Não tema!
Que palavra inspiradora que
encontramos em Ageu 2:4 por três vezes o profeta transmiti a emocionante
palavra de Deus, “Esforça-te”, são profunda e inspiradora por que vem de Deus.
Um dos principais motivos que foi
transmitida é pelo fato dos ilimitados recursos que o povo tinha para
reconstruir o templo, ele ficaram tristes, pois não conseguiriam deixar o
templo de Salomão igual como era antes de eles irem para o exilio.
Duas lições Deus não pediu que
edificasse o Templo de Salomão, pediu que edificasse o Templo de Jeová.
A segunda lição a benção não
estava na reconstrução nas pedras ou no formado em que o templo de Jeová ficaria,
mas na comunhão na alegria que todos sentiriam mais uma vez importante em fazer
algo para Deus.
Essa era a benção que a
construção do Templo de Jeová proporcionará a paixão em servir-Lo é algo
fantástico somente os que vivem na plenitude do Espírito Santo pode descrever.
Em Ageu 2:3 aparece uma palavra
“Nada” na qual o historiador Flávio Josefo afirmou que o segundo templo teve
apenas a metade da altura do templo de Salomão e em muitos aspectos era
inferior a ele.
Então como lemos o principal
motivo da reconstrução era espiritual e não profissional aonde toda a liderança
juntamente com o povo dedicassem tempo a Deus e a reconstrução lhes
proporcionaria.
Outro ponto que quero mencionar e
a palavra que Ageu 2:5 cita “não temas” que profundo Deus deixou claro que
estaria em cada momento com eles, é glória de Deus seria manifestada deste que
cresce na promessa.
E desta forma que hoje todos são
beneficiados pela mesma promessa quando trabalhamos para a causa de Deus
levando a mensagem de esperança levando a compreensão da santa Bíblia e vidas
são transformadas que benção seria melhor que recompensa compararia a essa
decisão sendo tomada ao lado de Deus? Não tem. Que Deus continue de abençoando
o seu ministério e a sua família creia nEle e tudo o mais o fará, somente creia
mais com fé e verá as promessas sendo realizado diante dos seus olhos.
Arsenio
Bibliografia
Comentário Bíblico Adventista v 4
p. 1187
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