O alto preço da obediência
Estêvão, o principal dos
sete diáconos, era homem de profunda piedade e grande fé. Posto que judeu de
nascimento, falava a língua grega e estava familiarizado com os usos e costumes
dos gregos. Achou, portanto, oportunidade de pregar o evangelho na sinagoga dos
judeus gregos. Era muito ativo na causa de Cristo e com ousadia proclamava a
sua fé. Ilustrados rabinos e doutores da lei empenharam-se em discussão pública
com ele, esperando confiantemente uma fácil vitória. Mas "não podiam
resistir à sabedoria, e ao espírito com que falava". Não somente falava no
poder do Espírito Santo, mas também era claro ser ele um estudioso das
profecias, e instruído em todos os assuntos da lei. Habilmente defendia as
verdades que advogava e derrotava completamente seus oponentes. Em relação a
ele cumpriu-se a promessa: "Proponde, pois, em vossos corações não
premeditar como haveis de responder, Porque eu vos darei boca e sabedoria a que
não poderão resistir nem contradizer todos quantos se vos opuserem”. ( Lucas
21:14-15).
A promessa do Espírito Santo
estava cumprindo fielmente na vida de Estevão, o mesmo acontecerá no futuro a
cada servo do Deus altíssimo, hoje mais que nunca os membros deve se preparar
para este dia, o estudo
da palavra é prescindível para cada um, a oração pedindo auxilio ao Espírito Santo é o primordial em cada estudo.
Um fato que levou o
apedrejamento de Estevão foi ao auge do seu desdobramento da escritura quando
se referiu “O céu é o meu trono,... Vós, que recebestes a lei por ordenação dos
anjos,...” ( Atos 7:49,53).
Vou lhe explicar o principal
motivo não era questão politica, mas sim religiosas aos longos dos anos os
lideres religiosos conseguiram desmembrar a Lei do amor que é os 10 mandamentos em 603 leis em cima dos dez decálogos dado por Deus no Sinai, como pode?
Os seres humanos sempre teve
uma pergunta em relação a Deus, o que fazer com Deus?
Segundo item estarrecedor e
o caso da cúpula do sinédrio os saduceus eram um grupo proeminente do Sinédrio
judeu nos dias de Cristo, que não cria em anjos: “Pois os saduceus declaram não
haver ressurreição, nem anjos, nem espírito...” (At 23.8), este foi à gota d’água quando ouviu que a lei foi dada “por ordenação dos anjos” levou a todos a uma fúria que levaram
Estevão para fora da cidade para apedreja-lo.
A morte de Estevão não foi o fim do evangelho, pois
a mensagem não pode ser destruída porque é eterno e divino.
O preço pago pela obediência foi recebido no céu com
grande louvor, pois o céu presencia o fim da carreira do soldado de Cristo e o
seu sangue tornou-se como semente, pois as suas palavras ficaram cravada na
memória de todos os que ouviram pregar o seu último sermão.
O profeta Isaías 55:11 escreve, “assim será a minha
palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o
que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.”
Amém
Arsenio
Bibliografia
Atos dos Apóstolos p.97
Angelologia p.5
Bíblia (ACF)
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