Casamento

sábado, 21 de dezembro de 2013

As acusações

As acusações



Por que Satanás acusava tanto?

Veja em Jó 1:9 "Então, respondeu Satanás ao Senhor: Porventura, Jó debalde teme a Deus?

Veja a resposta de Satanás a Deus é uma crítica não uma acusação, quando isso acontece algo que feriu em sua personalidade no inicio da sua existência.

Antes de continuar analisaremos a palavra "debalde" no hebraico é chinnam "por nada", "para nada", Satanás estava usando de sofismo para com Deus para que o próprio criador irá-se contra Jó sem motivo abarente. (Jó 2:3)

Satanás insinuou que Jó servia a Deus por motivos egoístas, pelo ganho material que Deus lhe permitia acumular como estímulo e recompensa pelo seu serviço.

Satanás tentou negar que a verdadeira religião emana do amor e de uma apreciação inteligente do caráter de Deus; que os verdadeiros adoradores amam a religião por causa da própria religião e não da recompensa dela.

O crítico acredita que é "sincero e verdadeiro", e não percebe sua falta de tato. O critico sente até orgulho pois pensa que está ajudando as pessoas a serem "melhores" - se sente o dono da verdade e acha que sua idéias são únicas certas.

Vamos ver a causa psicológica de Satanás.

Satanás desenvolveu sensibilidade à criticas provavelmente vêm sendo criticado desde a infância,....?

Por quem ele vem sendo criticado? A resposta é obvia, seu pior critico é você mesmo. Você pode pensar “Eu não sou uma pessoa interessante, ele gosta de mim? Humm, deve ter alguma coisa errada com ele”. Pense em todas as pessoas que depois de querer muito uma coisa. Um emprego ou uma paquera. Depois que consegue passa a achar que o emprego ou a paquera não é tão bom assim “Essa moça está interessada em mim. Não pode ser. Deve ter alguma coisa errada com ela”. Isso é seu critico interno te desmerecendo. “Essa empresa me escolheu... hii deve ser uma empresa meia boca”

Entende o maior problema de Satanás é não aceitar-se a si mesmo esse foi o maior erro, não acreditar no amor de um Deus que o criou, acreditava que tudo é baseado em troca.

Para vencer a Satanás e a suas críticas pergunte a si mesmo ele é especialista no assunto, o que ele fez por você para ter o direito de manipular a sua vida.

Aprenda ter um senso de crítica questione tudo numa esfera positiva o mundo não é tão feio como parece não só tristeza, morte, desgraça, em meio a tudo isso Jesus disse tende bom animo pois Eu venci o mundo. João 16:33

Tenho uma criança de cinco anos tudo que faço ele questionar, certa ocasião aventurei-me a colocar roupas na maquina de lavar, queria saber porque a minha esposa leva tanto tempo para lavar as roupas, objetivo não é criticar, mas descobrir como ganhar tempo em tudo nos processo da lavagem e consumo, depois de três tentativas realmente descobrir como economizar os produtos de lavagem, a água e o tempo.

A pergunta que o meu filho fazia todo tempo era, papai você tem a certeza que realmente é essa e maneira de dar certo? Pergunta questionativa.

Sabe o que ele estava ensinando, "PSICOTERAPIA" - é um processo de reconstrução interna.

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista p. 557

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Bíblia ACF

http://conferencistaarsenio.blogspot.com.br/

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Revolta no santuário celestial



Revolta no santuário celestial

Para compreender melhor as questões que envolveram esse conflito quero começar como a questão foi colocada entre os anjos.

Satanás, o adversário de Deus, não saiu das mão do Criador como um demônio maligno. Pelo contrário, Deus o trouxe à existência como um anjo sábio e cheio de glória.

Duas passagem do AT descrevem indiretamente a origem, posição e queda moral desse poderoso ser (Isaías 14:4-21; Ez 28:12-19). 

Essas passagens nos permitem discernir a gravidade do conflito, iniciado entre as mais elevadas ordens de inteligências criadas por Deus; os anjos celestes. E começou com um anjo nobre - um querubim cobridor - que assistia na presença de Deus. A crise teve origem, por assim dizer, na sala do trono do próprio Deus.

Quais foram as questões?

Não há nem um texto bíblico que afirme diretamente as questões específicas que Lúcifer, cego pelo orgulho, levantou para tentar usurpar as prerrogativas divinas. No entanto, podemos seguramente concluir das diversas passagens bíblicas a natureza das questões envolvidas.

A lei de Deus uma definição simples do apóstolo João é "todo aquele que pratica o pecado transgride a Lei..." (1 João 3:4) quando as Escrituras dizem, portanto, que "o diabo [Satanás] vive pecando desde o princípio" ( 1 João 3:8), podemos concluir corretamente que Lúcifer questionou a necessidade de seres santos como os anjos estarem sujeitos aos mandamentos de Deus. Ele teria considerado a lei de Deus um restrição à liberdade angélica.

O caráter de Deus, ao questionar a lei de Deus, lúcifer questionou o caráter do Criador. quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentirosos e pai da mentira" (João 8:44). Cristo acusa lúcifer abertamente de homicídio e mentira, violações da lei moral. 

Mas quem ele matou ou para quem ele mentiu, antes de ser expulso do Céu?

Uma vez que tanto Jesus quanto o apóstolo João apontam a "ira" e o "ódio" no coração como as raízes do homicídio, o Mestre está evidentemente fazendo uma alusão ao estranho sentimento de Lúcifer começou a nutrir e que motivou suas ações é por essa razão que quando Deus mencionou que ele (Lúcifer) violou o sexto mandamento "não matarás". (Êxodo 20:13).

Autonomia da criatura Lúcifer não quer ser deus dos anjos mais sim que cada um fosse seu próprio deus ou seja a criatura rebelde diz: Não preciso de Ti, Deus; sou perfeitamente capaz de cuidar da minha própria vida". Será!

Lúcifer o primeiro pecador pretendia se libertar da autoridade de Deus. a profecia de Isaías reflete isso" Tu dizias no teu coração: eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao altíssimo" (Is 14:13,14)

Lúcifer desejava ser seu próprio deus.

Arsenio

Bibliografia

Tratado de Teologia p. 1075,1076,1077,1078

Bíblia ACF

O conflito cósmico sobre o caráter de Deus



O conflito cósmico sobre o caráter de Deus




Ouvi do altar que se dizia: Certamente, ó Senhor Deus, todo-­poderoso, verdadeiros e justos são os Teus juízos" (Ap 16:7).

Um dos principais ponto que Satanás tem feito durante deste que o universo foi criado é atacar continuamente o caráter de Deus.

Se percebemos atentamente de todos os seres criados por Deus o único que reclama o único que cria discórdia é o próprio lúcifer.

Apocalipse declara "Ouvi do altar que se dizia" certamente não da boca de Lúcifer, mas das hostes celestiais, em certo ponto umas das teorias aplicado pelo pai* do terror França de (1789-1798), em que dizia que a minoria não tem poder sobre a maioria que ficou conhecida mais tarde pelos países modernos inclusive no Brasil como a lei "preambulo".

Baseado neste comentário Santanas cabe neste contexto não tem poder nenhum de desfigurar a imagem Santa de Deus.

Mas por que isso acontecer?

Todo o problema de Santanas é a "Adoração", não existe nada que vem contradizer sobre essa questão, Lúcifer quer ser o centro de adoração, isso só é uma prerrogativa que cabe a Deus a mais ninguém pois Ele é o criador de tudo. (Salmos 8)

Uns dos ponto alto do seu ataque será o questionamento do santuário celestial, mas pergunto quem fez o santuário celestial?

Vejamos o que a Bíblia responde?

A Bíblia é clara em dizer que o santuário celestial foi erigido pelo Senhor, não o homem. (Hebreus 8:2), neste sentido de homem fica claro por um "ser criado", isto inclui também Lúcifer, pois é um ser criado por Deus.

Um Fato que devemos entender "não deveríamos dar tanta importância às críticas, pois para cada solução nossa sempre haverá um crítico a nos questionar."Ivan Teorilang.

Pense nisto que Deus continue de abençoando muito. Amém

Nota "Pai do terror" foi Maximilien Robespierre 
            
Arsenio

Bibliografia
Bíblia ACF

domingo, 15 de dezembro de 2013

Adorem o Criador




Adorem o Criador



O apelo do primeiro anjo para temer a Deus e adorá-Lo como Criador do céu e da Terra na hora do juízo celestial associa o juízo com a criação: "E adorai Aquele que fez o céu, e a Terra, e o mar, as fontes das águas" (Apocalipse 14:7)

Na última mensagem divina de advertência ao mundo, o primeiro anjo pede a restauração da adoração pura e apostólica (Apocalipse 14:7). Esse apelo cria um motivo no Israel espiritual eterno, promulgando um evangelho e um culto religioso falso, são denominados de Babilônia caída, pelo segundo anjo (Apocalipse 14:8).

Apocalipse 14:7 não apenas chama a atenção para Deus como Criador, afirma que nós devemos adorá-Lo como Criador.

A maneira mais apropriada de adorar a Deus como Criador é adorá-Lo no dia que Ele designou como memorial da criação: o sábado.

É no fim do tempo, portanto, que devemos procurar uma mensagem especial, uma pregação especial, um chamado especial para adorar a Deus como Criador mediante a utilização de Seu memorial da criação: o sábado.



Arsenio

Bibliografia

Tratado de Teologia p.491,968,970

Bíblia ACF

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A fúria das nações



A fúria das nações

Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. Apocalipse 14:7

“vinda a hora do seu juízo”, tem um significado importante embora está relacionado com o futuro, podemos deslumbrar com um fato ocorrido no passado com a França de (1789 -1798).

Para tanto preciso fazê-los recordar o verso da sagrada escritura que descreve como, “e naquela mesma hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.” Apocalipse 11:13

Lembra o que eu escrevi no comentário anterior que a decima parte da cidade é a própria França de (1789-1798), pois não a outra fato ocorrido na história que possa substituir o que ocorreu com a França que perseguiu os cristão ao ponto de extermina-los.

Agora por que a fúria das nações aonde elas se encontram, para que possamos continuar a deslumbrar na historia que a Bíblia cumpre por cada palavras escrita?

Ouve-se uma época que teve opositores a Santa Bíblia foi na época pré-milenista, aonde se inicio a pregação da volta de Cristo, quando se fala as fúrias das nações não estamos referindo sobre o poder nacional que rege o país ou mundo, mas sim no mundo religioso.

Guilherme Miller, foi um dos que devoraram o “livrinho” de Daniel, houve erros na interpretação sim ouve, mas não faltou quem o critica-se, grande homens teólogo e pregadores de renome em vez de ser unir a Miller, com suas faculdade intelectuais usaram seus dons para guerrear contra Miller.

Guilherme Miller foi o homem de Deus para a hora de Deus. Ele apresentou a mensagem correta acerca da chegada do juízo final, a mensagem que focalizava uma grande e novo trabalho que Jesus Cristo iniciava naquele momento no santuário celestial. Certamente todos os cristãos deveriam ter estado ansioso por examinar o que ele tinha a dizer a respeito de Cristo Jesus.

Os oponentes de Miller deveriam ter-lhe ensinado essas coisas- desde que eles próprios as conhecessem, é claro.

Hoje em dia como nos dias de Miller sempre vai haver opositores das palavras de Deus, mas não haverá um sequer que ajude ou que ofereçam a estudar juntos plenamente para descobrir as maravilhas que Deus tem a nós revelar.

As fúrias das nações é baseadas nos conflitos onde o errado sempre irá ser opor contra a verdade, no livro de 2 Timóteo 3:1-5 e 13 “SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.

2 Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,

3 Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons,

4 Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,

5 Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.

13 Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados.”

A vinda e a hora do seu juízo é uma reflexão de nossa vida diária que precisa ser mudada agora, antes do fechamento da porta da graça. 

A mensagem do Terceiro anjo é a evidencia que Jesus está próximo é a última mensagem para o nosso dia.

Arsenio

Bibliografia

Uma nova Era Segundo as Profecias do apocalipse p. 376,377

Bíblia ACF







quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Temam a Deus!



Temam a Deus!

Essa mensagem está inscrita no livro de Apocalipse, “Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” ( Apocalipse 14:7)

A mensagem do primeiro anjo nos ordena temer a Deus. O que isso significa? 

Ter um significado pleno amar-Lo intensamente, ter o mesmo sentimento que os patriarcas da reforma teve em Daniel 12:4-7, quando se apaixonaram pelo “livrinho de Daniel’, ( que é o próprio livro de Daniel).

Temer a Deus é não fazer como os outros fizeram ao abandonarem a fé no momento crucial da história, quando perceberam que a profecia que inicio em 538 a 1798, na qual incluía a profecia de 1260 tarde e manhã ou anos, estava relacionada com os dramáticos movimentos da história da França que mudaria o mundo todo.

Mas perceberiam que tanto os 70 semanas relatada no livro de Daniel (490 anos), como os 1260 tarde e manhã (1260 anos) estão inseridas em 2300 tarde e manhã (2300 anos), na qual terminariam em 1844. ( Daniel 7,8,9)

Não temer a Deus é continuar com fervorosos estudos como ocorreu mesmo após o dia da decepção que os reformadores criam que Jesus viria em 22 de outubro de 1844.

Mas cumpriram a ordem do o anjo (Jesus), que “o saber se multiplicará”, esse reformador estavam temendo sim a Deus, pois a sua palavra estava sendo “devorada” paginas por paginas.

Temer a Deus é não se deixar abater pelas primeiras derrotas que aconteceram em 1844, pela má compreensão da Santa Bíblia, mas e ver nelas o desafio de continua-las estudando plenamente, e a necessidade de estudar com a intensão de ensinar e pregar.

Temer a Deus meus queridos é suportar a perseguição que ocorreu durante o período de 1260 anos que teve o início em 538 com o imperador romano Constantino, que em meados de (1789-1798), a França mergulharia em sangrento Reinado do Terror aonde 10 por cento da população francesa foi mortas por amor ao evangelho, aonde se cumpriu a profecia da morte das duas testemunhas (que são os cristãos huguenotes foram mortos) uma guerra que durou oito anos, o que parecia ter terminada quando a princesa apaixonou com um huguenote e casou-se com ele.

Mas o pior aconteceria menos de uma semana, após o casamento, quando a sua mãe a rainha Catarina de Médici, preparou uma armadilha que quando soasse os sinos da França as duas da madrugada cerca de oito mil huguenotes (que eram franceses e possuíam dons variado que eram responsáveis pela economia da própria França), foram caçados como animais e trucidados.

Pela boa noticias que Roma recebeu o Papa Gregório mandou fazer uma medalha de São Bartolomeu para celebrar o evento.

Em apocalipse 11 relata os heróis da fé que não rejeitaram o nome do nosso senhor Jesus Cristo, “E naquela mesma hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.” Apocalipse 11:13 

A décima parte da cidade e a França de (1789-1798).

Tem mais um detalhe que já comentamos, mas precisa ser provado na Bíblia “E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de saco. Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do Deus da terra.” Apocalipse 11:3-4.

As duas testemunhas, as duas oliveiras e os dois castiçais são os mesmo simbolismo que é representado pelo “Velho Testamento e o Novo testamento”, ( são os mensageiro de Deus ou seja o anjo do Apocalipse 14:6 que tanto é representado pelos Huguenotes como aqueles que um dia sentiram esse mesmo dever).



Arsenio



Bibliografia

Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse p. 284,291

Bíblia ACF

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Tempo de decepção



Tempo de decepção



Apocalipse 10:10 ó E tomei o livrinho da mão do anjo, e comi-o; e na minha boca era doce como mel; e, havendo-o comido, o meu ventre ficou amargo.

11 E ele disse-me: Importa que profetizes outra vez a muitos povos, e nações, e línguas e reis.

Leia Apocalipse 10. Qual é a mensagem do anjo com o livrinho? O que significa a expressão "é necessário que ainda profetizes"? Ap 10:11

João recebeu instrução de tomar o rolo da mão do anjo e comê-lo. Aqui está a primeira atribuição. Certa vez, em visão, o profeta Ezequiel comeu um livro. Veja Ezequiel 2:8 a 3:3. O profeta Jeremias fez referência ao ato de comer a Palavra de Deus e encontrar deleite nisso. Veja Jeremias 15:16. Entretanto, João advertido de que, embora na boca o sabor do livro fosse doce e agradável, ele se tornaria amargo ao chegar ao estômago. Obedientemente, o apóstolo dirige-se ao anjo, come o livro e constata que, de fato, o seu sabor inicial é doce, fazendo-se amargo logo a seguir. Uma segunda atribuição lhe é dada; “É necessário que ainda profetizes”.

O que é o livrinho? O documento que se encontra aberto na visão de João é o mesmo que se encontrava fechado na visão de Daniel. Suas “palavra que em certo sentido se achavam “encerradas” nos dias de Daniel, não deveriam assim permanecer para sempre; permaneceriam fechadas apenas “ até o tempo do fim”. 

O “livrinho” é o livrinho de Daniel. “E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará.” Daniel 12:4.

Esse ‘livrinho’, mencionado é que nos finais do tempo, as pessoas procuraram compreender de uma forma entusiástica e passaram o conhecimento a outros cirando uma cadeia interminável de conhecimento. 

Como resultado disso o ato de comer (ler), levou um surgimento de grande nomes professos na qual alguns deles se fazem notório em cita-los; Gerge Bell, Edward King, Willian Cunninghme, Charles Maitland, Alexander Keith, Edward Bickersteth, Edward Irving, George Croly, Marthew Habershon, Joseph Wolff e muito outros comentaristas.

A doçura e a amargura tem um significado importante quando os teólogos da época começaram a estudar a santa Bíblia (livrinho), na qual contém as profecias encontraram com números simbólicos a ponto de marcar um dia do mês de outubro de 1844 a volta de Jesus Cristo.

Com quanta ansiedade pulsaram seus corações, antegozando a aproximação do dia tão longamente almejado! “Seu irmão na bem-aventurada esperança”, era a frase de encerramento de muitas de suas cartas.

A experiência desses crentes foi notavelmente predita na visão de João a do Anjo com o livrinho aberto. Da mesma forma como o apóstolo em visão, tanto tempo antes – só que agora na vida real – os crentes haviam “comido” o pequeno livro aberto. Eles haviam “devorados” avidamente a nova e maravilhosa compreensão das profecias de longo alcance de Daniel.

Fazê-lo, trouxera-lhes indescritível felicidade. Com toda certeza o sabor lhes parecera “doce como mel”. Mas quando Jesus não veio apareceu, eles sentiram amarga e indescritível tristeza.

O ato de profetizar tem o sentido que embora o ocorrido o desapontamento em 1844, não deveria significar o colapso e muito menos o fim de qualquer coisa! A vida, e a necessidade de estudar, ensinar e pregar deveria prosseguir. O começo do tempo do fim não é a mesma coisa que o fim propriamente dito.

Arsenio

Bibliografia

Uma Nova era Segundo as Profecias do apocalipse p. 280,282,283,284

Bíblia ACF







Nossa mensagem profética



Nossa mensagem profética



"Vi outro anjo voando pelo meio do Céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o Céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas" (Ap 14:6, 7).



Algo surpreendente em nosso Deus é que não faz acepção de pessoas, “E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas;” (Atos 10:34), e vemos essa realidade em Apocalipse 14:6-7), acima.

Apocalipse é um chamado para o um dever solene de levar a mensagem de salvação a todos os recantos do mundo e anunciar a volta de Cristo, a esse mundo, e muito mais que isso a conceder a redenção a todos que um dia professaram através do juramento e do batismo a sua entrega a Ele.

Nunca houve um dia sequer que precisa-se dessa mensagem como em nossos dia em vivemos especialmente porque as pessoas perderam o sentido da vida, por que nascemos qual é o nosso papel hoje?

Apocalipse é um livro de benção e restauração um livro de bem aventurança na qual no final do desfecho da historia teremos uma linda e memorável vitória que repercutirá em todo o universo.

Adoração é o ponto central do apocalipse 14, o centro de todo o ser vivo, pois e de onde é emanada a vida a salvação a todos.

Que Deus possa nos usar-nos cada vez mais em seu ministério que possamos fazer parte do grande exercito de Deus que irá finalizar a última e solene mensagem em nossos dias.



Arsenio

O ataque do chifre pequeno



O ataque do chifre pequeno

Alcançamos o oitavo capítulo de Daniel. No capítulo anterior vimos que um pequeno mais poderoso chifre iria surgir, um poder político-religioso que sairia do império romano com pretensões de trocar a Palavra de Deus pela tradição, a lei de Deus pela a lei dos homens, o ensinamentos divinos por ensinamentos humanos e modificaria os mandamentos de Deus.

Vamos relembrar como surgiu o chifre pequeno, em Daniel 8:3 lemos, “E levantei os meus olhos, (Daniel) e vi, e eis que um carneiro (Media-Pérsia) estava diante do rio (Ulaí), o qual tinha dois chifres (Poder); e os dois chifres eram altos, mas um era mais alto do que o outro (Media); e o mais alto subiu por último (Pérsia representada pelo rei Ciro).” Daniel 8:3.

Vejamos o verso 4: “ Vi que o carneiro dava marradas para o Ocidente, para o Norte e para o Sul.” São as conquista Lídia, em 547 a.C.; Babilônia, em 539 a.C.; Egito em 525 a.C.

Agora o verso 5: Bode é identificado pelo anjo como representante da Grécia (v.21), isto é, o Império macedônio de Alexandre.

Vinha do Ocidente porque a Grécia ficava a oeste do império persa, quando se lê sem tocar no chão significa a grande rapidez a surpreendente velocidade das conquistas de Alexandre.

No verso 7 e 8 após de derrotado os dois chifre pequenos do carneiro (Media- Pérsia), a bíblia descreve que na sua força ou seja a profecia é clara e distinta que a queda de Alexandre o grande ocorreria quando o seu império estivesse no auge de seu poder. Aos 32 anos, ainda jovem, o grande Líder morreu de uma febre agravada, sem dúvida, por sua própria intemperança.

Do chifre notável surge quadro chifres notáveis e representado pelos quatros reinos macedônicos (helenísticos a ideia que
Alexandre teve de casar Dez mil soldados com viúvas Persas ) nos quais se dividiu o império de Alexandre.

Neste caso aparece em cena os quadros poderosos líderes de Alexandre: Cassandro, Lisímaco, Seleuco e Ptolomeu que dividiram o território entre eles.

Cassandro tinha a Macedônia, com a soberania nominal sobre a Grécia; Lisímaco ficou com a Trácia e grande parte da Ásia Menor: Seluco ficou a maior parte do que fora o império persa: parte da Ásia Menor, norte da Síria, Mesopotâmia e regiões ao oriente; Ptolomeu tinha Egito, a Palestina e parte da Síria.

Esses reinos não durariam por muito tempo devido surgiria outro império que é Roma imperial na qual conquistaria a Macedônia e outros, mas também seria subjugado pelos Bárbaros na profecia representa os dez países: ostrogodos, visigodos, francos, vândalos, suevos, alamanos, anglo-saxões, hérulos, lombardos e burgúndios.

Esses três países barbaras sublinhados foram os que foram atacados pelo chifre pequenos (Daniel 7:8).

Embora pequeno no início, este chifre é descrito, mais tarde, como “mais robusto do que os seus companheiros”, Ele simboliza a continuação do poder romano por meio da igreja romana.

“Das ruinas da Roma política, surgiu o grande império moral na ‘forma gigante’ da igreja romana”.



Arsenio

Bibliografia

Revelações de Daniel p. 95

Comentário Bíblico Adventista v.4 p. 905,925



The Rise of the medieval Church [1900] p. 150

O dia da Expiação escatológico



O dia da Expiação escatológico

“E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” Daniel 8:14

O que temos que compreender primeiramente é o significado da palavra “Escatológico”.

Etimologia da Palavra

O termo Escatologia tem origem em duas palavras gregas (éschatos = "último", e logos ="estudo"). Portanto, a tradução da palavra seria algo como: "A Doutrina (ou estudo) das Últimas Coisas".

. Importância do assunto

A Escatologia é um dos temas mais tratados na Bíblia. Sua importância despertava agudo interesse na igreja primitiva. Em toda a Bíblia, tanto no Antigo como no Novo Testamento, o assunto é retratado de forma relevante e intensa.

O foco central, o âmago, o coração da Escatologia é A Segunda Vinda de Cristo. Como o próprio termo denota a Escatologia não trata de toda a história do homem, mas focaliza e direciona o estudo para os acontecimentos finais da história humana e o estado eterno.

O dia da expiação apontava para algo que iria acontecer no futuro, o próprio ritual cerimoniais ensinava continuamente ao povo hebreu a eminencia do assunto em questão.



Arsenio

Bibliografia

Escatologia p. 3



Bíblia ACF

sábado, 23 de novembro de 2013

Mediador



Mediador

I TIMÓTEO 2

4 Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.

5 Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.

6 O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.

O verso da bíblia acima já diz tudo o que eu precisara escrever Jesus é o nosso mediador (1 Timóteo 2:5).

Mas vamos analisar algo que venho escrevendo há algum tempo sobre uma comparação quase inigualável, entre o Sacerdote e o próprio Cristo.

O sumo sacerdote defendia e representa o povo (ver Lv 16:15,16; Zc 3:1-4). Em harmonia com esse princípio, também os profetas se identificavam com os pecados do povo. 

Embora como mensageiros de Deus repreendessem o povo por suas transgressões, quando oravam, eles se achegavam a Deus como se fossem um com o povo no pecado repreendido.

O caráter representativo do sumo sacerdote precisa ser enfatizado. Ele era o representante, aquele que agia pelo povo em todas as coisas pertinentes ao santuário.

O sumo sacerdote, em sentido especial, como figura de Cristo, era o homem representativo. Ele representava todo o povo de Israel e carregava seus fardos e pecados. 

Quando entrava no santuário, ele o fazia em favor do povo; e, quando se apresentava diante de Deus, era o povo quem se apresentava. Ele representava o povo, era o povo.

Do mesmo modo, Cristo “pelo Seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas” (Hb 9:12), “Ele representava o povo, era o povo”.

Sua morte no Calvário foi essencial – sem ela, nada haveria “para oferecer” (Hb 8:32) Cristo é o cordeiro.

Mas sem o contínuo ministério do sangue no santuário celestial, o sacrifício do calvário seria inoperante. “Cristo o mediador”.

Assim como escrevi ontem Jesus hoje e o nosso mediador entre nós e o Pai, quando um pecador peca e não confessa de imediato o seu erro Jesus intervém entre o homem e Deus, pedindo a misericórdia.

Como o manto da justiça cobrir-se-á, todos os erros de um pecador, mas até quando? Até que algum dia o pecador venha pedir o seu perdão.

Repito apesar de nos conhecemos a verdade da justiça de Cristo e sabendo que ele é o nosso mediador não pode pecar contra o Espirito Santo, aproveitando desta sabedoria.

Todo o ser vivo deve pedir a Deus o seus perdão temos que adquirir o habito de orar pelo menos 3 vezes por dia.

Arsenio

Bibliografia 

Comentário Bíblico Adventista v1 p. 789

Bíblia (ACF)




quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Advogado e Intercessor



Advogado e Intercessor

Deste os dias que o Santuário foi utilizado para rituais cerimonias, ele apontava para um intercessor e esse é o Cristo.

Para um inquirindo quiser dispor de um advogado ele precisará colocar a sua confiança nEle, deverá ser abrir contar toda a verdade para que o advogado possa dar o seu melhor para o seu cliente.

No santuário o pecador deveria trazer o animal (por meio do cordeiro imolado, do bode, das rolinhas, dos pombos), por meio da aspersão do sangue sobre o altar do holocausto, sobre o altar de incenso, junto ao véu ou sobre a arca através do ensino e da mediação do sacerdócio.

Jesus é o nosso advogado superior, mas nos rituais do santuário o animal possuía dois característicos como advogado e como intercessor.

Uma parte essencial e solene do ritual era o ofertante pôr a mão na cabeça da vitima. (Levítico 1:4)

Esse ato de abrir o coração e relatar tudo sem exceção à vítima assume o lugar do pecador passa a conhecer tudo sobre ele somente assim tem como tomar medidas cabíveis até o ponto de sacrificar em seu lugar.

O cristão vê na cerimônia da imposição de mãos e na transferência para a vítima, um tipo de sua própria dependência de Cristo para a salvação. 

Em romanos 8:31-39 demonstra a certeza que o cristão tem que ter de si mesmo e de seu Salvador que é Jesus Cristo, pois Ele conhece as nossas fraquezas as nossas lutas e sabe que o cristão pode cair a qualquer momento, por essa razão se realizava o sacrifício continuo ( Êxodo 29:38-42).

Todos nós devemos ter uma autoestima, pois Cristo tomou seu lugar no altar e que, na verdade, Ele já fez isso ao morrer na cruz. Ele morreu para que pudéssemos viver.

Uma curiosidade que preciso mencionar é o propiciatório, que vem de uma raiz que significa “cobrir”, ou seja, “perdoar” o pecado. O propiciatório representa misericórdia divina, portanto é uma espécie de intercessor. Era de “ouro puro”, indicando que a misericórdia é o mais precioso dos atributos divinos. (Êxodo 25:17)

Arca possuía uma tampa que é propriamente dito como o propiciatório e o mesmo representa ao nosso Senhor Jesus Cristo, pois o sangue era derramado em cima do propiciatório.

Enquanto as tábuas dentro da arca testificavam contra o povo, o propiciatório apontava um meio pelo qual as exigências da lei pudessem ser satisfeitas e o pecador, salvo da morte, o castigo da lei.

A um ponto interessante que devo mencionar é que nem todo o pecador pede perdão, esse o ponto máximo da intercessão de Cristo, e o nosso conforto em saber que Cristo está sempre pronto a “cobrir” os pecadores com Seu manto de justiça até que percebam sua condição e vejam que Ele jamais os abandona ou esquece, e que mesmo antes de irem a Ele a provisão necessária para a salvação já foi feita.

Graça a Deus por essa maravilhosa providência! Mas que ninguém tire disso indevida vantagem e atrase a confissão dos pecados.

Amém

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v1. P. 686,767,769



Bíblia (ACF)

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Nosso Sumo Sacerdote



Nosso Sumo Sacerdote

Hoje quero falar o que tem em comum o sacerdote-rei de Salém com o Sacerdócio de Cristo, o ponto de partido nosso será em Gênesis 14:18 na qual está escrito “18 E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e era este sacerdote do Deus Altíssimo.”

Quem é Melquisedeque. O sacerdote-rei de Salém se uniu ao rei de Sodoma para dar as boas-vindas a Abraão. Nos dias de Abraão, Jerusalém era conhecida como salém, ou shalem, “paz” ou “segurança” a confirmação está Salmos 76: 2, que relata, “E em Salém está o seu tabernáculo, e a sua morada em Sião”.

A cidade de Jerusalém é mencionada pela primeira vez em registros egípcios do século 19 A.C, e era então governada por reis amorreus.

Melquisedeque era um sacerdote de Deus altíssimo, em Gênesis 14:18-21 veja o que está escrito “18 E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e era este sacerdote do Deus Altíssimo.

19 E abençoou-o, e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra;

20 E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.

21 E o rei de Sodoma disse a Abrão: Dá-me a mim as pessoas, e os bens toma para ti.”

Analise o texto bíblico acima e você notará que o rei de Sodoma chegou primeiro, mas permitiu que o rei de Salem que é Melquisedeque dirigisse a palavra primeira, demonstrando assim a preferencia pelo personagem mais ilustre, Melquisedeque.

Só depois que o rei de Sodoma dirigiu a palavra a Abraão e fez o pedido no verso 21.

Uma lição importante sobre o Melquisedeque que é surpreendente encontrar entre os ímpios cananeus e amorreus do tempo de Abraão um governante local que não só era fiel ao verdadeiro Deus, mas também atuava no ofício sacerdotal “E o sacerdote de Midiã tinha sete filhas, as quais vieram tirar água, e encheram os bebedouros, para dar de beber ao rebanho de seu pai.” Êxodo 2:16.

Isso mostra que Deus ainda possuía alguns fiéis naquela terra.

Um ponto importante é o respeito e o reconhecimento de Abraão com sacerdote Melquisedeque, foi quando deu o dízimo dos despojos tirados do inimigo, foi o reconhecimento do divino sacerdócio de Melquisedeque, e prova que Abrão estava familiarizado com a sagrada instituição do dízimo.

O que me chamou atenção foi o que o Salmista escreveu “Jurou o SENHOR, e não se arrependerá: tu és um sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque”. Salmos 110:4

“Ordem de Melquisedeque” em Cristo o sacerdócio e o reinado estão unidos como em Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote de Deus ( ver Gn 14:18; Hb 5:6,10; 6:20; 7:1-3,11,15,17,24,28).

Tanto Cristo e Melquisedeque possuem as mesmas funções, mas devemos lembrar que Cristo é o sacerdote perfeito, um sacerdote eterno.

Ele é sacerdote em virtude de uma promessa de Deus confirmada mediante juramento “Mas este com juramento por aquele que lhe disse: Jurou o Senhor, e não se arrependerá; Tu és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque”,(Hebreus 7:21).

Isto resolve o decreto para além de todo o questionamento, na qual se refere os Salmos 110:4 “Sacerdote para sempre”.



Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v1 p. 306

Comentário Bíblico Adventista v3 p. 988



Bíblia (ACF)

Cristo, nosso Sacerdote



Cristo, nosso Sacerdote

"Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal Sumo Sacerdote, que Se assentou à destra do trono da Majestade nos Céus, como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu não o homem" (Hb 8:1, 2)

Hoje quero falar sobre o Sacerdócio de Cristo algo que todos os cristãos devem conhecer e entender o seu significado, pois esta relacionado com a salvação.

O texto escolhido na Santa bíblia é o de Hebreus 8, aqui o apóstolo Paulo demonstra em resumo o principal papel de Cristo por toda humanidade. 

“Das coisas que tenho dito”, é um ponto fundamental, pois está relacionado com os rituais do santuário que eram realizados pelo povo Hebreus, o próprio santuário testificava que era uma copia do verdadeiro e também apontava para o melhor que é Cristo.

“Possuímos tal Sumo sacerdote”, na vida do povo de Deus, os cristãos viveram uma vida insana, mas Deus tem escolhidos homens para que intercedesse pelo individuo, povo e nação.

Abraão, Moisés, Jó, Daniel e Salomão foram alguns entre tantos que através de sua fé pediam perdão para si e para o povo em atos e pelo sistema sacrifical.

Hoje O melhor do Sumo sacerdote é Cristo, na qual intercede pelos Seus filhos, diante do Pai, "E o SENHOR advertiu a Israel e a Judá, pelo ministério de todos os profetas e de todos os videntes, dizendo: Convertei-vos de vossos maus caminhos, e guardai os meus mandamentos e os meus estatutos, conforme toda a lei que ordenei a vossos pais e que eu vos enviei pelo ministério de meus servos, os profetas." (II Reis 17 : 13)

“Se assentou à destra do trono”, foi após a ressurreição quando Cristo acendeu aos céus, se apresentou o Pai como digno do cumprimento da promessa.

“Verdadeiro tabernáculo”, Embora os hebreus soubessem que Deus não podia habitar numa construção feita por homens ( 1 Reis 8:27; 2 Crônicas 2:6; Isaias 66:1; Jeremias 23:23,24), não parecia apropriado que houvesse culto sem um templo.

O santuário permitia Deus estar perto do Seu povo e tornava real Sua presença. 

O tabernáculo do céu, como o da terra, foi estabelecido para lidar com o problema do pecado. Cristo “entrou em Sua obra mediadora” após Sua ressurreição e antes de Sua ascensão 40 dias mais tarde. Ele estava preparado para assumir Seu ministério sacerdotal em virtude de ter obtido redenção para a humanidade por meio de Seu sangue (Hebreus 9:12).

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v1 p. 684

Desejado de Toda Nações p. 819

Bíblia (ACF)





domingo, 17 de novembro de 2013

Levítico 1: 1 “Da tenda da congregação”



Levítico 1: 1

“Chamou o Senhor a Moisés e, da tenda da congregação, lhe disse:”



Da tenda da congregação

Como resultado do pecado, o homem foi expulso de seu lar no Éden, onde desfrutava plena comunhão com o Criador. Pelo fato de o ser humano não mais estar qualificado a viver na presença divina, Deus concordou em descer e viver com ele. Assim, Ele instruiu Moisés: “ E Me farão um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles” (Êxodo 25:8). 

Num sentido espiritual, Deus sempre buscou habitar com a humanidade e não pode “descansar” até que tenha encontrado essa morada (Salmos 132:13-16), em primeiro lugar no coração de Seu povo individualmente ( 1 Coríntios 3:16,17; 6:19), e no meio de qualquer grupo que se reúna para Lhe adorar (Mateus 18:20).

O sistema cujo centro era o tabernáculo terreno apontava para Cristo, que mais tarde “habitou” entre os homens (João 1:14).

A palavra hebraica Shakan, “habitar”, significa ser um residente e permanente numa comunidade. Ela tem estreita relação com a palavra Shekinah, usada para a manifestação da glória divina sobre o propiciatório.

O Shekinah era o símbolo da presença divina, por meio do qual Deus prometeu “habitar entre eles” (ver Êxodo 25:22).

E assim fez Moisés, e “a glória do Senhor encheu o tabernáculo” (Êxodo 40:34). Maravilhoso amor! 

Com quanta ansiedade o povo deve ter se reunido para contemplar a sagrada estrutura. E enquanto observava com satisfação reverente, a coluna de nuvem flutuou de forma majestosa sobre o santuário, desceu e o envolveu. Assim Deus demonstrou aprovação por tudo que tinha sido feito. O Senhor aceitou a morada preparada para Ele, e entrou nela. Com profunda emoção o povo contemplou o sinal de que a obra de suas mãos havia sido aceita Deus habitava com eles e os acompanharia (Números 9:15-23).

Por não suportar a separação de Seus filhos, Deus concebeu um plano em que pudesse até mesmo morar entre eles. Ele iria acompanha-los para um lado e para outro no deserto e, por fim, os levaria à terra prometida.

O livro de Êxodo finaliza com uma sublime manifestação da glória e do poder de Deus. Ele termina como a história deste mundo irá terminar, com a descida da glória do Senhor para morar com a humanidade (Apocalipse 21:3, 22:5).

Arsenio

Bibliografia

Comentário Bíblico Adventista v1 p. 685,743,767

Patriarca e Profetas p. 349,350



segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O Dia da Expiação

O Dia da Expiação

Levítico 16:30  Porque naquele dia se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados perante o SENHOR.

A expiação começa em 29 de Setembro a 30 de Outubro obtendo um período de 30 dias aonde se comemorava o ano novo dos judeus (Yom kippur), e tem por finalidade a purificação do santuário terrestre como o santuário espiritual (que é o nosso corpo).

O dia da Expiação, que era também o dia anual de juízo. O dia anual de juízo mostra que nossas ações são importantes à vista de Deus.

Todos os outonos, em tempos bíblicos, Deus tinha para Seus sacerdotes uma tarefa especial: tocar trombetas para advertir o povo de que deveria preparar-se para o dia da Expiação que advertir o povo de que deveria preparar-se para o dia da Expiação que se aproximava. Esse dia era também o dia anual de juízo.

O trabalho do sumo sacerdote durante o Dia da Expiação/Dia do Juízo relacionava-se primariamente com a purificação do povo de seus pecados.

Uma vez por ano, no ritual hebraico, o sumo sacerdote se apresentava ante a presença de Deus, diante da arca do concerto. Ali, diante do tabernáculo, no final do ano judeu, o povo se reunia para um exame profundo e último de seus corações, para a última purificação da alma, e o último comprometimento com a lealdade e obediência.

Arsenio

Bibliografia

Uma nova era segundo as profecias do Apocalipse p. 166,229,383
Relação de Daniel p. 102

Bíblia (ACF)

sábado, 2 de novembro de 2013

Jeremias 17: 1

Jeremias 17: 1

“O PECADO de Judá está escrito com um ponteiro de ferro, com ponta de diamante, gravado na tábua do seu coração e nas pontas dos vossos altares;”

“Um ponteiro de ferro”. Um estilete (NVI), BJ) ou uma ferramenta para esculpir ( Jó 19:4).

Diamante. Do Hebraico shamir, “esmeril”, “diamante” ou “pederneira”. Não era o diamante como o conhecemos, mas uma pedra afiada colocada no ferro para gravura em metal.

 A palavra é traduzida como “diamante” (Ezequiel 3:9; Zacarias 7:12). Ela é empregada neste versículo para mostrar que “o pecado de Judá” estava profunda e indelevelmente gravado “nas tábuas do coração” (ver 2Co 3:3).

Nas pontas. Muito provavelmente, as pontas dos altares do cultos idólatra (para uma descrição das pontas no antigo altar, ver Êxodo 27:2; 29:12).

Jó 19:4

Embora haja eu, na verdade, errado, comigo ficará o meu erro.”

Haja eu, na verdade, errado.  Não necessariamente uma admissão de culpa moral, mas um reconhecimento de suas limitações humanas.

Comigo ficará. Provavelmente o significado da frase seja: “Isso não prejudica ninguém exceto a mim mesmo.”

Arsenio

Bibliografia v4 p. 456
Comentário bíblico Adventista v.4 p. 456
Comentário bíblico Adventista v.3 . 615


Imposição de mãos


Imposição de mãos

Levítico 4:27-30

 27  E, se qualquer pessoa do povo da terra pecar por ignorância, fazendo contra algum dos mandamentos do SENHOR, aquilo que não se deve fazer, e assim for culpada;
28  Ou se o pecado que cometeu lhe for notificado, então trará pela sua oferta uma cabra sem defeito, pelo seu pecado que cometeu,
29  E porá a sua mão sobre a cabeça da oferta da expiação do pecado, e a degolará no lugar do holocausto.
30  Depois o sacerdote com o seu dedo tomará do seu sangue, e o porá sobre as pontas do altar do holocausto; e todo o restante do seu sangue derramará à base do altar;

Comentário

Levítico 4: 27 = “E, se qualquer pessoa do povo da terra”: O procedimento era o mesmo no caso de um príncipe, com exceção de que o homem comum devia trazer uma fêmea em vez de um macho. A fêmea era de algum modo inferior na escala de valor em relação ao macho e, portanto, era facilmente adquirida. O ritual de sangue e a disposição da gordura eram o mesmos que os dos sacrifícios pelos príncipes que pecavam ( versos 23-26).

Levítico 4: 24 = “ E porá a mão sobre a cabeça”. Segue –se o mesmo padrão das outras ofertas e tem o mesmo significado. Ao pôr as mãos sobre a vítima, o pecador identificava-se com ela, transferia-lhe seus pecados pela confissão e a apresentava como seu substituto.

Levítico 4:4 = “ Porá a mão”. Era a mesa cerimônia de todos os holocaustos, exceto quando aves eram oferecidas. A imposição da mão denotava não apenas a dedicação do animal a Deus. Na verdade, quando o ofertante se inclinava sobre a cabeça da vítima, ele se identificava com ela, e ela se tornava seu substituto (levítico 1:4).

A imposição da mão era acompanhada pela confissão do pecado que havia motivado o ato do sacrifício (Levítico 5:5). Esse princípio se aplicava a todos os sacrifícios pelo pecado, sendo, portanto, um ato significativo. Ao confessar o pecado e inclinar-se sobre a vítima, o pecador declarava sua fé em Deus, que havia provido um substituto para sofrer a penalidade por seu pecado. Trazer o sacrifício não era a penalidade. A penalidade era a morte, e o animal era que pagava.

Vemos que todos os versos citados acima mostram que sem sangue não remissão dos pecados, ao seguir as ordens de Deus, o pecador arrependido podia ter certeza de que a vítima seria aceita em seu lugar. Assim também o crente pode se assegurar de que, ao seguir as orientações de Deus, será aceito em Cristo, o Substituto, sabendo que Ele toma seu lugar no altar e que, na verdade, Ele já fez isso ao morrer na cruz. Ele morreu para que pudéssemos viver.

Arsenio

Bibliografia
Comentário Bíblico Adventista v1 p. 770,788,790,791
Bíblia (ACF)



Pecado e misericórdia

Pecado e misericórdia

Levitico 4:2 Fala aos filhos de Israel, dizendo: Quando uma alma pecar, por ignorância, contra alguns dos mandamentos do SENHOR, acerca do que não se deve fazer, e proceder contra algum deles;

Quando alguém pecar: As ofertas pelo pecado foram mencionadas primeiramente em conexão com a consagração de Arão e de seus filhos (Êxodo 29:14), mas não foram nessa ocasião ordenadas para o povo em geral. 

As palavras “pecado” e “oferta pelo pecado” são traduzidas da mesma palavra hebraica, hatsa´th, o que implica um relacionamento próximo entre elas. “Pecado” requeria uma oferta pelo pecado. Trazer uma oferta pelo pecado significa que um pecado havia sido cometido. Ao trazer a “oferta pelo pecado” ao santuário, a pessoa estava literalmente trazendo o pecado representado por ela e pelo qual devia se fazer expiação.

Por ignorância; Ou seja, “sem intenção (NVI), involuntariamente, inadvertidamente, sem pensar ou descuidadamente”.

Um detalhe importante a mencionar é o que recebeu luz tem mais responsabilidade do que aquele que vive na ignorância.

Contra alguns dos mandamentos: Isso se refere particularmente aos dez mandamentos, mas também inclui outras ordens de Deus.

O mesmo pecado cometido por pessoas diferente não é igualmente pecaminoso. A luz sempre traz responsabilidade. Um pecado idêntico cometido por uma pessoa ignorante e por alguém civilizado ( conhecer toda verdade João 8:32), deve ser considerado e julgado, em cada caso, de um ponto de vista diferente.

Aqui se encontra a misericórdia de Deus  em levar todas as coisas em consideração e mostra, neste capítulo, que faz provisão para isso.

Arsenio

Bibliografia
Comentário Bíblico Adventista v1 p. 786
Bíblia (ACF)



sábado, 26 de outubro de 2013

O Tanque de Betesda

Sermão pregado na Igreja Adventista do 7º Dia Campo dos Ferreiras.

Por: Arsenio
O Tanque de Betesda

A mensagem de hoje está em João 5:1-9

Bibliografia de Betesda – um tanque, segundo o evangelista é o “tanque das ovelhas”.
O assunto de hoje está focado no tanque no paralitico de 38 anos.

O que era o tanque de Betesda?
Era um local aonde os pastores levavam as suas ovelhas para serem lavadas e vendidas aos que fariam ofertas no templo.

Fico a imaginar o tanque de Betesda como altar aonde o pecador vai se encontrar com Deus e se encontrar consigo mesmo.

A igreja hoje é o tanque de Betesda a igreja hoje é o altar. Amém
Meus irmãos Jesus foi ao tanque de betesda com um proposito, hoje aqui na igreja nosso Senhor está aqui com um proposito representado pelo Espírito Santo, para te a ajudar e é por essa razão porque eu estou aqui para dizer que Deus vai restaurar a sua vida hoje vocês não será as mesmas pessoas quando sair daqui e ao retornar para vossa casa.

Jesus anda no meio dessa multidão, tão disposto para curar e tão poderoso para salvar como nos dias da Sua carne. “e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém”.( São Mateus 28:30).

Vamos analisar a agora os pacientes, as pessoas do tanque de Betesda;
Porque as pessoas estavam lá?
As pessoas acreditavam que um anjo descia e tocava na água – essa história atraía doente de todos os lugares.

A Bíblia não menciona o nome desta pessoa, mas ele creu nas palavras de um amigo que ele poderia se curado, foi convencido de ir ao tanque de Besteda, ele e seu amigo ficaram lá, os dias passaram, semanas, meses e a água não era agitada, chegou ao ponto de ele ficar a sós, pois o amigo cansará de esperar, “não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque;” (João 5:7)

A Bíblia relata que se passou 38 anos eram as poucas vezes que as água agitava ele não conseguia ser rápido para ir ao tanque, segundo a lenda somente o primeiro que ao entrar seria curado, “e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.” (João 5:4)

Betesda é um símbolo de fé sabia por que todos esperavam por um milagre, mas até quando isso é bom até quando esperar é saudável?

Luc de Clapiers, marquês de Vauvenargues (1715 - 1747) foi um moralista, ensaísta e escritor francês citou uma frase interessante a paciência é a arte de esperar.

É muito interessante a frase do escritor, mas porque esperar por algo inusitado por que esperar que sua vida mude depois que ver algo extraordinário em sua vida?

Querido hoje Deus fara a você o maior milagre que pode acontecer na vida da pessoa, mas é preciso crer que Cristo é maior que sinais e maravilhas.

Nenhuma parte da bíblia pede para que o pecador fique na beira do tanque em Betesda, ou seja, permaneça na incredulidade. Mas o evangelho da salvação é esse pregue, fale do amor de Cristo..

“ Creia no Senhor Jesus, e você será salvo”. Quando o Senhor comissionou seus discípulos, disse. “Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a toda as pessoas” (São Marcos 16:15). E qual é o evangelho?

Mandar que esperasse na incredulidade no uso dos meios e ordenanças até ver algo grandioso?

Mandar que fossem diligentes na oração, e leiam a Palavra de Deus, até se sentir melhor? 

Nem uma partícula disso.

Assim diz o Senhor: “ Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado “ (Marcos 16:16).

Esse é o evangelho, é o único evangelho que Jesus Cristo mandou seus ministros pregarem, e os que dizem:

Aguardem os sentimentos! Aguardem as impressões! Aguardem as maravilhas! Pregam outro evangelho.

Esse homem estava há 38 anos a espera de um milagres muitos que estavam ali estava a esperam de um milagre, mas nenhum teve a coragem de olhar para cima, o verdadeiro milagre estava ali.

Hoje temos uma grande numero de pessoas que fitam os seus olhos no tanque de Betesda, mas se esquecem de que o representante de Cristo está em nosso meio o Espírito Santo.

Pessoas estão aqui há anos a esposa já tomou a decisão em aceitar a Cristo como o seu salvador, os filhos tomaram a mesma decisão, mas, no entanto ele continuar a espera pela agitação da água.

Hoje compreendo essa espera  encontramos pais que lutam a vida toda para que sua família tenha o melhor o seus filhos tem o melhor, mas se esqueceram de olhar para eles esqueceram que o amor não pode ser substituído por objetos os presentes de última geração.

Pais passem mais tempo com seus filhos, se vai fazer a manutenção do seu carro peça ajuda a seus filho deixem que ele faça parte da sua vida, leve-o para jogar bola, levou para conhecê-lo o seu trabalho, viva momento indissolúvel com seu filho pois esse é o evangelho que Cristo pregou “Ninguém jamais viu a Deus; se nos amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeito o seu amor."  (I João 4 : 12).

Nesta manhã quem sabe os seus olhos estão findando nas águas de Besteda em busca de solução para acabar com um divida que esta esmagando – o, você senti dores forte no corpo sente que sua vida não vai para frente dias após dias você não consegue enxergar uma saída, pois quero dizer que você está olhando no lugar errado você tem que olhar para cima.

A Bíblia diz “"Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão."  (Isaías 40 : 31).

Amém, Amém , Amém..

Alguns estão olhando e continuam olhando para o tanque de Betesda, pois está à vida toda a lutar contra vicio não consegue libertar, quero que você meu amigo hoje, saiba que Deus tem a resposta para você ninguém sairá daqui sem ser abençoado por Deus. 

"Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas."  (Mateus 6 : 33)

Musica como irmão Isaulino
Hino de Louvor: Meu Barquinho

Agora quero falar de Jesus no tanque de Betesda Ele anda pela a multidão ninguém o vê ninguém se importa com a sua presença, mas Jesus está lá Jesus veio em Seu dia era sábado, embora muitos eram Judeu não tinha a esperança de ser curado no sábado, mas o Senhor do sábado estava ali no meio deles.

Jesus olhava para todos mais ninguém olhava para Ele, Jesus se dirigi para aquele em que fitará os olhos se aproxima, Jesus chora porque leu a vida daquele homem sentiu a suas dores por 38 anos sabiam de sua esperança e o seus desejos de restauração.

João 5:6  E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são?

Fico a imaginar a cena do momento daquele homem dizendo sim Senhor é o que mais desejo da vida.

Aquele homem queria a sua dignidade de volta, aquele homem queria poder adorar a Deus em toda a sua plenitude, aquele homem que ser um adorador.

Hoje nesta manhã, quero perguntar lhe querem ser curado. A cura do pecado, da língua, da bebedice, da injustiça, das dividas, do ciúme, da doença, da inveja da cobiça? Está disposto de abrir mão do pecado que lhe é mais querido?

Sim eu quero ser livre quero ser curado, pois bem quero desafia-lo como Jesus fez com o paralitico a 38 anos que estava deitado.

João 5:8 Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda.

Testemunho de Restauração “ Maria”

A cruz! A cruz! A cruz! Dela depende a esperança do pecador! Não visões e sonhos, nem de sentimentos e de emoções estranhas, nem de delírios horríveis, mas confie no sangue do meu Mestre e meu Deus, morto uma vez a favor dos pecadores.

Entre a cruz e a mão.....

Há vida no olhar ao Crucificado, mas não há vida em nenhum outro lugar. Assim diz o Senhor: “Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro”. (Isaias 45:22).

Deus pode ajuda-lo hoje não endureçais o seu coração, escute a voz do Espírito Santo, o que fez com a vida de Marinilsa. ( Ao som do playback (Faixa 19 do cd “Em todo Lugar”).

Em Hebreus 7: 25 diz a palavra de Deus “Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles”.

Amém, Amém, Amém

Quer você dar esse passo venha levante-se pegue a sua cama e ante. Até o altar.

Mensagem Musical Ivonete (cd Grupo Cristal playback faixa19)

Oração final

Arsenio
Bibliografia
Os milagres de Jesus “C.H. Spurgeon  p.220,227
Bíblia (ACF)