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sábado, 4 de janeiro de 2014

A autoridade das Escrituras



A autoridade das Escrituras
Quando a mensagem dos apóstolos encontrou corporificação nas Escrituras, a Palavra que exercia autoridade sobre a comunidade cristã e era conhecida principalmente como uma Pessoa passou a ser conhecida secundariamente na forma da linguagem falada e agora escrita do NT. Essa linguagem escrita encontrou seu lugar e função ao lado dos escritos do AT, que, desde o início, havia sido a Bíblia de Cristo e da igreja do NT. Deus continuou a ser a fonte e a base da autoridade, pois as Escrituras, tanto do AT quando o NT, não são apenas um testemunho da revelação, mas a própria revelação.

Elas não são uma intromissão na revelação de Deus em Cristo, mas parte integrante dela, pois Cristo é seu conteúdo supremo.

Nisto reside a autoridade das Escrituras, visto que o único Cristo autorizado que os cristão conhecem é o Cristo da Bíblia.

"A Lei ou os Profetas", do grego 'nomos', equivale ao Hebraico 'torah', que inclui toda a vontade de Deus revelada.

A expressão "a Lei ou os Profetas" representa uma divisão das Escrituras do AT em duas partes, porém, a divisão mais comum entre judeus era em três partes: a Lei, os Profetas e os Salmos (Lc 22:44), ou de acordo com o título da Bíblia Hebraica "Lei, Profetas e Escritos".

O texto indica que Jesus provavelmente Se referiu à Lei moral e aos estatutos civis contidos nos livros de Moisés e confirmados pelos profetas.

Quando Ele disse que veio para cumprir a Lei e os Profetas, deve ter enfatizado, além disso, que nEle se cumpriram os símbolos da lei ritual que apontavam para Ele e todas as previsões messiânicas das Escrituras (ver Lucas 24:44).

Quando os Judeus voltaram do cativeiro babilônico, ele passaram a usar a escrita quadrada do idioma aramaico de livro, uma forma mais precisa de escrita. Quando Jesus mencionou o "jota" e o "til" da lei mosaica, Ele se referia aos manuscritos nas escrita quadrada. 

O grande ponto de disputa entre Cristo e os escribas tinha a ver com as tradições pelas quais interpretavam a santa lei de Deus.

Arsenio

Bibliografia

Tratado de Teologia p. 622

Comentário Bíblico Adventista p. 343

Dicionário de Vini p.15

Bíblia ACF

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