Casamento

quinta-feira, 7 de março de 2013

Cuidando de outras criaturas

O peixe-boi (Trichechus manatus), espécie classificada como "Em Perigo" na lista de animais ameaçados de extinção (Foto: Marco A. Freitas)
O peixe-boi (Trichechus manatus), espécie classificada como "Em Perigo" na lista de animais ameaçados de extinção (Foto: Marco A. Freitas)

Cuidando de outras criaturas

A primeira e principal referência à criação propriamente dita se encontra em Apocalipse 4:11 em forma de canção e louvor a Deus como Criador.
Depois de uma referência ao "ano sabático", em Êxodo 23:10-11, dá-se a seguintes instrução acerca do sétimo dia da semana: "Seis dias farás a tua obra, mas, ao sétimo dia, descansará; para que descanse o teu boi e o teu jumento; e para que tome alento o filho da tua serva e o forasteiro". Êxodo 23:12.
A palavra usada para "descanso" para os animais é simplesmente "nuah".
Hoje vivemos em uma época de predatória aos poucos animais que restam ainda está sobre os olhares dos homens, um dia teremos que dar conta a Deus por destruir os seres criados por Deus, pelo egoísmo e satisfação de matar.
O Salmo 50:10 afirma que os animais são todos de Deus, o homem coube a incumbência de administrar, proteger e repovoar os animais. Segue abaixo na intriga a reportagem da redação Época

Atualmente, 627 espécies brasileiras estão ameaçadas. Confira algumas das que enfrentam maior risco.

Tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata), espécie classificada como "Em Perigo" na lista de animais ameaçados de extinção (Foto: Tamar)

Que o Brasil é um dos países com maior biodiversidade, com uma grande quantidade de espécies de fauna e flora, não é novidade para ninguém. Que alguns desses animais correm sério risco de extinção, devido a uma série de fatores como desmatamento, caça ilegal, poluição. Mas quais são, afinal, as espécies brasileiras ameaçadas?
A resposta está no Livro Vermelho das Espécies Ameaçadas, produzido pelo Instituto Chico Mendes, do Ministério do Meio Ambiente, e pela organização internacional IUCN, com base nos estudos de uma série de pesquisadores. Atualmente, 627 espécies estão na lista de ameaçadas de extinção, em diferentes categorias de risco. Metade dessas espécies estão protegidas em unidades de conservação, e o governo aprovou planos de ação para cerca de 33% das espécies.
A lista divide os animais de acordo com o estado de conservação de cada espécie. Essas categorias vão desde Vulnerável até Extinta, além das espécies classificadas como Quase ameaçadas ou Pouco preocupante. Confira alguns animais de cada categoria.
Extintas
Essa é a categoria mais dramática: sete espécies brasileiras são consideradas Extintas (EX), e as sete eram encontradas na Mata Atlântica – o bioma mais devastado do Brasil. São espécies como a perereca Phrynomedusa fimbriata ou a arara Anodorhynchus glaucus, além de quatro invertebrados terrestres, como a minhoca-branca e uma espécie de minhocuçu.
Extintas na natureza
Mutum de Alagoas, espécie brasileira que foi extinta da natureza (Foto: Marco A. Freitas)
Duas espécies estão listadas como Extintas na Natureza (EW). São duas aves que não são encontradas mais em seus habitats naturais, e existem apenas em cativeiro. O mutum-de-Alagoas é uma ave que antes era encontrada na Mata Atlântica, mas desde 1999 acredita-se que esteja extinta na natureza: há cerca de 120 indíviduos vivendo em cativeiro. Já a ararinha-azul é uma ave de plumagem azul e cinza que vivia na caatinga. O último indíviduo desapareceu na natureza em outubro de 2000, mas cerca de 60 indíviduos vivem em cativeiro. A ararinha-azul é conhecida do grande público: é a espécie que inspirou o filme Rio. Reportagem de ÉPOCA desta semana (para assinantes) mostra como um novo projeto pretende devolver essa espécie para a natureza.
  O Salmo 115:16 diz, "Os mais altos céu pertencem ao Senhor, mas a terra ele a confiou ao homem". A terra é o território legal dos seres humanos. Ele quer que nós assumamos responsabilidade sobre os frutos do planeta.
 Arsenio

Bibliografia
Tratado de Teologia p. 553
REDAÇÃO ÉPOCA 16/05/2012 
Vencendo a Crise p. 42 

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