor da carta aos Hebreus. “Pois as boas-novas foram pregadas também a nós [cristãos], tanto quanto a eles [os israelitas],” Hebreus 4:2.

“O sacrifício é a manifestação da fé e o resultado final é o milagre que se determina. Por isso, quem quiser alcançar os milagres de Deus, obrigatoriamente, tem que estar disposto a sacrificar.” Davi Dutra.

Arsenio

Bibliografia
Tratado de Teologia p. 1083
Bíblia (ACF)




sábado, 12 de outubro de 2013

Nova criação

Nova criação

Em algum dia o sonho de Deus se realizará um Deus que se encontrará definitivamente com os Seus filhos não por algum momento, mas sim por toda eternidade.

O Santuário sempre é uma realização do sonho de Deus em ficar perto daquele que Ele o ama que é você e todos os filhos de Deus espalhado ao redor do mundo.

Quando aceitamos e desejamos ir a igreja ( Santuário), somos perfeito nEle, aceito no Amado, unicamente se permanecer nEle pela fé.

Que dia maravilhoso quando nós fomos levados para casa a se encontrar com Deus em na Nova Jerusalém.

A bíblia descreve será uma festa maravilhosa com milhares de anjos, os seres viventes e os vinte e quatro ancião cantam a Sua música é demasiado contagiante, demasiado excitante, para que os anjos assistentes fiquem meramente a contemplar a cena. Eles se unem à grandiosidade música, tremendo irmão. (Apocalipse 5:9)

O que temos que entender enquanto o santuário celestial é descrito na linguagem colorida e metafórica dos tipos terrestres, os capítulos 4 e 5  de Apocalipse deixam claro que o santuário terrestre não passa de uma pálida cópia do celestial, sumamente mais elevado e glorioso. No fim do livro somos informados de que na Nova Jerusalém não há nenhum templo ( Apocalipse 21:22); toda a cidade serve como tabernáculo de Deus, o lugar onde ele habita com Seu povo ( Apocalipse 21:3)

Amém

Arsenio

Bibliografia
Tratado de Teologia p. 457
Uma Nova Era Segundo as Profecias do apocalipse p. 151


A igreja como santuário

A igreja como santuário

A igreja é um lugar de encontro e nessa questão importante que o santuário é um lugar de encontro entre Deus e os seres humanos. Seu nome “Tenda da Congregação” indica esta função: fornecer um espaço para Deus e Seu Povo se encontrarem (Êxodo 40:32). A ideia de se encontrar com Deus é importante no livro de Êxodo. Por meio de Moisés, Deus marcou um encontro com os israelitas no Sinai (Êxodo 3:12). Eles viajaram até aquela montanha, prepararam-se para o encontro (Êxodo 19:10,11) e no terceiro dia se encontraram com o Senhor (Êxodo 19:18).

O Sinai se tornou o primeiro santuário israelita (Êxodo 19:12): 24:2-5,12). O Santuário hebreu perpetuou a experiência do Sinai, um lugar onde Deus Se encontrou com o Seu povo (Êxodo 29:43; Sl 68:17).

Para os israelitas, encontrar-se com Deus no santuário era um ato de adoração ( Salmo 95:6). Isso era particularmente verdadeiro durante as festividades, quando ele iam alegremente louvar ao Senhor (Salmo 68:24-26, 132:7).

O povo de Israel também ia ao santuário com suas preocupações e necessidades, esperando encontrar refúgio e conforto em Deus (Salmos 43:2,4,5). Iam, às vezes, confessar seus pecados e buscar do Senhor o perdão a fim de ser contado entre os justo (Salmos 32:1,2,5,11). Ali recebiam bênção e justificação da parte do Senhor (Salmos 24:3-5).

Ali os anjos de Deus, Suas hostes celestiais, “e todas as Suas obras, em todos os lugares do Seu domínio”, O louvam como Senhor entronizado nos Céu (Salmos 103:19-22).

O que se semelhava o santuário terrestre com o Celestial?
Não era com certeza as dimensões nem de matérias usados na construção do santuário terrestre, mas no conceito arquitetônico da estrutura.

O conceito arquitetônico pode assumir diferentes formas e tamanhos, e diferentes materiais podem ser usados na construção, mas o conceito básico continua sendo o mesmo.

A eficácia do santuário israelita era determinada por sua relação com o templo divino no Céu, isso aplica também em nossos dias a igreja mantém o mesmo relacionamento.

Arsenio

Bibliografia
Tratado de Teologia p. 428-429


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Jesus como Santuário

Jesus como Santuário

Essa expressão tem como sentido espiritual, Deus sempre buscou habitar com a humanidade e não pode “descansar” até que tenha encontrado essa morada (Sl 132:13-16), em primeiro lugar no coração de Seu povo individualmente (1 Co 3:16-17; 6:19), no meio de qualquer grupo que se reúna para lhe adorar (Mt 18:20). O sistema cujo centro era o tabernáculo terreno apontava para Cristo, que mais tarde “Habitou” entre os homens (Jo 1:14).

A palavra Hebraica, shkan, “habitar”, significa ser uma residente permanente numa comunidade. Ela tem estreita relação com a palavra shekinah, usada para manifestação da glória divina sobre o propiciatório.

O shekinah era o símbolo da presença divina, por meio do qual Deus prometeu “habitar entre eles” (Êxodo 25:22)

Tudo o que havia no santuário representava a Cristo veja;

Objetos
Significado
Bíblia
O altar
Cruz  
Mateus 27:32
A mesa
Ela representa o trono celestial de Deus
Salmo 11:4
Pão
Simboliza o corpo do nosso Salvador
João 6:35
O Castiçal com sete lâmpadas
A Luz do Espírito Santo
Atos 22:9
Altar de ouro
Significa a contínua intercessão de Cristo em nosso favor.
Apocalipse 8:3
Arca do concerto
Representa o trono de Deus
Salmo 11:4
Dez mandamentos dentro da arca
Representa que o governo de Deus não é arbitrário
Número 36:13
Sumo Sacerdote
Jesus Cristo
Hebreus 4:14

Arsenio

Bibliografia

Patriarca e Profeta p. 349
Comentário Bíblico Adventista p. 685
Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse p. 166


Cópia do modelo

Cópia do modelo

Qual é a relação entre os santuários terrestre e celestial? Êx 25:9, 40; Hb 8:5; 9:23, 24

Um fato interessante é a vontade de Deus na participação humana na execução do Seu serviço. Isto mostra que, embora o trabalho fosse humano, o plano era divino.

Deus sempre contou com a cooperação de agentes humanos na construção de Sua casa. Todos tiveram satisfação em fazer parte dessa obra. Sobre a sua relação à bíblia afirma que o tabernáculo terreno era uma figura do que se acha no Céu. (Hebreus 9:23-24) porque foi feito “de acordo com o modelo”, mostrada a Moisés (Hb 8:5).

No entanto, é inútil especular quanto às dimensões, aparência exata ou disposição precisa do santuário celestial, pois “nenhuma estrutura terrestre poderia representar sua vastidão e glória”.

Um exemplo claro e preciso é que o homem foi feito “à imagem de Deus” (Gn 1:27), contudo somente Cristo é “a expressão exata do Seu ser” (Hb 1:3). Tudo que é finito pode no máximo se assemelhar ao que é infinito.

O tabernáculo do Céu, como o da Terra, foi estabelecido para lidar com o problema do pecado.

O santuário é, de certo modo, uma tentativa de restaurar o estado edênico de íntima comunhão com Deus.

Arsenio

Bibliografia

Patriarca e Profeta p. 357
Tratado de Teologia p. 428
Comentário Bíblico Adventista p. 685


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

O primeiro “santuário” na Terra

O primeiro “santuário” na Terra

O tema de hoje será muito interessante, pois faremos uma comparação com o Jardim do Éden com o santuário, alguns estudiosos até têm se esquivado de discutir esse tema que geram muitos debates pela dificuldade das questões.

Millard J. Erickson, no entanto, diz que “quer concordemos que esta questão é importante, quer não, devemos examiná-las, pois aquele que as discutem as considera importantes”.

Primeiramente tem que manter em mente que o jardim do Éden não é um templo e nem santuário, vamos apenas ilustrar alguns fatos usando à própria bíblia para mostrar esses pontos em comum.

Direção oriental: O jardim do Éden estava direcionado para o oriente, assim como os santuários posteriores.

Gênesis 2:8, “E plantou o Senhor Deus uma jardim do Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado.”

Gênesis 3:24, “ E Havendo lançado fora o homem. Pôs querubins ao oriente (Leste) do Jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida”

Os querubins ficaram na entrada do jardim do Éden, no Oriente (Leste).

Os querubins no santuário terrestre ficam em cima da arca do concerto (simbolicamente representava os querubins que tem a responsabilidade da guarda à palavra de Deus).

Êxodo 36:27, “ao Lado do tabernáculo para o ocidente, fizeram seis tábuas.”

Ao Lado do Tabernáculo. De preferência, “o lado” ou parte posterior ( onde fica a arca do concerto) do tabernáculo.

Até aqui vimos que tanto o Jardim do Éden, como no santuário terrestre na qual Moíseis construiu possuía algumas semelhanças.

O que chama a atenção é a entrada tanto do Jardim do Éden como o Santuário ambos estava ao leste (Oriental), ou seja, quando a pessoa entrava o sol estava atrás da pessoa.

O principal motivo é que Deus em sua onisciência sabia que o homem poderia acabar adorando o astro sol, tal suspeita veio realmente acontecer tanto que o Egito a sua divindade chamava ( Rá), na Grécia (Apolo) e em Roma (Febo).

O primeiro santuário na Terra não foi o Jardim do Éden e nem o Santuário terrestre, mas era representando pelo próprio Filho de Deus.

O Salmista relata que “pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo espírito da sua boca”. (Salmos 33:6)

O apostolo João, “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus, Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez.” ( João 1:1-3)

Cristo é o Tabernáculo, o Templo e o Santuário, ( Marcos 14:58), Cristo é o  primeiro Santuário que surgiu antes a fundação deste mundo.

Arsenio

Bibliologia

Escatologia Bíblica p. 3
Comentário Bíblico Adventista p. 734
Bíblia (ACF)


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

O “Céu” na Terra

O “Céu” na Terra

“Os quais servem de exemplos e sombra das coisas celestiais, como Moisés divinamente foi avisado, estando já para acabar o tabernáculo; porque foi dito; Olha, faze tudo conforme o modelo que no monte se te mostrou.” Hebreus 8:5

Nós tempos bíblicos, o ministérios celestial de Cristo foi ilustrado pelos sacerdotes que ministram na tenda-santuário que Deus ordenou a Moisés fosse construída. Veja Êxodo 25 a 30 e Hebreus 8 e 9. Aquele era apenas um modelo do santuário, lembre-se. Na verdade, tratava-se apenas de uma tenda transportável, um “tabernáculo”. Com o passar do tempo, ele foi substituído pelo magnificente templo de Jerusalém, que se baseou na mesma planta. O templo celestial é vastamente mais amplo, é indescritivelmente mais glorioso, quando comparado com a tenda ou com o templo em Jerusalém. É bom manter isso em mente. Ainda assim, por vezes a Bíblia chama o santuário celestial de templo, tal como o de Jerusalém. Outras vezes a bíblia o denomina tabernáculo, o “verdadeiro tabernáculo” (Hebreus 8:2), em consideração ao antigo modelo transportável.

Se você analisar com cuidado essa declaração Bíblica, chegará à conclusão natural de que existe um santuário lá nos céus e que o santuário terreno do povo de Israel era apenas uma figura do verdadeiro que está nos Céus.
Hebreu se baseia aqui em Êxodo 25:9 e 40, onde encontra uma referência ao verdadeiro santuário celestial de Deus, que precede o terrestre. O santuário celestial, que pode ser chamado de antítipo (Hb 9:24, gr. Antitypos), serviu de modelo para o terrestre. Por ser uma cópia do original, o tabernáculo é inferior, sendo descrito como uma “sombra” do celestial.

Seguindo os ensinos do AT, Hebreus defende a existência de um santuário real no Céu.
O Apocalipse menciona diversas vezes o santuário celestial. Em apocalipse 14:17 o naos (templos) se encontra “no Céu”; por sua vez em apocalipse 11:19, a linguagem é mais precisa: “ o santuário de Deus, que se acha no Céu.”

A palavra “templo” e “tabernáculo” (Skêne) são usados como sinônimos em apocalipse 15:5 e também descritos como situados “no céu”.

Pela honra de Deus a sagrada escritura confirma que os Céus sempre foram representados aqui na Terra através de modelos e símbolos. Amém


Arsenio
Bibliografia
Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse p. 165
O Terceiro Milênio p. 32
Tratado de Teologia p. 436