Casamento

domingo, 27 de abril de 2014

Cristo e o sábado



Cristo e o sábado

“E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. Assim o Filho do homem até do sábado é Senhor.” Marcos 2:27-28

O ponto fundamental que temos que analisar é quem pertence os dias?

Sábado em Gênesis 2:1-3

A palavra no dia sétimo, tem sido feitos várias tentativas para resolver a aparente dificuldade entre o v.1 e v.2, um declarando que a obra de Deus foi completada no sexto dia, e o outro, que foi no sétimo.

Qual foi o dia finalmente?

Infelizmente foi um erro do copista, em fez de escrever sexta, introduziu o sétimo. A versão samaritana e o siríaco escolheram substituir a palavra sétimo do texto hebraico por sexta.

Portanto Deus finalizou a sua obra no final do dia da sexta feira, quase pouco antes do por do sol, aonde iniciava a noite do sétimo dia.

Esse é o principio da Hermenêutica, na qual propõe que é a ciência da arte de interpretar texto Bíblico.

O Ato de abençoar o sétimo dia e declará-lo santo foram feito em favor da raça humana, pela qual o sábado foi instituído. O sábado semanal do sétimo dia tem sido frequentemente considerado uma instituição para a dispensação judaica, mas o relato inspirado declara que ele foi instituído mais de dois milênios antes do nascimento do primeiro israelita ( um descendente de Jacó, ou Israel). Há, além disso, a palavra do próprio Jesus, ao declarar:

“O sábado foi feito por causa do homem” (Mc 2:27), indicando claramente que esta instituição não foi estabelecida apenas para os judeus, mas para toda a humanidade.

Homem precisava de um tempo no qual os seus próprios interesses e ocupações estivessem subordinados ao estudo do caráter e da vontade de Deus, revelados na natureza e, mais tarde, por meio da revelação bíblica. 

O sábado do sétimo dia foi determinado por Deus para preencher essa necessidade. Alterar de alguma maneira as especificações do Criador com relação a quando e como o dia deve ser observado é a mesma coisa que negar que Deus sabe o que é melhor para as Suas criaturas.

Arsenio

Bibliografia 

Comentário Bíblico Adventista v.1 p. 202,203

Comentário Bíblico Adventista v.5 p. 640

Bíblia ACF






domingo, 13 de abril de 2014

Cristo e a tradição religiosa



Cristo e a tradição religiosa

“Este povo se aproxima de mim honra com a sua boca e me com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim.”

“Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.” Mateus 15:8-9

Uma das grandes dificuldades de Cristo foi lutar contra a tradição religiosa que era imposta em Sua época.

A palavra “tradição” vem do Grego [paradosis] “condução para baixo, transmitir à geração seguinte”.

A tradição não é algo benéfico, pois o seu principal papel e criar um bloqueio intelectual para que ninguém seja submetido à uma visão clara e objetiva.

A tradição é algo exclusivo, não permitir opiniões, mudanças o seu único objetivo é assegurar toda soberania de um individuo ou uma comunidade especifica.

A tradição é um sistema egoísta onde não há janelas e sim paredes.

A função da tradição é manter todos sobre um cativeiro, não permitindo que ninguém venha mudar os seus costumes culturais ou religiosos.

A pessoa que vive em tais situações não tem e não possuem à alegria de desfrutar uma vida de benção que é a busca da felicidade que somente Deus pode dar através da Sua santa palavra.

“honra com a sua boca” falar que crer em Deus não obedecer aos Seus mandamentos a própria Bíblia declara como um mentiroso.

É fácil dizer que ama a Deus, que acreditar em algo superior, mas a verdade é os que me ama guarda todos os meus mandamento, ( João 15:10),fazendo isso significa que estais acima de toda a tradição que o mundo tem a oferecer.

A vitória sobre a tradição ocorre no momento que eu decido em não continuar a permitir que os valores divinos sejam corrompido, que a regra universal é "As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem;" (João 10 : 27)

As palavras de Paulo são fortes sobre a questão tradição de homens, "não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?"  (Romanos 6 : 16)

Quando permitimos que o Espírito de Deus nos molde diariamente temos a capacidade de ser uma pessoa visionária e um senso de questionamento.

Arsenio

Bibliografia

Bíblia ACF

Dicionário Vine p. 1030


sábado, 12 de abril de 2014

Circuncisão e dedicação (Lc 2:21)



Circuncisão e dedicação (Lc 2:21)

E, quando os oito dias foram cumpridos, para circuncidar o menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido. Lucas 2:21

A circuncisão de Jesus, isto é, no oitavo dia, incluindo o dia do nascimento ocorreu conforme a orientação dada a Abraão.

Para Abraão, “o sinal da circuncisão” foi “um selo” de “justiça” por sua “fé” (Romanos 4:11). A circuncisão representava a admissão aos privilégios e responsabilidades do relacionamento da aliança; era um compromisso de obediência.

Cristo, o Autor da aliança e de seu sinal visível – o rito da circuncisão – submeteu-Se ao rito, e assim veio sob os termos da aliança representada por este.

Ele nasceu “sob a lei” (Gálatas 4:4) e submeteu-Se às suas exigências.

O nome de Jesus assim como os demais bebês recebia o nome na circuncisão Maria e José foi orientado pelo anjo Gabriel qual seria o nome da criança (Mateus 1:21; Lucas 1:31).

No verso 22 do mesmo capitulo faz uma referencia sobre a purificação, aqui é mencionado que a purificação se referia exclusivamente a Maria e não ao menino Jesus.

A lei levítica estipulava que o tempo de “impureza” da mãe se tivesse um menino era de 40 idas, se tivesse uma menina, era de 80 dias (levítico 12).

Arsenio

Bibliografia

Comentário bíblico Adventista v.5 p. 770

Bíblia ACF






Comentário Sobre João 5:46



Comentário Sobre João 5:46

Porque, se vós crêsseis em Moisés, creríeis em mim; porque de mim escreveu ele. João 5;46

Ele escreveu a Meu respeito.

Esta não parece ser uma referência a uma determinada passagem dos escritos de Moisés, a menos que seja a Deuteronômio 18:15.

15 > “O SENHOR teu Deus te levantará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis;”

18 > “Eis lhes suscitarei um profeta do meio de seus irmãos, como tu, e porei as minhas palavras na sua boca, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar.”

Vamos entender Deuteronômio 18:15 a palavra “Um profeta”, quando Moisés estava preste a deixar seus deveres como líder, e o povo imaginava quem ocuparia seu lugar, ele fez a previsão inspirada:

“O Senhor, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim” (v. 15).

Essa profecia inspirada por Moisés chama-se profecias de aspecto duplo, ou seja, primeira situação histórica local; segundo, ao Messias e Seu reino.

O contexto torna evidente que essa promessa teve uma aplicação imediata para a liderança profética de Israel nos anos seguintes à morte de Moisés (Dt 18:18; cf. Êx 20:19; Dt 5:25-27, contudo a Inspiração declara que “nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés” (Dt 34:10; cf. Nm 12:6-8).

Apenas Cristo podia preencher as condições declaradas na previsão de Moisés (ver João 1:21; 6:14; 7:40).

E uma alusão geral aos elementos do Pentateuco que apontavam para Cristo, ( Deuteronômio 18:16), particularmente, o serviço do santuário e as profecias de Jacó ( Gênesis 49:10) e Balaão (Números 24:17).

Se tivessem entendido essas declarações corretamente, os judeus teriam estado preparados para aceitar a Cristo quando ele veio.

Em vez disso, viram os preceitos de Moisés apenas como base para um modo de vida legalista.

Por isso, não reconheceram Jesus como o Messias e, assim, se colocaram sob a condenação dos próprios escritos segundo os quais pretendiam estar vivendo.

Arsenio

Bibliografia

Comentário bíblico Adventista v. 1 p. 1117,1118
Comentário bíblico Adventista v. 5 p. 1058
Bíblia ACF

sábado, 22 de março de 2014

A ceifa e os ceifeiros



A ceifa e os ceifeiros

“Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.” João 15:8

À alegria de nosso Deus não se encontra em seus filho viverem em harmonia dentro da igreja, ou comporta-se como autônomo, mas vivendo intensamente o cristianismo.

O verso oito de João em negrito “muito fruto”, simboliza à vida do agricultor que é honrado quando suas plantas produzem bem.

Da mesma forma, a glória é dada a Deus quando Sua imagem é refletida na vida de Seus seguidores.

Satanás alega que as exigências de Deus são severas e que a humanidade não pode atingir o ideal da perfeição cristã.

Portanto, o caráter de Deus é vindicado quando o ser humano, pela graça de Deus, se torna participante da natureza divina.

Quando tornarei um discípulo genuíno?

O mesmo verso responde “assim sereis meus discípulos”, aqui está o ponto, quando reflito a graça divina é uma evidência do discipulado.

Sem ligação vital com Cristo, é impossível produzir os frutos da justiça.

Vivemos no período mais interessante da história da igreja. Excelente oportunidades e técnicas poderosas estão disponíveis para os líderes. O evangelho se alastra com uma velocidade impressionante. Mas pessoas estão se entregando a Cristo hoje do que em qualquer outra época.

Talvez você seja a pessoa escolhida por Deus para fazer isso.

Uma vendedor de esperança, o mais incrível é que não custa nada porque a salvação é de graça, a vida eterna é de graça, vinde a mim é de graça, pois o preço maior foi pago na cruz.

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v.5 p. 1160

Uma igreja com Propósito p. 20,21

Bíblia ACF

domingo, 2 de março de 2014

Discipulando poderosos



Discipulando poderosos



E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé. Atos 6:7

O maior acontecimento da história sobre o evangelismo cristão, não foi devido a morte do Filho de Deus na cruz.

Mas a mensagem que a própria cruz transmitia, à mensagem da salvação, a cruz não foi um ponto final da história do cristianismo, mas o início que iria transformar o mundo até o retorno de Cristo.

Os cristão não só levaria a mensagem para toda a classe de pessoa também estaria testemunhando para grandes líderes governamentais, com grande poder e eloquência.

As palavras de apóstolo Paulo ainda é uma fonte de grande motivação para cada servo de Deus, “mas o Senhor assistiu me e fortaleceu-me, para que, por mim, fosse cumprida a pregação e todos os gentios a ouvissem: e fiquei livre da boca do leão. (2 Timóteo 4:16).

Arsenio

Bibliografia

Bíblia ACF

Desejado de Todas as Nações p. 354,355

Um Chamado ao Reavivamento e Reforma



Um Chamado ao Reavivamento e Reforma

Hoje, mais do que nunca, anelamos chegar ao nosso lar definitivo. Por isso, “um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis e a mais urgente de todas as nossas necessidades”. ¹

“Reavivamento significa renovação da vida espiritual, um avivamento das faculdades da mente e do coração, uma ressurreição da morte espiritual. Reforma significa uma reorganização, uma mudança nas ideias e teorias, nos hábitos e práticas”. ²

Uma igreja reavivada e reformada aceita o desafio de ser receptora e continuadora da missão de Jesus Cristo. “Jesus, aproximando-Se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade Me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”. ³

A expressão central fazei discípulos” é imperativa. Esse modo verbal não era usado entre pessoas iguais, mas principalmente por reis. O rei Jesus, tenho recebido toda autoridade no Céu e na Terra, depois de haver vencido o pecado na cruz e a morte na tumba, ordenou à igreja a missão do discipulado. Os outros verbos estão no modo gerúndio: “ide” (indo), “(batizando” e “ensinando”, e são componente e dependentes da mesma missão.

Aceitamos o chamado ao reavivamento e à reforma, bem como a ordem de fazer discípulos, e decidimos viver em “Comunhão, Relacionamento e Missão”. Em comunhão, buscando a Deus todos os dias, na primeira hora e de forma contínua e permanente. Em relacionamento, fazendo do Pequeno Grupo um estilo de vida que, seguindo o modelo apostólico, fortalece nossos vínculos ao mesmo tempo que nos permiti alcançar outros. E em missão, usando todos os dons e recursos de maneira tal que cada filho de Deus leve, a cada ano, pelo uma pessoa a Jesus, ao batismo e à igreja.

Reconhecendo nossa necessidade e o chamado divino, a igreja Adventista do sétimo dia na América do Sul convida todos os seus membros a estudar, com meditação e oração, os seguintes conselhos bíblico e do Espírito de Profecia.



Arsenio

Bibliografia

Rumo ao Lar p. 1

1. Mensagem Escolhidas v.1 p. 121

2. Eventos Finais p.190

3. Mateus 28:18-20