Casamento

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Tempo de alegria (Mc 2:27, 28)



Tempo de alegria (Mc 2:27, 28)

Em Marcos 2:27, trás um frase importantíssima, “Não o homem por causa do sábado”, Deus não criou o homem porque Ele tinha um sábado e precisava de alguém para guarda-lo.

Deus queria que o sábado fosse uma benção, não um fardo, e que sua observância fosse para o bem do ser humano e não para o seu mal.

O sábado foi planejado para aumentar sua felicidade, e não para lhe trazer sofrimento.

O sábado deve ser ocasião de alegria, não um fardo, mas ainda assim é um dia para ser santificado.

Em outras palavras, o sábado não foi feito a fim de ser adorado, mas para oferecer oportunidades de adoração.

As inumeráveis observâncias dos rabinos relativos à meticulosa observância do sábado se baseavam no conceito de que, à vista de Deus, o sábado era mais importante do o próprio homem.

De acordo com o raciocínio desses cegos expositores da lei divina, o homem fora feito para o sábado – feito para guardá-lo mecanicamente. 

Os rabinos reduziram o sábado a um absurdo por sua distinção rígida e insensata quanto ao que podia e o que não podia ser feito nesse dia (Marcos 2:24). Eles enfatizavam o aspecto negativo da observância do sábado, isto é, de ser abster de certas coisas. 

As formas da religião eram mostradas como sendo a sua essência e isso tão errado aos olhos de Deus.


Arsenio 
Comentário bíblico Adventista v.5 p. 640 
Bíblia ACF

Tempo para descanso e adoração (Lc 4:16)



Tempo para descanso e adoração (Lc 4:16)

Antes de começar explicar sobre Lucas 4:16, encontrei um fonte importantíssima, que ajudará muito o tema abordado hoje e com certeza irá enriquecer a excelência do conhecimento.

Levítico é um livro fascinante e justamente no capítulo 10:10,15, onde lemos; 

Vs. 10, “E para fazer diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo”, agora veja a frase em negrito, “para fazerdes diferença”.

Embora neste verso fala sobre a bebida que os filhos de Arão, consumirão na qual verso 9 de levítico 10, menciona-se que nenhum oficial da igreja deve consumir bebida alcoólicas, vemos no verso 10 algo importante a distinção do profano e o santo.

A bebida levou os filhos de Arão a tomar foco comum quando entraram no santuário; naquela condição, eles não viam qualquer diferença.

Fogo era fogo, não era? Deus, porém examinou o coração dos dois e viu o que ninguém pode ver.

Havia uma diferença. De modo semelhante, o primeiro dia da semana é tão bom quanto o sétimo dia, pelo raciocínio humano.

Não há diferença – exceto pela ordem de Deus; e isso faz uma diferença vital, a diferença entre a vida e a morte, entre o santo e o profano, entre o puro e o impuro, entre o certo e o errado.

Agora vamos para o verso 15 de Levítico 10, principalmente a útima frase, “como o SENHOR tem ordenado”.

Aquilo que o Senhor ordenou, chamais o homem deveria mudar principalmente nas coisas concernentes no ritual litúrgico, neste verso montra uma ideia de que nada deve impedir a obra do Senhor e de que as circunstância não devem interferir no ritual do santuário tornou-se profundamente enraizada na mente dos sacerdotes à medida que os anos passavam.

O teste extremo ocorreu no final do cerco e na destruição do templo pelos romanos, no ano 70 d.C. Era a hora do sacrifício da tarde. Jerusalém já havia sido capturada, mas o templo ainda resistia.

De forma solene e imperturbável, os sacerdotes conduziam o ritual enquanto os romanos escalavam os muros e entravam nos recintos do templo.

Os edifícios incendiavam e as chamas se espalhavam por todos os lados, mas com calma e equilíbrio os sacerdotes continuavam seu trabalho. Nada devia interferir na obra de Deus.

Agora vem o clímax do tema, sobre a questão do sábado, alguns tem achado que o sábado de êxodo 20:8, é um dia comum, engana-se, neste dia existe a santidade e o selo da benção do criador, e foi neste dia e não o homem, em que Deus escolheu para que eu e você realizar-se um trabalho junto com o Criador.

O Sábado não pode ser considerando um dia comum, de apenas de descanso físico, mas um dia em podemos proclamar a mensagem de muitas formas.

Veja agora Lucas 4:17, principalmente a frase “E foi-lhe dado”, nesta ocasião os livros eram dado pelo diácono ou chazzan, cujo dever era tira os rolos sagrados da arca e entrega-los ao leitor, e retorná-los à arca após a leitura.

Dessa forma, em harmonia com o ritual da sinagoga, o chazzan tirou da arca o rolo dos Profetas, removeu a cobertura e o entrgou, fechado, a Jesus.

Veja não o presbítero, o ancião ou qualquer outro oficial da igreja tinha que ser pelo chazzan, isso é uma ordenança e não devia ser mudado.

O que vemos hoje é uma lastima pessoas mudam as ordenança de Deus (Levítico 10:15), é um exemplo claro são as atitude legalística em que certa religião realizam na Santa Ceia, algumas tão somente o pão, mas não realizam o lava pés, e tomam o suco de uva sem álcool.

A religião que usam qualquer pão para realizar o cerimonial da Santa Ceia, fazendo assim comete o mesmo caso dos filhos de Arão Nadabe e Abiú, levanto fogo estranho, o pão deve ser sem fermento e apenas (farinha, água e azeite).

E outras não realizam esse cerimonia que eram tão comuns nos dias dos hebreus, como foi nos dias de Cristo.

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v1 p. 810

Comentário Bíblico Adventista v.5 p. 800

Bíblia ACF


quinta-feira, 1 de maio de 2014

Sábado judaico?



Sábado judaico?

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.” Êxodo 20:8

O mandamento dia de repouso, porém, nos faz recordar que o sétimo dia, o sábado, como o descanso apontado por Deus para o homem, remota ao início da história humana e é parte inseparável da semana da criação (Gênesis 2:1-3).

O argumento de que o sábado foi dado pela primeira vez no Sinai não tem fundamento (Marcos 2:27).

“E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera.”(Gênesis 2:3)

O ato de santificação consistiu numa declaração de que o dia foi santo, ou separado para propósitos santos.

O sábado semanal do sétimo dia tem sido frequentemente considerado uma instituição para a dispensação judaica, mas o relato inspirado declara que ele foi instituído mais de dois milênios antes do nascimento do primeiro israelita ( um descendente de Jacó, ou Israel).

Há, além disso, a palavra do próprio Jesus, ao declarar: “O sábado foi deito por causa do Homem” (Marcos 2:27), indicando claramente que esta instituição não foi estabelecida apenas para os judeu, mas para toda a humanidade.

Um esclarecimento importante sobre a frase “O sábado do Senhor”. No hebraico “sábado” não tem o artigo definido “o”, mais isso não tira a precisão da ordem de se guardar o sábado.

Exemplo: 

O artigo definido “O” significa que é único não há outro.

O artigo indefinido “um” significa que é algo vago indeterminado ou seja um entre muitos.

Neste caso “o sábado da criação é único” e o sábado judaico que eram considerados dias festivos ou feriados nacionais e um entre muitos.

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v1 p. 203,648,649
Dicionário da língua portuguesa 
Bíblia ACF

domingo, 27 de abril de 2014

Cristo e o sábado



Cristo e o sábado

“E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. Assim o Filho do homem até do sábado é Senhor.” Marcos 2:27-28

O ponto fundamental que temos que analisar é quem pertence os dias?

Sábado em Gênesis 2:1-3

A palavra no dia sétimo, tem sido feitos várias tentativas para resolver a aparente dificuldade entre o v.1 e v.2, um declarando que a obra de Deus foi completada no sexto dia, e o outro, que foi no sétimo.

Qual foi o dia finalmente?

Infelizmente foi um erro do copista, em fez de escrever sexta, introduziu o sétimo. A versão samaritana e o siríaco escolheram substituir a palavra sétimo do texto hebraico por sexta.

Portanto Deus finalizou a sua obra no final do dia da sexta feira, quase pouco antes do por do sol, aonde iniciava a noite do sétimo dia.

Esse é o principio da Hermenêutica, na qual propõe que é a ciência da arte de interpretar texto Bíblico.

O Ato de abençoar o sétimo dia e declará-lo santo foram feito em favor da raça humana, pela qual o sábado foi instituído. O sábado semanal do sétimo dia tem sido frequentemente considerado uma instituição para a dispensação judaica, mas o relato inspirado declara que ele foi instituído mais de dois milênios antes do nascimento do primeiro israelita ( um descendente de Jacó, ou Israel). Há, além disso, a palavra do próprio Jesus, ao declarar:

“O sábado foi feito por causa do homem” (Mc 2:27), indicando claramente que esta instituição não foi estabelecida apenas para os judeus, mas para toda a humanidade.

Homem precisava de um tempo no qual os seus próprios interesses e ocupações estivessem subordinados ao estudo do caráter e da vontade de Deus, revelados na natureza e, mais tarde, por meio da revelação bíblica. 

O sábado do sétimo dia foi determinado por Deus para preencher essa necessidade. Alterar de alguma maneira as especificações do Criador com relação a quando e como o dia deve ser observado é a mesma coisa que negar que Deus sabe o que é melhor para as Suas criaturas.

Arsenio

Bibliografia 

Comentário Bíblico Adventista v.1 p. 202,203

Comentário Bíblico Adventista v.5 p. 640

Bíblia ACF






domingo, 13 de abril de 2014

Cristo e a tradição religiosa



Cristo e a tradição religiosa

“Este povo se aproxima de mim honra com a sua boca e me com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim.”

“Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.” Mateus 15:8-9

Uma das grandes dificuldades de Cristo foi lutar contra a tradição religiosa que era imposta em Sua época.

A palavra “tradição” vem do Grego [paradosis] “condução para baixo, transmitir à geração seguinte”.

A tradição não é algo benéfico, pois o seu principal papel e criar um bloqueio intelectual para que ninguém seja submetido à uma visão clara e objetiva.

A tradição é algo exclusivo, não permitir opiniões, mudanças o seu único objetivo é assegurar toda soberania de um individuo ou uma comunidade especifica.

A tradição é um sistema egoísta onde não há janelas e sim paredes.

A função da tradição é manter todos sobre um cativeiro, não permitindo que ninguém venha mudar os seus costumes culturais ou religiosos.

A pessoa que vive em tais situações não tem e não possuem à alegria de desfrutar uma vida de benção que é a busca da felicidade que somente Deus pode dar através da Sua santa palavra.

“honra com a sua boca” falar que crer em Deus não obedecer aos Seus mandamentos a própria Bíblia declara como um mentiroso.

É fácil dizer que ama a Deus, que acreditar em algo superior, mas a verdade é os que me ama guarda todos os meus mandamento, ( João 15:10),fazendo isso significa que estais acima de toda a tradição que o mundo tem a oferecer.

A vitória sobre a tradição ocorre no momento que eu decido em não continuar a permitir que os valores divinos sejam corrompido, que a regra universal é "As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem;" (João 10 : 27)

As palavras de Paulo são fortes sobre a questão tradição de homens, "não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?"  (Romanos 6 : 16)

Quando permitimos que o Espírito de Deus nos molde diariamente temos a capacidade de ser uma pessoa visionária e um senso de questionamento.

Arsenio

Bibliografia

Bíblia ACF

Dicionário Vine p. 1030


sábado, 12 de abril de 2014

Circuncisão e dedicação (Lc 2:21)



Circuncisão e dedicação (Lc 2:21)

E, quando os oito dias foram cumpridos, para circuncidar o menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido. Lucas 2:21

A circuncisão de Jesus, isto é, no oitavo dia, incluindo o dia do nascimento ocorreu conforme a orientação dada a Abraão.

Para Abraão, “o sinal da circuncisão” foi “um selo” de “justiça” por sua “fé” (Romanos 4:11). A circuncisão representava a admissão aos privilégios e responsabilidades do relacionamento da aliança; era um compromisso de obediência.

Cristo, o Autor da aliança e de seu sinal visível – o rito da circuncisão – submeteu-Se ao rito, e assim veio sob os termos da aliança representada por este.

Ele nasceu “sob a lei” (Gálatas 4:4) e submeteu-Se às suas exigências.

O nome de Jesus assim como os demais bebês recebia o nome na circuncisão Maria e José foi orientado pelo anjo Gabriel qual seria o nome da criança (Mateus 1:21; Lucas 1:31).

No verso 22 do mesmo capitulo faz uma referencia sobre a purificação, aqui é mencionado que a purificação se referia exclusivamente a Maria e não ao menino Jesus.

A lei levítica estipulava que o tempo de “impureza” da mãe se tivesse um menino era de 40 idas, se tivesse uma menina, era de 80 dias (levítico 12).

Arsenio

Bibliografia

Comentário bíblico Adventista v.5 p. 770

Bíblia ACF






Comentário Sobre João 5:46



Comentário Sobre João 5:46

Porque, se vós crêsseis em Moisés, creríeis em mim; porque de mim escreveu ele. João 5;46

Ele escreveu a Meu respeito.

Esta não parece ser uma referência a uma determinada passagem dos escritos de Moisés, a menos que seja a Deuteronômio 18:15.

15 > “O SENHOR teu Deus te levantará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis;”

18 > “Eis lhes suscitarei um profeta do meio de seus irmãos, como tu, e porei as minhas palavras na sua boca, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar.”

Vamos entender Deuteronômio 18:15 a palavra “Um profeta”, quando Moisés estava preste a deixar seus deveres como líder, e o povo imaginava quem ocuparia seu lugar, ele fez a previsão inspirada:

“O Senhor, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim” (v. 15).

Essa profecia inspirada por Moisés chama-se profecias de aspecto duplo, ou seja, primeira situação histórica local; segundo, ao Messias e Seu reino.

O contexto torna evidente que essa promessa teve uma aplicação imediata para a liderança profética de Israel nos anos seguintes à morte de Moisés (Dt 18:18; cf. Êx 20:19; Dt 5:25-27, contudo a Inspiração declara que “nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés” (Dt 34:10; cf. Nm 12:6-8).

Apenas Cristo podia preencher as condições declaradas na previsão de Moisés (ver João 1:21; 6:14; 7:40).

E uma alusão geral aos elementos do Pentateuco que apontavam para Cristo, ( Deuteronômio 18:16), particularmente, o serviço do santuário e as profecias de Jacó ( Gênesis 49:10) e Balaão (Números 24:17).

Se tivessem entendido essas declarações corretamente, os judeus teriam estado preparados para aceitar a Cristo quando ele veio.

Em vez disso, viram os preceitos de Moisés apenas como base para um modo de vida legalista.

Por isso, não reconheceram Jesus como o Messias e, assim, se colocaram sob a condenação dos próprios escritos segundo os quais pretendiam estar vivendo.

Arsenio

Bibliografia

Comentário bíblico Adventista v. 1 p. 1117,1118
Comentário bíblico Adventista v. 5 p. 1058
Bíblia ACF