Sacrifício
Não resta dúvida de que o sistema sacrifical foi introduzido
imediatamente após a queda de Adão e Eva a fim de manter viva neles e em seus
descendentes a esperança do prometido Salvador ( cf. Gênesis 4:4, Hebreus
11:4).
Os sacríficos também forneciam os meios simbólicos pelos quais
o pecado podia ser perdoado com base na fé do ofertante em Deus (Hebreus 9:22),
que enviaria o verdadeiro Cordeiro para sofrer morte expiatória pelo pecado
humano (cf. Hebreus 10:4, João 1:29).
Os singelos sacrifícios patriarcais ( Gênesis 8:20;Jó 1:5)
acabaram se ampliando para um sistema sacrifical plenamente desenvolvido, com
sacerdotes credenciados e um santuário (primeiro, um tabernáculo, depois, um
templo permanente). As informações bíblicas mostram que o sistema de adoração
no santuário hebraico (bem como no sistema patriarcal que o precedeu) foi
projetado para ensinar, por tipo e símbolo, “o evangelho” ou o plano da
salvação, conforme inicialmente estabelecido pela Divindade.
Como observa o escritor da carta aos Hebreus. “Pois as
boas-novas foram pregadas também a nós [cristãos], tanto quanto a eles [os
israelitas],” Hebreus 4:2.
“O sacrifício é a manifestação da fé e o resultado final é o
milagre que se determina. Por isso, quem quiser alcançar os milagres de Deus,
obrigatoriamente, tem que estar disposto a sacrificar.” Davi Dutra.
Arsenio
Bibliografia
Tratado de Teologia p. 1083
Bíblia (ACF)
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