Casamento

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Ser cheio do Espírito Santo

Ser cheio do Espírito Santo

Essa referencia está em Efésio 5:18 “E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito;” neste verso a primeira parte Paulo estava falando das trevas e da loucura das pessoas insensatas, e poucas coisas existem mais tolas do que a embriaguez.
Esse mal é condenado nas Escrituras (Pr 20:1; Lc 21:34), Paulo deve ter pensado na embriaguez não apenas como a satisfação do apetite, mas também como um mal social que glorifica o desperdício, a excitação emocional em detrimento do bom-senso e a busca imprudente por prazer.
O nosso intelecto e a saúde devem servir como testemunho e para glorificação de Cristo, tudo o que enfraquece a razão significa deterioração espiritual e inaptidão para o reino de Deus.
Embora seja verdade que a sobriedade acompanha o trabalho do Espírito Santo, no entanto, o efeito da presença do Espírito Santo é visto no testemunho entusiasta da fé.
O cristão quando tem a presença da trindade em seu coração a sua alegria e vista nas suas ações e conversas diárias, Lucas escreveu sobre esse sentimento, “e os discípulos estavam cheios de alegria e do Espírito Santo.” Atos 13:52
É esse sentimento que Deus espera do seu povo uma “alegria” continua, Paulo chama a atenção do povo de Deus usando um texto poderoso: “Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.” (Romanos 8:9)
A velha vida na carne só deixa de existir quando começa a nova vida no Espírito. É por essa razão Paulo usa a expressão “Se, de fato”, o poder dominante da carne só pode ser expulso quando o Espírito é convidado a exercer controle total da vida.
Quando o Espírito realmente habita no interior, cessa a vida segundo a carne.
Este versículo é um convite a um exame de consciência. Temos a mente dirigida pelo Espírito e vivemos no Espírito “se, de fato” o Espírito de Deus habita em nós. Podemos saber se o Espírito habita em nós pela presença ou ausência do fruto do Espírito (Gl 5:22).
A ausência do fruto evidencia que ainda vivemos na carne, o cristão tem que submeter a vontade completa de Deus.
Não é suficiente estar intelectualmente convencido da veracidade do cristianismo. O Espírito de Cristo deve habitar na vida. O Batismo e a profissão de fé, em si, não torna a pessoa uma verdadeira seguidora de Cristo.
É possível saber que realmente pertencemos a Ele se Ele nos deu do Seu Espírito (1Jo 4:13). O amor, a alegria, a paz e as outras graças do Espírito (Gl 5:22) são evidências do verdadeiro cristianismo.
Mas se, ao contrario, a vida está marcada por crueldade, egoísmo e vaidade, então é porque a pessoa não é dEle.
Esse versículo é repleto de advertências. O cristão pode defender as doutrinas e estar em conformidade com as práticas da igreja; pode ser ativo na causa de Deus e disposto a doar os bens para alimentar os pobres ou mesmo a oferecer o próprio corpo para ser queimado, mas, se o Espírito não habitar nele, e o fruto do Espírito (Gl 5:22) não for evidente em sua vida, ele não é um dos que pertencem a Cristo (1Co 13:3).
O orgulhoso, vaidoso, frívolo, mundano, avarento, cruel e crítico  tem comunhão, mas não com o Espírito de Cristo, mas com outro espírito.

Arsenio

Bibliografia
Comentário Bíblico Adventista v.6 p. 304,620,1148

Bíblia ACF

domingo, 29 de janeiro de 2017

O Batismo do Espírito Santo

O Batismo do Espírito Santo

João Batista também profetizou que Jesus seria o instrumento de difusão do Espírito Santo vaticinado por Joel. “Eu na verdade vos batizo com água, mas vem o que é mais poderoso do que eu, do qual não sou digno de desatar-lhe as correias das sandálias; ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo” (Lc 3:16).
Quando falamos de batismo do Espírito Santo devemos primeiramente perguntar a que batismo está referindo, o batismo do Espírito Santo que acontece quando o individuo desce as água ou o batismo com o Espírito Santo que é concedido poder pelo Espírito Santo, capacitando o crente que o recebe para o serviço.
Jesus nasceu por obra do Espírito Santo no ventre da Virgem Maria e durante trinta anos foi guiado e ensinado pelo Espírito divino.
Ele não é uno com o Espírito Santo?
Evidentemente! João 10:30; João 14:16
 Por que, então, precisava receber uma unção especial?
Porque Sua natureza humana precisava ser habilitada pelo Espírito antes de Ele poder realizar eficazmente seu serviço neste mundo.
Jesus esperou trinta anos antes de ser ungido, e foi então que Ele disse: “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que Me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados de coração.” ( Lucas 4:18)
Não devemos esquecer que o ministério de Jesus Cristo, nosso Senhor, não se realizou no poder da segunda pessoa da Santíssima Trindade (Jesus), senão no da terceira.
Embora João Batista fosse batizado com o Espírito Santo, e o seu ministério era de dom de profecia e evangelista, ele afirma que não tinha conhecimento visível do Espírito Santo.
Em João 1:33 está escrito: “E eu não o conhecia,..” a presença do artigo “o” demonstra que fala de uma pessoa neste caso do o Espírito Santo, e o verso continua “mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse:...” o Espírito Santo fala ( Atos 8; 26,29) “Sobre aquele que vires descer o Espírito Santo,...” neste momento João iria ver visivelmente a pessoa do o Espírito Santo, na ocasião do Batismo, e o verso continua “e sobre Ele repousar,” o “Ele” aqui é a pessoa de Jesus Cristo, mas o que repousaria em Jesus Cristo? A bomba ( Lc 3:22).
Vamos enfrente com o restante do verso: “esse é o que batiza com o Espírito Santo” aqui não deixa nenhuma sobra de dúvida que no final do Seu ministério Jesus rogaria ao Pai para enviar o Espírito Santo (João 14:16).

Arsenio

Bibliografia
O Espírito Santo p. 47,54
Bíblia ACF


O Batismo e a Plenitude do Espírito Santo

O Batismo e a Plenitude do Espírito Santo
Introdução

Em um mundo secularista aonde as pessoa correm atrás de uma vida pratica e fácil tem levado muitos as sepulturas e sem esperança.
 A Bíblia descreve que devemos ter “vida, e a tenham com abundância”. (João 10:10).
O João menciona aqui são aspectos da vida são elas, Físico, Intelectual e Espiritual estas são algumas das razões para podemos ter uma vida plena.
A vida física é considerada abundante quando a pessoa está cheia de vigor e em perfeita saúde.
Muitos males que afligem a sociedade hoje são devido à falta de cuidado com o nosso corpo, os exercício físico devem ser pratico regulamente mesmo que seja uma caminha de Trinta minutos.
O ser humano também tem vida intelectual e espiritual e estas igualmente precisam ser restauradas, a fim de se experimentar abundância, pois “não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor” (Dt 8:3).
Por mais importantes que sejam os aspectos físicos e intelectuais de uma vida balanceada, nenhuma pessoa está completa se a natureza espiritual não for nutrida.
O nosso físico, o intelecto e a vida espiritual devem estar em plena sintonia para conhecer a pessoa do Espírito Santo através da Bíblia.

Arsenio

Bibliografia
Comentário Bíblico Adventista v.5 p.1116
Bíblia ACF



sábado, 28 de janeiro de 2017

Aspectos pessoais do Espírito Santo

Aspectos pessoais do Espírito Santo

O Espírito Santo jamais pode ser considerado com o uma força energética aonde o cristão recarrega a sua bateria espiritual.
A Bíblia relata “Porque todos os que são guiados pelo Espírito Deus, esses são filhos de Deus” Romanos 8:14
Ser dirigido pelo Espírito Santo não significa um impulso momentâneo, mas uma influência habitual e constante. Os filhos de Deus não são aqueles cujo coração é tocado ocasionalmente pelo Espírito, ou que vez por outra se submetem a Seu poder. Deus reconhece como filhos os que são continuamente guiados pelo Espírito Santo.
Energia não guia um poder não guia, mas a pessoa do Espírito Santo sim pode regenerar guiar e produzir frutos. (Gl 5:22)
A Bíblia mostra outra característica do Espírito Santo é sonda a nossa mente “E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é Ele que segundo Deus intercede pelos Santos.” (Rm 8:27)
Ele não precisa que essas emoções profundas sejam expressas em palavras nem que a eloquência da linguagem O induza a ouvir.
Ele entende os anseios do coração e está pronto para ajudar e abençoar.
Se o Espírito entende os nossos sentimento Ele é uma pessoa.
Uma energia ou poder não tem vontade própria, a pessoa do Espírito Santo sim possuem vontade própria distinta por que Ele é Deus, e o Seu objeto especial é os santos.

Arsenio
Comentário Bíblico Adventista v. 6 p. 624,630
Bíblia ACF


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

A descrição de Jesus sobre o Espírito Santo

A descrição de Jesus sobre o Espírito Santo

Se alguém pode falar da Trinidade é a própria Divindade, por que a Bíblia declara que “Eu e o Pai somos um” (João 10:30), sendo assim o Espírito Santo é um com Filho e um com Pai.
A individualidade do Espírito Santo é tão evidente que o Espírito define, comunica e defende a verdade. E a Bíblia diz claramente que o Espírito da verdade é o “Espírito Santo” uma expressão que aparece em João 15:26; e João 16:13 e Jesus afirmou que o Espírito guiará em toda verdade (João 16:13).
Jesus sabia que o Seu propósito aqui com o homem já havia sido cumprido, revelar o amor do Deus (Pai), mas a obra deveria ser continuada então mencionou aos discípulos algo que a Trinidade já havia concordado mesmo antes do pecado se proliferar.
Qual foi a ideia?
Ele diz “Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.” João 14:26
Quais os ensinamentos que deveríamos ainda aprender?
Uma das principais funções do espírito Santo é ensinar. Grande parte do trabalho de Jesus consistia em ensinar (Lc 4:15). Por três anos, os discípulos tinham estado sob as instruções do grande Mestre, mas ainda havia muitas coisas para aprender. Eram ainda incapazes, em sua condição mental, de compreender muitas verdades (João 16:12). Eles precisavam de instruções adicionais, estas o Espírito Santo lhes daria.
O Espírito de Deus sabe as “coisas de Deus” e “a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus” (1Co 2:10-11), portanto, é capaz de comunica-las a pessoas que estejam dispostas a ser instruídas.
A Bíblia relata outros atributos do Espírito Santo que é lembrar. De que e como?
O Espírito Santo não só revelaria novas verdades, também traria à mente verdades que haviam sido esquecidas dentre as coisas que Jesus ensinara, ou das coisas antes reveladas na Palavra da verdade.
Aqui está a nota Santificada que a verdade não está limitada a uma pessoa, a uma época, mas a todos que estão dispostos a adquirir. (1Co 2:10).
Em momentos de crise, como quando os discípulos fossem levados aos tribunais, o Espírito traria à mente as ideias apropriadas (Mt 10:19-20). Quando solicitados a dar a razão da esperança que há neles (1Pe 3:15), os cristão diligentes estudante da Bíblia podem ter a confiança de que o Espírito Santo lhes trará à mente passagens adequadas à ocasião.
Jesus providencia tudo para os Seus filhos e prometeu que não estaríamos abandonados e não seriamos órfão, essa é a razão da expressão “Eu e o Pai somos um” em (João 10:30).
Essas ações aparecem muito mais apropriadas a de uma pessoa soberana do que uma força ou energia.

Oremos
Obrigado Senhor, pois a sal promessa são reveladas dia a dia em nossa vida, que o Espírito Santo continue nós dirigindo em toda verdade e que essa verdade aprofunde em todos os corações na qual tenho a certeza que farás grande maravilhas a todos os lerem este artigo que ao Seu respeito. Essas são a benção que Peço em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém

Arsenio

Bibliografia
Comentário Bíblico Adventista v.5 p. 1153
Bíblia ACF


sábado, 21 de janeiro de 2017

A Personalidade do Espírito Santo

A Personalidade do Espírito Santo

O texto que iniciaremos o nosso estudos de hoje está em João 14:26 “Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em, meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.”
A teologia cristã negligenciou muitas vezes o estudo da informação bíblica a respeito da natureza e das atividades salvíficas do Espírito Santo. Dentro desses contextos, concebia-se o Espírito somente em termos de energia e poder divinos pertencentes principalmente à pessoa do Pai.
Compreendido assim, o Espírito Santo era visto como um ser privado tanto de individualidade como de personalidade. Essa interpretação parece encontrar apoio em algumas passagens bíblicas. Por exemplo, enquanto os nomes do Pai e do Filho evocam realidades pessoais, o nome do Espírito não o faz necessariamente. O gênero do termo grego para espírito (pneuma) é neutro, sugerindo aparentemente uma realidade não pessoal.
Não bastasse isso, o fato de a Escritura se referir ao Espírito Santo como assumindo a “forma corpórea” de uma “pomba” (Lc 3:22), e de compará-lo com o vento (João 3:8), a água (João 7:37-39) e o fogo (At 2:3) também possibilitou a ideia superficial e errônea de que o Espírito Santo não seria um ser pessoal como o Pai e Filho.
Os homens e mulheres também podem ser responsáveis pela concepção equivocada do Espírito Santo como “uma energia divina”, e não como uma pessoa divina.
Essas passagens bíblicas, porém, não ensinam que o Espírito Santo é um ser impessoal. Tudo que fazem é deixar aberta a possiblidade de se ter essa concepção acerca do Espírito Santo. Para decidir se o Espírito Santo é um ser pessoal ou não, é preciso reunir evidências explicitas adicionais.
Diversas são as maneiras pelas quais o NT revela a natureza pessoal do Espírito Santo. Dentre elas estar qualidade de membro da Santíssima Trindade constitui prova da personalidade do Espírito Santo essa foi à razão quando Cristo mencionou “Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro....”(João 14:16). Quando Ele mencionou “outro” no original grego é “allos” que significa “um ser da mesma espécie”. Outra prova de que o Espírito possui personalidade é o fato de ele manifestar atributos pessoais:
Inteligência e Conhecimento (João 14:26; 1 Cor 12:11); Emoções (Ef 4:30); Julgamento (At 15:28). O NT apresenta ainda Espírito Santo adotando atitudes que somente um ser pessoal pode adotar.
Ele fala (At 8:29); Ensina (Lc 12:12); Revela (Lc 2:26); testemunha (At 20:13); envia (At 13:2) e Guia (At 8:29; 11:12), entre outros.
Vê-se que o Espírito de Deus possui Emoções, Julgamento, Fala, Ensina, Revela, Testemunha, Envia e Guia, entre outros.
Vamos estudar a palavra “Consolador” que vem do grego. ‘paraklētos’, uma palavra usada no NT apenas por João (aqui; João 14:16,26; 15:26;16:7; 1Jo 2:1). É composta pela preposição “para” que significa ‘lado de’, e pelo adjetivo ‘klētos’, que significa “chamado”, ou “alguém chamado”.
Portanto, o significado literal é “alguém chamado para o lado de”. Contudo, no uso bíblico, a palavra parece refletir um sentido mais ativo como o que se encontra no verbo correspondente parakaleō, “exortar” ou “consolar”, e, portanto, se referiria a “alguém que exorta” (João 16:8).
Os pais latinos traduziram paraklētos como advocatus, mas o sentido técnico de “advogado” ou “defensor” se aplica apenas a umas poucas das raras ocorrências da palavra na literatura pré-cristã e não cristã.
A palavra “advogado” não é inteiramente apropriada para descrever a obra do Espírito Santo nem a de Cristo. O Pai e o Filho trabalham na mais plena cooperação para a salvação do ser humano. (João 10:30)
A intenção de Satanás é apresentar o Pai como alguém severo, duro e relutante em perdoar o pecador, disposto a perdoar apenas mediante a intercessão do Filho.
É verdade que a encarnação, morte e ressurreição de Cristo possibilitaram o perdão, mas tanto o Pai quanto o Filho e o Espírito amam o pecador e trabalham em perfeita harmonia para sua salvação.
Não é necessário um advogado no sentido humano do termo para induzir o Pai a ter misericórdia. Aquele que deseja aprender do amor e da compaixão do Pai precisa apenas olhar para o Filho (João 1:18).
Chamar o Espírito Santo de “Consolador” é enfatizar apenas um aspecto de Sua obra. Ele é também um “Exortador”. Na verdade, este último significa uma característica saliente da obra do Espírito conforme delineada por João.
Recapitulando a expressão grega “outro” empregada por Jesus para Se referir ao Espírito Santo (João 14:16) sugere não só que o Espírito Santo é um ser pessoal da mesma forma que o Pai e o Filho. Do mesmo modo, o papel intercessório (Rm 8:26) que o Espírito Santo desempenha na salvação dos crentes só pode ser desempenhado por um ser pessoal.
Por último, a ação do Espírito Santo de glorificar o filho (João 16:14) não pode ser efetuada por um poder ou energia, mas somente por uma pessoa.
Parece não restar dúvida de que os escritores do NT consideram o Espírito Santo um ser divino e pessoal.

Arsenio

Bibliografia
Tratado de Teologia p. 151,152
O Espírito Santo p. 13
Comentário Bíblico Adventista v.5 p.1153
 Bíblia ACF

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

A importância da Sua Divindade

A importância da Sua Divindade

Trinidade é um exemplo de união, ao longo de toda a Bíblia eles sempre aparecem em atividade com um único objetivo a regeneração da humanidade e o plano da Redenção.
O que seria dos habitantes do planeta Terra e de todos os mundos não caído, como conseguiríamos obter a compreensão, a sabedoria o discernimento e a própria adoração, sem a plenitude do Espírito?
Em 1 Pedro 1:2 está escrito “Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas.”  Neste verso é afirmada a presciência* da primeira pessoa da Divindade, mas Pedro não sugere que tal conhecimento se restringia ao Pai. Embora a natureza exata e o trabalho de cada membro da Divindade continuem a ser um mistério para os seres humanos. Pedro sugere que, dentro da dinâmica do plano da salvação, alguma função especifica são realizadas por cada um deles.
O Espírito Santo tem um papel fundamental que é a santificação, a resposta fiel do cristão ao chamado de Deus, junto à ação santificadora do Espírito Santo, leva à obediência ou completa submissão à vontade de Deus.
O próprio Pedro deixo claro em 1 Pedro 1:22 “Purificando as vossas almas pelo Espírito na obediência à verdade,...” na expressão “purificando as vossas almas”, o texto indica que os ouvintes de Pedro haviam se consagrado no passado e que a condição purificada continuava. A obra de purificação é realizada sob a atuação do Espírito Santo.
Pelo entendimento de Pedro a obediência só é possível através da purificação e a santificação (processo diário), somente assim o plano de Deus para a raça humana, efetuado com a ação santificadora do Espírito Santo, conduz a uma vida semelhante à de Cristo. (Ef 5:9)
A decisão que Jesus tomou no plano da redenção morrer por nós  na cruz originou o processo da justiça imputada. A aspersão do sangue de Jesus traz a paz da justificação a todas as gerações.
Tanto o Pai, o Filho e o Espírito Santo são Deus (Elohim – hebraico que significa Deus no plural), mas distinto entre Si.
Algo interessante gostaria de compartilhar com vocês é o verso de 2 Coríntios 13:14, o verso 14 não ocorre em manuscrito anteriores ao 8º século. Este foi o último acréscimo editorial, e não faz parte do registro inspirado original.
Porque o que encontra escrito no verso 14 é o verso 13 no original, portanto não se preocupem se um mensageiro ou Pastor pedir para abrir em 2 Coríntios 13:14, e vocês não acharem é só ler o verso 13.
Bem voltemos ao assunto em 2 Co 13:13 está escrito “ A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do espírito Santo seja com todos vós. Amém.” Aqui se encontra a benção apostólica algo ao longo dos tempos os cristão se esqueceram e criaram outros benção paralelas.
A mais comum entre o nosso povo ao iniciarmos qualquer mensagem deste o sermão ou um louvor principalmente se ocorrer no sábado e dizer “Feliz Sábado”. Algo completamente contrária aos ensinamentos Bíblicos.
Embora a benção apostólica só apareça neste verso 13 do capítulo 13 do livro mencionado, ela é conhecida como benção apostólica. Deste os tempos antigos, tornou-se parte da liturgia da igreja. A benção também era pronunciada em batismo e no encerramento das reuniões cristãs.
Sobre a Divindade do Espírito Santo é verdade que esta bendita Pessoa possui muitas outras caraterísticas, entre as quais sua humildade e modéstia, mas, apesar disso, nunca é chamada de “Espírito Humilde”, mas predominantemente de “Espírito Santo”, enfatizando a Sua absoluta santidade.
Portanto fica absolutamente compreensível que Espírito Santo é  um Deus distinto.

Oremos:
Obrigado Senhor por mais uma vez por está junto a mim nestes minutos maravilhosos estudando sobre a Tua pessoa. E como se o tempo ao meu redor parar se. Mas uma vez venho interceder por todos os que vão ler essa mensagem que a Tripla benção do Pai do Filho e do Espírito Santo recaia sobre todos neste momento que sua vida seja cheia de plenitude e que tudo que fizeres ou toque abençoes a outros em seu redor. Esses são os meus desejos a você em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo Amém.

Nota:
*Presciência: Do grego “prognōsis” o ato de conhecer de antemão.

Arsenio

Bibliografia
Comentário Bíblico Adventista v.6 p.1025
Comentário Bíblico Adventista v.7 p.600, 608
Espírito Santo p. 18

Bíblia ACF