Casamento

sábado, 21 de dezembro de 2013

As acusações

As acusações



Por que Satanás acusava tanto?

Veja em Jó 1:9 "Então, respondeu Satanás ao Senhor: Porventura, Jó debalde teme a Deus?

Veja a resposta de Satanás a Deus é uma crítica não uma acusação, quando isso acontece algo que feriu em sua personalidade no inicio da sua existência.

Antes de continuar analisaremos a palavra "debalde" no hebraico é chinnam "por nada", "para nada", Satanás estava usando de sofismo para com Deus para que o próprio criador irá-se contra Jó sem motivo abarente. (Jó 2:3)

Satanás insinuou que Jó servia a Deus por motivos egoístas, pelo ganho material que Deus lhe permitia acumular como estímulo e recompensa pelo seu serviço.

Satanás tentou negar que a verdadeira religião emana do amor e de uma apreciação inteligente do caráter de Deus; que os verdadeiros adoradores amam a religião por causa da própria religião e não da recompensa dela.

O crítico acredita que é "sincero e verdadeiro", e não percebe sua falta de tato. O critico sente até orgulho pois pensa que está ajudando as pessoas a serem "melhores" - se sente o dono da verdade e acha que sua idéias são únicas certas.

Vamos ver a causa psicológica de Satanás.

Satanás desenvolveu sensibilidade à criticas provavelmente vêm sendo criticado desde a infância,....?

Por quem ele vem sendo criticado? A resposta é obvia, seu pior critico é você mesmo. Você pode pensar “Eu não sou uma pessoa interessante, ele gosta de mim? Humm, deve ter alguma coisa errada com ele”. Pense em todas as pessoas que depois de querer muito uma coisa. Um emprego ou uma paquera. Depois que consegue passa a achar que o emprego ou a paquera não é tão bom assim “Essa moça está interessada em mim. Não pode ser. Deve ter alguma coisa errada com ela”. Isso é seu critico interno te desmerecendo. “Essa empresa me escolheu... hii deve ser uma empresa meia boca”

Entende o maior problema de Satanás é não aceitar-se a si mesmo esse foi o maior erro, não acreditar no amor de um Deus que o criou, acreditava que tudo é baseado em troca.

Para vencer a Satanás e a suas críticas pergunte a si mesmo ele é especialista no assunto, o que ele fez por você para ter o direito de manipular a sua vida.

Aprenda ter um senso de crítica questione tudo numa esfera positiva o mundo não é tão feio como parece não só tristeza, morte, desgraça, em meio a tudo isso Jesus disse tende bom animo pois Eu venci o mundo. João 16:33

Tenho uma criança de cinco anos tudo que faço ele questionar, certa ocasião aventurei-me a colocar roupas na maquina de lavar, queria saber porque a minha esposa leva tanto tempo para lavar as roupas, objetivo não é criticar, mas descobrir como ganhar tempo em tudo nos processo da lavagem e consumo, depois de três tentativas realmente descobrir como economizar os produtos de lavagem, a água e o tempo.

A pergunta que o meu filho fazia todo tempo era, papai você tem a certeza que realmente é essa e maneira de dar certo? Pergunta questionativa.

Sabe o que ele estava ensinando, "PSICOTERAPIA" - é um processo de reconstrução interna.

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista p. 557

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Revolta no santuário celestial



Revolta no santuário celestial

Para compreender melhor as questões que envolveram esse conflito quero começar como a questão foi colocada entre os anjos.

Satanás, o adversário de Deus, não saiu das mão do Criador como um demônio maligno. Pelo contrário, Deus o trouxe à existência como um anjo sábio e cheio de glória.

Duas passagem do AT descrevem indiretamente a origem, posição e queda moral desse poderoso ser (Isaías 14:4-21; Ez 28:12-19). 

Essas passagens nos permitem discernir a gravidade do conflito, iniciado entre as mais elevadas ordens de inteligências criadas por Deus; os anjos celestes. E começou com um anjo nobre - um querubim cobridor - que assistia na presença de Deus. A crise teve origem, por assim dizer, na sala do trono do próprio Deus.

Quais foram as questões?

Não há nem um texto bíblico que afirme diretamente as questões específicas que Lúcifer, cego pelo orgulho, levantou para tentar usurpar as prerrogativas divinas. No entanto, podemos seguramente concluir das diversas passagens bíblicas a natureza das questões envolvidas.

A lei de Deus uma definição simples do apóstolo João é "todo aquele que pratica o pecado transgride a Lei..." (1 João 3:4) quando as Escrituras dizem, portanto, que "o diabo [Satanás] vive pecando desde o princípio" ( 1 João 3:8), podemos concluir corretamente que Lúcifer questionou a necessidade de seres santos como os anjos estarem sujeitos aos mandamentos de Deus. Ele teria considerado a lei de Deus um restrição à liberdade angélica.

O caráter de Deus, ao questionar a lei de Deus, lúcifer questionou o caráter do Criador. quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentirosos e pai da mentira" (João 8:44). Cristo acusa lúcifer abertamente de homicídio e mentira, violações da lei moral. 

Mas quem ele matou ou para quem ele mentiu, antes de ser expulso do Céu?

Uma vez que tanto Jesus quanto o apóstolo João apontam a "ira" e o "ódio" no coração como as raízes do homicídio, o Mestre está evidentemente fazendo uma alusão ao estranho sentimento de Lúcifer começou a nutrir e que motivou suas ações é por essa razão que quando Deus mencionou que ele (Lúcifer) violou o sexto mandamento "não matarás". (Êxodo 20:13).

Autonomia da criatura Lúcifer não quer ser deus dos anjos mais sim que cada um fosse seu próprio deus ou seja a criatura rebelde diz: Não preciso de Ti, Deus; sou perfeitamente capaz de cuidar da minha própria vida". Será!

Lúcifer o primeiro pecador pretendia se libertar da autoridade de Deus. a profecia de Isaías reflete isso" Tu dizias no teu coração: eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao altíssimo" (Is 14:13,14)

Lúcifer desejava ser seu próprio deus.

Arsenio

Bibliografia

Tratado de Teologia p. 1075,1076,1077,1078

Bíblia ACF

O conflito cósmico sobre o caráter de Deus



O conflito cósmico sobre o caráter de Deus




Ouvi do altar que se dizia: Certamente, ó Senhor Deus, todo-­poderoso, verdadeiros e justos são os Teus juízos" (Ap 16:7).

Um dos principais ponto que Satanás tem feito durante deste que o universo foi criado é atacar continuamente o caráter de Deus.

Se percebemos atentamente de todos os seres criados por Deus o único que reclama o único que cria discórdia é o próprio lúcifer.

Apocalipse declara "Ouvi do altar que se dizia" certamente não da boca de Lúcifer, mas das hostes celestiais, em certo ponto umas das teorias aplicado pelo pai* do terror França de (1789-1798), em que dizia que a minoria não tem poder sobre a maioria que ficou conhecida mais tarde pelos países modernos inclusive no Brasil como a lei "preambulo".

Baseado neste comentário Santanas cabe neste contexto não tem poder nenhum de desfigurar a imagem Santa de Deus.

Mas por que isso acontecer?

Todo o problema de Santanas é a "Adoração", não existe nada que vem contradizer sobre essa questão, Lúcifer quer ser o centro de adoração, isso só é uma prerrogativa que cabe a Deus a mais ninguém pois Ele é o criador de tudo. (Salmos 8)

Uns dos ponto alto do seu ataque será o questionamento do santuário celestial, mas pergunto quem fez o santuário celestial?

Vejamos o que a Bíblia responde?

A Bíblia é clara em dizer que o santuário celestial foi erigido pelo Senhor, não o homem. (Hebreus 8:2), neste sentido de homem fica claro por um "ser criado", isto inclui também Lúcifer, pois é um ser criado por Deus.

Um Fato que devemos entender "não deveríamos dar tanta importância às críticas, pois para cada solução nossa sempre haverá um crítico a nos questionar."Ivan Teorilang.

Pense nisto que Deus continue de abençoando muito. Amém

Nota "Pai do terror" foi Maximilien Robespierre 
            
Arsenio

Bibliografia
Bíblia ACF

domingo, 15 de dezembro de 2013

Adorem o Criador




Adorem o Criador



O apelo do primeiro anjo para temer a Deus e adorá-Lo como Criador do céu e da Terra na hora do juízo celestial associa o juízo com a criação: "E adorai Aquele que fez o céu, e a Terra, e o mar, as fontes das águas" (Apocalipse 14:7)

Na última mensagem divina de advertência ao mundo, o primeiro anjo pede a restauração da adoração pura e apostólica (Apocalipse 14:7). Esse apelo cria um motivo no Israel espiritual eterno, promulgando um evangelho e um culto religioso falso, são denominados de Babilônia caída, pelo segundo anjo (Apocalipse 14:8).

Apocalipse 14:7 não apenas chama a atenção para Deus como Criador, afirma que nós devemos adorá-Lo como Criador.

A maneira mais apropriada de adorar a Deus como Criador é adorá-Lo no dia que Ele designou como memorial da criação: o sábado.

É no fim do tempo, portanto, que devemos procurar uma mensagem especial, uma pregação especial, um chamado especial para adorar a Deus como Criador mediante a utilização de Seu memorial da criação: o sábado.



Arsenio

Bibliografia

Tratado de Teologia p.491,968,970

Bíblia ACF

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A fúria das nações



A fúria das nações

Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. Apocalipse 14:7

“vinda a hora do seu juízo”, tem um significado importante embora está relacionado com o futuro, podemos deslumbrar com um fato ocorrido no passado com a França de (1789 -1798).

Para tanto preciso fazê-los recordar o verso da sagrada escritura que descreve como, “e naquela mesma hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.” Apocalipse 11:13

Lembra o que eu escrevi no comentário anterior que a decima parte da cidade é a própria França de (1789-1798), pois não a outra fato ocorrido na história que possa substituir o que ocorreu com a França que perseguiu os cristão ao ponto de extermina-los.

Agora por que a fúria das nações aonde elas se encontram, para que possamos continuar a deslumbrar na historia que a Bíblia cumpre por cada palavras escrita?

Ouve-se uma época que teve opositores a Santa Bíblia foi na época pré-milenista, aonde se inicio a pregação da volta de Cristo, quando se fala as fúrias das nações não estamos referindo sobre o poder nacional que rege o país ou mundo, mas sim no mundo religioso.

Guilherme Miller, foi um dos que devoraram o “livrinho” de Daniel, houve erros na interpretação sim ouve, mas não faltou quem o critica-se, grande homens teólogo e pregadores de renome em vez de ser unir a Miller, com suas faculdade intelectuais usaram seus dons para guerrear contra Miller.

Guilherme Miller foi o homem de Deus para a hora de Deus. Ele apresentou a mensagem correta acerca da chegada do juízo final, a mensagem que focalizava uma grande e novo trabalho que Jesus Cristo iniciava naquele momento no santuário celestial. Certamente todos os cristãos deveriam ter estado ansioso por examinar o que ele tinha a dizer a respeito de Cristo Jesus.

Os oponentes de Miller deveriam ter-lhe ensinado essas coisas- desde que eles próprios as conhecessem, é claro.

Hoje em dia como nos dias de Miller sempre vai haver opositores das palavras de Deus, mas não haverá um sequer que ajude ou que ofereçam a estudar juntos plenamente para descobrir as maravilhas que Deus tem a nós revelar.

As fúrias das nações é baseadas nos conflitos onde o errado sempre irá ser opor contra a verdade, no livro de 2 Timóteo 3:1-5 e 13 “SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.

2 Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,

3 Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons,

4 Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,

5 Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.

13 Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados.”

A vinda e a hora do seu juízo é uma reflexão de nossa vida diária que precisa ser mudada agora, antes do fechamento da porta da graça. 

A mensagem do Terceiro anjo é a evidencia que Jesus está próximo é a última mensagem para o nosso dia.

Arsenio

Bibliografia

Uma nova Era Segundo as Profecias do apocalipse p. 376,377

Bíblia ACF







quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Temam a Deus!



Temam a Deus!

Essa mensagem está inscrita no livro de Apocalipse, “Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” ( Apocalipse 14:7)

A mensagem do primeiro anjo nos ordena temer a Deus. O que isso significa? 

Ter um significado pleno amar-Lo intensamente, ter o mesmo sentimento que os patriarcas da reforma teve em Daniel 12:4-7, quando se apaixonaram pelo “livrinho de Daniel’, ( que é o próprio livro de Daniel).

Temer a Deus é não fazer como os outros fizeram ao abandonarem a fé no momento crucial da história, quando perceberam que a profecia que inicio em 538 a 1798, na qual incluía a profecia de 1260 tarde e manhã ou anos, estava relacionada com os dramáticos movimentos da história da França que mudaria o mundo todo.

Mas perceberiam que tanto os 70 semanas relatada no livro de Daniel (490 anos), como os 1260 tarde e manhã (1260 anos) estão inseridas em 2300 tarde e manhã (2300 anos), na qual terminariam em 1844. ( Daniel 7,8,9)

Não temer a Deus é continuar com fervorosos estudos como ocorreu mesmo após o dia da decepção que os reformadores criam que Jesus viria em 22 de outubro de 1844.

Mas cumpriram a ordem do o anjo (Jesus), que “o saber se multiplicará”, esse reformador estavam temendo sim a Deus, pois a sua palavra estava sendo “devorada” paginas por paginas.

Temer a Deus é não se deixar abater pelas primeiras derrotas que aconteceram em 1844, pela má compreensão da Santa Bíblia, mas e ver nelas o desafio de continua-las estudando plenamente, e a necessidade de estudar com a intensão de ensinar e pregar.

Temer a Deus meus queridos é suportar a perseguição que ocorreu durante o período de 1260 anos que teve o início em 538 com o imperador romano Constantino, que em meados de (1789-1798), a França mergulharia em sangrento Reinado do Terror aonde 10 por cento da população francesa foi mortas por amor ao evangelho, aonde se cumpriu a profecia da morte das duas testemunhas (que são os cristãos huguenotes foram mortos) uma guerra que durou oito anos, o que parecia ter terminada quando a princesa apaixonou com um huguenote e casou-se com ele.

Mas o pior aconteceria menos de uma semana, após o casamento, quando a sua mãe a rainha Catarina de Médici, preparou uma armadilha que quando soasse os sinos da França as duas da madrugada cerca de oito mil huguenotes (que eram franceses e possuíam dons variado que eram responsáveis pela economia da própria França), foram caçados como animais e trucidados.

Pela boa noticias que Roma recebeu o Papa Gregório mandou fazer uma medalha de São Bartolomeu para celebrar o evento.

Em apocalipse 11 relata os heróis da fé que não rejeitaram o nome do nosso senhor Jesus Cristo, “E naquela mesma hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.” Apocalipse 11:13 

A décima parte da cidade e a França de (1789-1798).

Tem mais um detalhe que já comentamos, mas precisa ser provado na Bíblia “E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de saco. Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do Deus da terra.” Apocalipse 11:3-4.

As duas testemunhas, as duas oliveiras e os dois castiçais são os mesmo simbolismo que é representado pelo “Velho Testamento e o Novo testamento”, ( são os mensageiro de Deus ou seja o anjo do Apocalipse 14:6 que tanto é representado pelos Huguenotes como aqueles que um dia sentiram esse mesmo dever).



Arsenio



Bibliografia

Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse p. 284,291

Bíblia ACF

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Tempo de decepção



Tempo de decepção



Apocalipse 10:10 ó E tomei o livrinho da mão do anjo, e comi-o; e na minha boca era doce como mel; e, havendo-o comido, o meu ventre ficou amargo.

11 E ele disse-me: Importa que profetizes outra vez a muitos povos, e nações, e línguas e reis.

Leia Apocalipse 10. Qual é a mensagem do anjo com o livrinho? O que significa a expressão "é necessário que ainda profetizes"? Ap 10:11

João recebeu instrução de tomar o rolo da mão do anjo e comê-lo. Aqui está a primeira atribuição. Certa vez, em visão, o profeta Ezequiel comeu um livro. Veja Ezequiel 2:8 a 3:3. O profeta Jeremias fez referência ao ato de comer a Palavra de Deus e encontrar deleite nisso. Veja Jeremias 15:16. Entretanto, João advertido de que, embora na boca o sabor do livro fosse doce e agradável, ele se tornaria amargo ao chegar ao estômago. Obedientemente, o apóstolo dirige-se ao anjo, come o livro e constata que, de fato, o seu sabor inicial é doce, fazendo-se amargo logo a seguir. Uma segunda atribuição lhe é dada; “É necessário que ainda profetizes”.

O que é o livrinho? O documento que se encontra aberto na visão de João é o mesmo que se encontrava fechado na visão de Daniel. Suas “palavra que em certo sentido se achavam “encerradas” nos dias de Daniel, não deveriam assim permanecer para sempre; permaneceriam fechadas apenas “ até o tempo do fim”. 

O “livrinho” é o livrinho de Daniel. “E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará.” Daniel 12:4.

Esse ‘livrinho’, mencionado é que nos finais do tempo, as pessoas procuraram compreender de uma forma entusiástica e passaram o conhecimento a outros cirando uma cadeia interminável de conhecimento. 

Como resultado disso o ato de comer (ler), levou um surgimento de grande nomes professos na qual alguns deles se fazem notório em cita-los; Gerge Bell, Edward King, Willian Cunninghme, Charles Maitland, Alexander Keith, Edward Bickersteth, Edward Irving, George Croly, Marthew Habershon, Joseph Wolff e muito outros comentaristas.

A doçura e a amargura tem um significado importante quando os teólogos da época começaram a estudar a santa Bíblia (livrinho), na qual contém as profecias encontraram com números simbólicos a ponto de marcar um dia do mês de outubro de 1844 a volta de Jesus Cristo.

Com quanta ansiedade pulsaram seus corações, antegozando a aproximação do dia tão longamente almejado! “Seu irmão na bem-aventurada esperança”, era a frase de encerramento de muitas de suas cartas.

A experiência desses crentes foi notavelmente predita na visão de João a do Anjo com o livrinho aberto. Da mesma forma como o apóstolo em visão, tanto tempo antes – só que agora na vida real – os crentes haviam “comido” o pequeno livro aberto. Eles haviam “devorados” avidamente a nova e maravilhosa compreensão das profecias de longo alcance de Daniel.

Fazê-lo, trouxera-lhes indescritível felicidade. Com toda certeza o sabor lhes parecera “doce como mel”. Mas quando Jesus não veio apareceu, eles sentiram amarga e indescritível tristeza.

O ato de profetizar tem o sentido que embora o ocorrido o desapontamento em 1844, não deveria significar o colapso e muito menos o fim de qualquer coisa! A vida, e a necessidade de estudar, ensinar e pregar deveria prosseguir. O começo do tempo do fim não é a mesma coisa que o fim propriamente dito.

Arsenio

Bibliografia

Uma Nova era Segundo as Profecias do apocalipse p. 280,282,283,284

Bíblia ACF







Nossa mensagem profética



Nossa mensagem profética



"Vi outro anjo voando pelo meio do Céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o Céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas" (Ap 14:6, 7).



Algo surpreendente em nosso Deus é que não faz acepção de pessoas, “E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas;” (Atos 10:34), e vemos essa realidade em Apocalipse 14:6-7), acima.

Apocalipse é um chamado para o um dever solene de levar a mensagem de salvação a todos os recantos do mundo e anunciar a volta de Cristo, a esse mundo, e muito mais que isso a conceder a redenção a todos que um dia professaram através do juramento e do batismo a sua entrega a Ele.

Nunca houve um dia sequer que precisa-se dessa mensagem como em nossos dia em vivemos especialmente porque as pessoas perderam o sentido da vida, por que nascemos qual é o nosso papel hoje?

Apocalipse é um livro de benção e restauração um livro de bem aventurança na qual no final do desfecho da historia teremos uma linda e memorável vitória que repercutirá em todo o universo.

Adoração é o ponto central do apocalipse 14, o centro de todo o ser vivo, pois e de onde é emanada a vida a salvação a todos.

Que Deus possa nos usar-nos cada vez mais em seu ministério que possamos fazer parte do grande exercito de Deus que irá finalizar a última e solene mensagem em nossos dias.



Arsenio

O ataque do chifre pequeno



O ataque do chifre pequeno

Alcançamos o oitavo capítulo de Daniel. No capítulo anterior vimos que um pequeno mais poderoso chifre iria surgir, um poder político-religioso que sairia do império romano com pretensões de trocar a Palavra de Deus pela tradição, a lei de Deus pela a lei dos homens, o ensinamentos divinos por ensinamentos humanos e modificaria os mandamentos de Deus.

Vamos relembrar como surgiu o chifre pequeno, em Daniel 8:3 lemos, “E levantei os meus olhos, (Daniel) e vi, e eis que um carneiro (Media-Pérsia) estava diante do rio (Ulaí), o qual tinha dois chifres (Poder); e os dois chifres eram altos, mas um era mais alto do que o outro (Media); e o mais alto subiu por último (Pérsia representada pelo rei Ciro).” Daniel 8:3.

Vejamos o verso 4: “ Vi que o carneiro dava marradas para o Ocidente, para o Norte e para o Sul.” São as conquista Lídia, em 547 a.C.; Babilônia, em 539 a.C.; Egito em 525 a.C.

Agora o verso 5: Bode é identificado pelo anjo como representante da Grécia (v.21), isto é, o Império macedônio de Alexandre.

Vinha do Ocidente porque a Grécia ficava a oeste do império persa, quando se lê sem tocar no chão significa a grande rapidez a surpreendente velocidade das conquistas de Alexandre.

No verso 7 e 8 após de derrotado os dois chifre pequenos do carneiro (Media- Pérsia), a bíblia descreve que na sua força ou seja a profecia é clara e distinta que a queda de Alexandre o grande ocorreria quando o seu império estivesse no auge de seu poder. Aos 32 anos, ainda jovem, o grande Líder morreu de uma febre agravada, sem dúvida, por sua própria intemperança.

Do chifre notável surge quadro chifres notáveis e representado pelos quatros reinos macedônicos (helenísticos a ideia que
Alexandre teve de casar Dez mil soldados com viúvas Persas ) nos quais se dividiu o império de Alexandre.

Neste caso aparece em cena os quadros poderosos líderes de Alexandre: Cassandro, Lisímaco, Seleuco e Ptolomeu que dividiram o território entre eles.

Cassandro tinha a Macedônia, com a soberania nominal sobre a Grécia; Lisímaco ficou com a Trácia e grande parte da Ásia Menor: Seluco ficou a maior parte do que fora o império persa: parte da Ásia Menor, norte da Síria, Mesopotâmia e regiões ao oriente; Ptolomeu tinha Egito, a Palestina e parte da Síria.

Esses reinos não durariam por muito tempo devido surgiria outro império que é Roma imperial na qual conquistaria a Macedônia e outros, mas também seria subjugado pelos Bárbaros na profecia representa os dez países: ostrogodos, visigodos, francos, vândalos, suevos, alamanos, anglo-saxões, hérulos, lombardos e burgúndios.

Esses três países barbaras sublinhados foram os que foram atacados pelo chifre pequenos (Daniel 7:8).

Embora pequeno no início, este chifre é descrito, mais tarde, como “mais robusto do que os seus companheiros”, Ele simboliza a continuação do poder romano por meio da igreja romana.

“Das ruinas da Roma política, surgiu o grande império moral na ‘forma gigante’ da igreja romana”.



Arsenio

Bibliografia

Revelações de Daniel p. 95

Comentário Bíblico Adventista v.4 p. 905,925



The Rise of the medieval Church [1900] p. 150

O dia da Expiação escatológico



O dia da Expiação escatológico

“E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” Daniel 8:14

O que temos que compreender primeiramente é o significado da palavra “Escatológico”.

Etimologia da Palavra

O termo Escatologia tem origem em duas palavras gregas (éschatos = "último", e logos ="estudo"). Portanto, a tradução da palavra seria algo como: "A Doutrina (ou estudo) das Últimas Coisas".

. Importância do assunto

A Escatologia é um dos temas mais tratados na Bíblia. Sua importância despertava agudo interesse na igreja primitiva. Em toda a Bíblia, tanto no Antigo como no Novo Testamento, o assunto é retratado de forma relevante e intensa.

O foco central, o âmago, o coração da Escatologia é A Segunda Vinda de Cristo. Como o próprio termo denota a Escatologia não trata de toda a história do homem, mas focaliza e direciona o estudo para os acontecimentos finais da história humana e o estado eterno.

O dia da expiação apontava para algo que iria acontecer no futuro, o próprio ritual cerimoniais ensinava continuamente ao povo hebreu a eminencia do assunto em questão.



Arsenio

Bibliografia

Escatologia p. 3



Bíblia ACF