Casamento

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Temam a Deus!



Temam a Deus!

Essa mensagem está inscrita no livro de Apocalipse, “Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” ( Apocalipse 14:7)

A mensagem do primeiro anjo nos ordena temer a Deus. O que isso significa? 

Ter um significado pleno amar-Lo intensamente, ter o mesmo sentimento que os patriarcas da reforma teve em Daniel 12:4-7, quando se apaixonaram pelo “livrinho de Daniel’, ( que é o próprio livro de Daniel).

Temer a Deus é não fazer como os outros fizeram ao abandonarem a fé no momento crucial da história, quando perceberam que a profecia que inicio em 538 a 1798, na qual incluía a profecia de 1260 tarde e manhã ou anos, estava relacionada com os dramáticos movimentos da história da França que mudaria o mundo todo.

Mas perceberiam que tanto os 70 semanas relatada no livro de Daniel (490 anos), como os 1260 tarde e manhã (1260 anos) estão inseridas em 2300 tarde e manhã (2300 anos), na qual terminariam em 1844. ( Daniel 7,8,9)

Não temer a Deus é continuar com fervorosos estudos como ocorreu mesmo após o dia da decepção que os reformadores criam que Jesus viria em 22 de outubro de 1844.

Mas cumpriram a ordem do o anjo (Jesus), que “o saber se multiplicará”, esse reformador estavam temendo sim a Deus, pois a sua palavra estava sendo “devorada” paginas por paginas.

Temer a Deus é não se deixar abater pelas primeiras derrotas que aconteceram em 1844, pela má compreensão da Santa Bíblia, mas e ver nelas o desafio de continua-las estudando plenamente, e a necessidade de estudar com a intensão de ensinar e pregar.

Temer a Deus meus queridos é suportar a perseguição que ocorreu durante o período de 1260 anos que teve o início em 538 com o imperador romano Constantino, que em meados de (1789-1798), a França mergulharia em sangrento Reinado do Terror aonde 10 por cento da população francesa foi mortas por amor ao evangelho, aonde se cumpriu a profecia da morte das duas testemunhas (que são os cristãos huguenotes foram mortos) uma guerra que durou oito anos, o que parecia ter terminada quando a princesa apaixonou com um huguenote e casou-se com ele.

Mas o pior aconteceria menos de uma semana, após o casamento, quando a sua mãe a rainha Catarina de Médici, preparou uma armadilha que quando soasse os sinos da França as duas da madrugada cerca de oito mil huguenotes (que eram franceses e possuíam dons variado que eram responsáveis pela economia da própria França), foram caçados como animais e trucidados.

Pela boa noticias que Roma recebeu o Papa Gregório mandou fazer uma medalha de São Bartolomeu para celebrar o evento.

Em apocalipse 11 relata os heróis da fé que não rejeitaram o nome do nosso senhor Jesus Cristo, “E naquela mesma hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.” Apocalipse 11:13 

A décima parte da cidade e a França de (1789-1798).

Tem mais um detalhe que já comentamos, mas precisa ser provado na Bíblia “E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de saco. Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do Deus da terra.” Apocalipse 11:3-4.

As duas testemunhas, as duas oliveiras e os dois castiçais são os mesmo simbolismo que é representado pelo “Velho Testamento e o Novo testamento”, ( são os mensageiro de Deus ou seja o anjo do Apocalipse 14:6 que tanto é representado pelos Huguenotes como aqueles que um dia sentiram esse mesmo dever).



Arsenio



Bibliografia

Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse p. 284,291

Bíblia ACF

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