Casamento

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Posso Comer de tudo no açougue?



Posso Comer de tudo no açougue?

Comei de tudo quanto se vende no açougue, sem perguntar nada, por causa da consciência. 1 Coríntios 10:25

Do grego “Makellon, do latim macellu, “mercado de carne”.

Em corintos, foram escavadas as ruínas de um grande mercado de carne, com colunata e pequenas lajas ao redor de um pátio pavimentado. Uma laje ao redor de um pátio pavimentado.

Uma laje de mármore construída no pavimento de uma das lojas tem uma inscrição em latim que se refere a um mercado de peixe, usando a palavra macellum, para “mercado”.

Talvez esse fosse o “mercado” mencionado aqui. 

Após os sacrifícios nos templos idólatras, partes dos animais eram vendidas no mercado. Visto que essa carne não era separada das outras à venda no mercado, um cristão podia comprar carne que fora oferecida aos ídolos sem o saber. O conselho do apóstolo é que essa carne poderia ser comprada pelo cristão.

A última frase do verso, “Por motivo de consciência”, literalmente “devido à consciência” ou “por causa da consciência”. O cristão não tinha necessidade de perguntar ao vendedor se a carne havia sido oferecida a ídolos.

Veja e leia novamente, você perceberá que Paulo não está dizendo para comermos qualquer tipo de carne, se assim o fizesse ele estaria jogando a verdade de Deus por terra, na qual encontramos em Levítico 11.

Portanto irmão utilizar uma parte de um texto isolado para justificar o nosso apetite também se torna pecado.

Se a nossa consciência nos acusa significa que o Espírito Santo estava advertindo no que se deve comer ou não, pense nisso.

O Espírito Santo não apenas expõe o pecado; Ele convence da justiça. Ele exorta o ser humano a aceitar a justiça de Cristo, tanto a imputada (Romanos 10:3-10) quando a comunicada (Gálatas 2:20; Filipense 2:13).

Assim, o Espírito convence os crentes de seus pecados, guia-os à salvação e à justiça, que é Jesus, e os adverte das consequências da permanência no pecado e de se negligenciar a salvação pela graça.

Arsenio

Comentário Bíblico Adventista v.6 p. 823

Comentário Bíblico Adventista v5 p. 1165

Bíblia ACF



sábado, 17 de maio de 2014

Onde aumentou o pecado (Rm 5:12-21)



Onde aumentou o pecado (Rm 5:12-21) 

Um ponto em questão em dizer que todos herdaram o erro de Adão é completamente errado. A bíblia sagrada assim como o texto de Paulo em Romanos 5, declara o que herdamos foi a consequência do erro de Adão que é a morte.

Mas mesmo essa morte tem um, porém não é qualquer morte, pois, o mesmo Paulo explicar que a três tipos de mortes;

A morte Espiritual (Efésio 2:1) “E VOS vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados,” 

A morte temporal, a “primeira morte” descrita por Jesus como “um sono” (João 11:11-14)

A morte eterna, a “segunda morte” ( Mateus 10:28; Apocalipse 20:6,14)

Esse aumento do pecado está relacionada a humanidade como um todo, pois, Paulo afirma que “todos pecaram,” ou seja infelizmente todos estão sujeitos a morte.

Gênesis 3 também contradiz a moderna teoria da hereditariedade e do ambiente. É-nos dito que a razão do pecado e do mal, se encontram no mundo e resulta da transmissão corrupta da nossa hereditariedade.

Se nossos ancestrais não tivessem pecado, não seriamos pecadores. Sabemos que Adão e Eva não tiveram ancestrais corrompidos, mesmo assim pecaram. Somos ensinados também que a causa do mal no coração do homem é resultado do ambiente perverso que vivemos.

Se tão somente pudéssemos purificar a sociedade, os homens não ficariam mais sujeitos a pecar. Isto mostra-se falso pelo, fato de que nossos primeiros pais (Adão e Eva) viviam numa condição de perfeição, toda via pecaram. Assim devemos considerar que o homem não precisa de um novo berço e sim de um novo nascimento.

A raça humana foi criada de modo a poder receber o amor de Deus e corresponder a Ele. Para que o amor seja real, ele deve ser concedido livremente. O amor não é amor se for dado por compulsão.

Como Deus saberia se o primeiro homem e mulher o amavam? Ele lhes deu uma oportunidade de provar seu amor através de um simples ato de obediência.

De fato ele não era nem mesmo tão difícil quanto se poderia supor. Tudo que lhes foi pedido era não praticar um determinado ato — comer do fruto de uma das muitas árvores do jardim, e demonstrar desse modo sua dedicação ao Senhor. Deus não estava os privando de nada.

Adão e Eva não precisavam do fruto dessa árvore. Ele não era necessário para felicidade ou para o bem estar de ambos. Por outro lado, o homem não necessita do pecado. Ele não acrescentou nem sequer um segundo de prazer genuíno na vida humana.

Arsenio

Bibliografia
Comentário bíblico Adventista v.6 p.581
Hamartiologia p.6
Bíblia ACF

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Cristo, o fim da lei



Cristo, o fim da lei

Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê. Romanos 10:4

No texto grego, a palavra “fim”, telos, está com ênfase. Estas palavras têm sido interpretadas como se Cristo fosse o fim da lei como tal, mas em Galatas 3:24, afirma que a lei apenas conduziu até Cristo, portanto Cristo sendo o cumprimento da Lei (Mateus 5:17) e Cristo sendo o fim da lei como meio de salvação (cf. Romanos 6:14). A primeira interpretação, antinomista, é um equívoco.

Em Romanos 3:31,”Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei”. Anular no hebraico “Katargeõ”, tornar nula e sem feito.

O que temos de analisar é que a falha dos judeus não significa que Deus não conseguiu cumprir as promessas feitas a eles. A promessa de salvação ainda é válida, mas única e tão somente para os que têm fé (Romanos 1:16).

Nossos pecados e a falta de fé tornaram impossíveis a Deus cumprir a promessa de breve retorno. Os mesmo pecados que excluíram o antigo Israel da terra de Canaã têm retardado a entrada do Israel espiritual na Canaã celestial. “Em nenhum dos casos houve falta da parte das promessas de Deus. É a incredulidade, o mundanismo, a falta de consagração e a contenda entre o professo povo de Deus que nos têm detido neste mundo de pecado e dor por tantos anos”.

A mensagem do evangelho é que Cristo é o fim da lei como forma de justiça a todo aquele que tem fé.

Paulo foi bem claro em Romanos 2:13, “Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados”. O que Paulo trata da lei em sentido geral.

A passagem também não pode ser usada para afirmar que Cristo é o fim da lei como tal e que, portanto, em Cristo, as pessoas estão isentas da obediência à lei de Deus. É a lei como método de obtenção de justiça que foi levada ao fim, em cristo. O propósito de Deus para proclamar sua lei era revelar a pecaminosidade de um Salvador (Romanos 3:20) e a necessidade de um salvador (Gálatas 3:24).

Mas os judeus tinham torcido o propósito de Deus e usavam as leis, tanto morais quanto cerimoniais, como meio de estabelecer a própria justiça. Cristo veio eliminar esse uso equivocado da lei e apontar o caminho de volta à fé. A fé não aboliu a lei, mas a confirmou (Romanos 3:31), tornando acessível aos seres humanos a justiça perfeita de Cristo (romanos 8:4).

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v.6 p.542,655

Bíblia ACF



terça-feira, 6 de maio de 2014

Humildes começos



Humildes começos 

Quando uma pessoa tem um desejo de realizar um empreendimento próprio a primeira obstáculo que vem em mente é quanto ao recurso financeiro eu tenho, quando tempo precisarei para que o retorno comece a surgir a que público eu vou conquistar e finalmente como está a situação econômica do meu país, tudo isso são perguntas importante para não poder falhar isso se chama “planejamento”. 

Em Lucas 2:24 está escrito, “e para darem a oferta segundo o disposto na lei do Senhor: Um par de rolas ou dois pombinhos”. 

Esses animais é uma prova de que Cristo pertencia a uma família humilde o Seu próprio nascimento em uma manjedoura demonstrou de fato a condição social em que pertencia, mas não o abalaria de ser tornar um dos maiores mestre que os tempos já presenciou. 

Algo que chamou-me a minha atenção foi o que está escrito em Lucas 21:22, “e, cumprindo-se os dia da purificação dela, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor”. 

Veja que a purificação esta referindo à Maria por essa razão usou a frase “deles”, a lei levítica estipulava que o tempo de “impureza” da mãe se tivesse um menino era de 40 dias, se tivesse uma menina, era de 80 dias. 

Durante esse período ela deveria permanecer em casa e não deveria participar das práticas religiosas públicas. Era a mãe, e não a criança, que precisava de purificação”. A mãe e a criança deveria comparecer ao templo para a “purificação” de um e apresentação do outro. 

Percebe que a situação econômica de uma pessoa não é um empecilho para que os objetivos possam ser alcançados, a única coisa que Jesus tinha era um sonho de demonstrar o amor do Seu Pai. 

Em Eclesiastes 11:4 está escrito, “Quem observa o vento, nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará”. Em outras palavras se você esperar pelas condições perfeitas, nunca conseguirá fazer nada. Se insistir em resolver todos os problemas antes de tomar uma decisão, você nunca conhecerá o sentimento de viver pela fé. 

Deus sempre usa pessoas comuns e situações imperfeitas para alcançar o propósito dele. 



Arsenio 

Bibliografia 

Comentário bíblico Adventista v.5 p. 770 

Uma igreja com propósito p. 47 

Bíblia ACF

Humildes começos



Humildes começos

Quando uma pessoa tem um desejo de realizar um empreendimento próprio a primeira obstáculo que vem em mente é quanto ao recurso financeiro eu tenho, quando tempo precisarei para que o retorno comece a surgir a que público eu vou conquistar e finalmente como está a situação econômica do meu país, tudo isso são perguntas importante para não poder falhar isso se chama “planejamento”.

Em Lucas 2:24 está escrito, “e para darem a oferta segundo o disposto na lei do Senhor: Um par de rolas ou dois pombinhos”.

Esses animais é uma prova de que Cristo pertencia a uma família humilde o Seu próprio nascimento em uma manjedoura demonstrou de fato a condição social em que pertencia, mas não o abalaria de ser tornar um dos maiores mestre que os tempos já presenciou.

Algo que chamou-me a minha atenção foi o que está escrito em Lucas 21:22, “e, cumprindo-se os dia da purificação dela, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor”.

Veja que a purificação esta referindo à Maria por essa razão usou a frase “deles”, a lei levítica estipulava que o tempo de “impureza” da mãe se tivesse um menino era de 40 dias, se tivesse uma menina, era de 80 dias.

Durante esse período ela deveria permanecer em casa e não deveria participar das práticas religiosas públicas. Era a mãe, e não a criança, que precisava de purificação”. A mãe e a criança deveria comparecer ao templo para a “purificação” de um e apresentação do outro.

Percebe que a situação econômica de uma pessoa não é um empecilho para que os objetivos possam ser alcançados, a única coisa que Jesus tinha era um sonho de demonstrar o amor do Seu Pai.

Em Eclesiastes 11:4 está escrito, “Quem observa o vento, nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará”. Em outras palavras se você esperar pelas condições perfeitas, nunca conseguirá fazer nada. Se insistir em resolver todos os problemas antes de tomar uma decisão, você nunca conhecerá o sentimento de viver pela fé.

Deus sempre usa pessoas comuns e situações imperfeitas para alcançar o propósito dele.



Arsenio

Bibliografia

Comentário bíblico Adventista v.5 p. 770

Uma igreja com propósito p. 47

Bíblia ACF

Discipulando os “comuns”



Discipulando os “comuns”

Como Jesus escolhias as pessoas para ser um discípulo é um mistério, mas algo que não podemos negar que Ele nunca errou em suas escolhas.

Em Marcos 1:16-18, Jesus chama duas pessoas que deixaram uma profissão que aprendera com a família para ser tornar pregadores uma vocação que aparentemente opostas, mas que eles seriam ensinado aos longo dos anos com um dos maiores mestre em teologia que é Jesus Cristo.

A frase “Eu vos farei”, significa transformar pescadores comuns em pescadores de homens envolveria um longo e demorado processo de treinamento. Pedro e André, Tiago e João eram pescadores experimentados, porém a partir de então, deveriam adquirir novas habilidades.

Outro ponto forte é a questão da profissão uma não interfere no compromisso que a pessoa tem de divulgar a mensagem do retorno de Cristo, adquirir uma habilidade nova deve ser o desafio de todo servo de Cristo, pois além de enriquecer intelectualmente, aumenta a auto-estima e a própria satisfação de levar pessoas aos pés de Cristo.

A obra poderia ser até finalizada por Cristo, mas decidiu realizar um curso intensivo para homens participasse da alegria de ser ganhadores de almas, Jesus com certeza não formulou perguntas como atrair pessoas para o Seu reino, mas o que Ele fez faz a cada um de nós realmente pensar em cada passos que Cristo tomou.

Um fato especifico é que ‘muitos teriam boa vontade de trabalhar se lhes ensinassem a começar. Necessitam ser instruído e animados. Toda a igreja deve ser uma escola missionária para obreiros cristão...Não somente deve haver ensino, mas trabalho real, sob a direção de instrutores experientes! Que os mestres vão à frente no trabalho entre o povo, e outros, unindo-se a eles, aprenderão em seus exemplo. Um exemplo vale mais que muitos preceitos’.

Se ouve uma época que deveria forma missionário com urgência o tempo é agora com atual crise no setor social, é ume estimulo para que os mais experiente comece escolher como Cristo fez as pessoas que vão ensinar para dar continuidade do trabalho, a expressão escolher é um dos resultado eficiente que Cristo usou para poder escolher pessoas com desejo enorme de finalizar e participar do trabalho divino e além claro e eliminar muitos problema que poderia surgir.

Devemos sentir agora a nossa responsabilidade de trabalhar com intenso ardor, a fim de comunicar a outros as verdades que Deus nos tem revelado para o tempo atual. Não podemos ser demasiado diligentes...

Agora é o tempo de proclamar a última advertência. Uma virtude especial acompanha presentemente a proclamação desta mensagem; mas por quanto tempo? 

Só por um pouco de tempo ainda. Se houve uma crise, essa crise é justamente agora.

Todos estão decidindo agora o seu perpétuo destino. Os homens precisam ser despertados a fim de reconhecer a solenidade do momento, e a proximidade do dia em que terá terminado a graça. Esforço decisivo têm de ser envidados a fim de apresentar esta mensagem ao povo de modo preeminente.



Arsenio

Bibliografia

Testemunhado por Cristo p. 11

Evangelismo p. 17

Bíblia ACF

Comentário Bíblico Adventista v.5 p. 616


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Tempo de alegria (Mc 2:27, 28)



Tempo de alegria (Mc 2:27, 28)

Em Marcos 2:27, trás um frase importantíssima, “Não o homem por causa do sábado”, Deus não criou o homem porque Ele tinha um sábado e precisava de alguém para guarda-lo.

Deus queria que o sábado fosse uma benção, não um fardo, e que sua observância fosse para o bem do ser humano e não para o seu mal.

O sábado foi planejado para aumentar sua felicidade, e não para lhe trazer sofrimento.

O sábado deve ser ocasião de alegria, não um fardo, mas ainda assim é um dia para ser santificado.

Em outras palavras, o sábado não foi feito a fim de ser adorado, mas para oferecer oportunidades de adoração.

As inumeráveis observâncias dos rabinos relativos à meticulosa observância do sábado se baseavam no conceito de que, à vista de Deus, o sábado era mais importante do o próprio homem.

De acordo com o raciocínio desses cegos expositores da lei divina, o homem fora feito para o sábado – feito para guardá-lo mecanicamente. 

Os rabinos reduziram o sábado a um absurdo por sua distinção rígida e insensata quanto ao que podia e o que não podia ser feito nesse dia (Marcos 2:24). Eles enfatizavam o aspecto negativo da observância do sábado, isto é, de ser abster de certas coisas. 

As formas da religião eram mostradas como sendo a sua essência e isso tão errado aos olhos de Deus.


Arsenio 
Comentário bíblico Adventista v.5 p. 640 
Bíblia ACF

Tempo para descanso e adoração (Lc 4:16)



Tempo para descanso e adoração (Lc 4:16)

Antes de começar explicar sobre Lucas 4:16, encontrei um fonte importantíssima, que ajudará muito o tema abordado hoje e com certeza irá enriquecer a excelência do conhecimento.

Levítico é um livro fascinante e justamente no capítulo 10:10,15, onde lemos; 

Vs. 10, “E para fazer diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo”, agora veja a frase em negrito, “para fazerdes diferença”.

Embora neste verso fala sobre a bebida que os filhos de Arão, consumirão na qual verso 9 de levítico 10, menciona-se que nenhum oficial da igreja deve consumir bebida alcoólicas, vemos no verso 10 algo importante a distinção do profano e o santo.

A bebida levou os filhos de Arão a tomar foco comum quando entraram no santuário; naquela condição, eles não viam qualquer diferença.

Fogo era fogo, não era? Deus, porém examinou o coração dos dois e viu o que ninguém pode ver.

Havia uma diferença. De modo semelhante, o primeiro dia da semana é tão bom quanto o sétimo dia, pelo raciocínio humano.

Não há diferença – exceto pela ordem de Deus; e isso faz uma diferença vital, a diferença entre a vida e a morte, entre o santo e o profano, entre o puro e o impuro, entre o certo e o errado.

Agora vamos para o verso 15 de Levítico 10, principalmente a útima frase, “como o SENHOR tem ordenado”.

Aquilo que o Senhor ordenou, chamais o homem deveria mudar principalmente nas coisas concernentes no ritual litúrgico, neste verso montra uma ideia de que nada deve impedir a obra do Senhor e de que as circunstância não devem interferir no ritual do santuário tornou-se profundamente enraizada na mente dos sacerdotes à medida que os anos passavam.

O teste extremo ocorreu no final do cerco e na destruição do templo pelos romanos, no ano 70 d.C. Era a hora do sacrifício da tarde. Jerusalém já havia sido capturada, mas o templo ainda resistia.

De forma solene e imperturbável, os sacerdotes conduziam o ritual enquanto os romanos escalavam os muros e entravam nos recintos do templo.

Os edifícios incendiavam e as chamas se espalhavam por todos os lados, mas com calma e equilíbrio os sacerdotes continuavam seu trabalho. Nada devia interferir na obra de Deus.

Agora vem o clímax do tema, sobre a questão do sábado, alguns tem achado que o sábado de êxodo 20:8, é um dia comum, engana-se, neste dia existe a santidade e o selo da benção do criador, e foi neste dia e não o homem, em que Deus escolheu para que eu e você realizar-se um trabalho junto com o Criador.

O Sábado não pode ser considerando um dia comum, de apenas de descanso físico, mas um dia em podemos proclamar a mensagem de muitas formas.

Veja agora Lucas 4:17, principalmente a frase “E foi-lhe dado”, nesta ocasião os livros eram dado pelo diácono ou chazzan, cujo dever era tira os rolos sagrados da arca e entrega-los ao leitor, e retorná-los à arca após a leitura.

Dessa forma, em harmonia com o ritual da sinagoga, o chazzan tirou da arca o rolo dos Profetas, removeu a cobertura e o entrgou, fechado, a Jesus.

Veja não o presbítero, o ancião ou qualquer outro oficial da igreja tinha que ser pelo chazzan, isso é uma ordenança e não devia ser mudado.

O que vemos hoje é uma lastima pessoas mudam as ordenança de Deus (Levítico 10:15), é um exemplo claro são as atitude legalística em que certa religião realizam na Santa Ceia, algumas tão somente o pão, mas não realizam o lava pés, e tomam o suco de uva sem álcool.

A religião que usam qualquer pão para realizar o cerimonial da Santa Ceia, fazendo assim comete o mesmo caso dos filhos de Arão Nadabe e Abiú, levanto fogo estranho, o pão deve ser sem fermento e apenas (farinha, água e azeite).

E outras não realizam esse cerimonia que eram tão comuns nos dias dos hebreus, como foi nos dias de Cristo.

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v1 p. 810

Comentário Bíblico Adventista v.5 p. 800

Bíblia ACF


quinta-feira, 1 de maio de 2014

Sábado judaico?



Sábado judaico?

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.” Êxodo 20:8

O mandamento dia de repouso, porém, nos faz recordar que o sétimo dia, o sábado, como o descanso apontado por Deus para o homem, remota ao início da história humana e é parte inseparável da semana da criação (Gênesis 2:1-3).

O argumento de que o sábado foi dado pela primeira vez no Sinai não tem fundamento (Marcos 2:27).

“E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera.”(Gênesis 2:3)

O ato de santificação consistiu numa declaração de que o dia foi santo, ou separado para propósitos santos.

O sábado semanal do sétimo dia tem sido frequentemente considerado uma instituição para a dispensação judaica, mas o relato inspirado declara que ele foi instituído mais de dois milênios antes do nascimento do primeiro israelita ( um descendente de Jacó, ou Israel).

Há, além disso, a palavra do próprio Jesus, ao declarar: “O sábado foi deito por causa do Homem” (Marcos 2:27), indicando claramente que esta instituição não foi estabelecida apenas para os judeu, mas para toda a humanidade.

Um esclarecimento importante sobre a frase “O sábado do Senhor”. No hebraico “sábado” não tem o artigo definido “o”, mais isso não tira a precisão da ordem de se guardar o sábado.

Exemplo: 

O artigo definido “O” significa que é único não há outro.

O artigo indefinido “um” significa que é algo vago indeterminado ou seja um entre muitos.

Neste caso “o sábado da criação é único” e o sábado judaico que eram considerados dias festivos ou feriados nacionais e um entre muitos.

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v1 p. 203,648,649
Dicionário da língua portuguesa 
Bíblia ACF